3.3.18

A LUTA POLÍTICA OU A CAPITULAÇÃO VEXAMINOSA? (Por Diogo Costa)

Onde alguns veem um ponto final eu vejo um ponto de partida. 

É sabido que os golpistas pretendem impor uma medida de violência contra o ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre o medo e a capitulação, fazendo as vezes de urubus assustados, certos setores começam a fazer continhas sobre a herança do suposto morto, supostamente deitado num caixão. 

A estes, das continhas capitulacionistas, a história cobrará o alto preço pela pusilanimidade. Aos outros, que conhecem um mínimo que seja do processo histórico, digo que uma medida de violência contra Lula abrirá uma extensa via para que se empreenda a luta política. Luta que deve ser encampada sem tergiversações. 

A violência golpista é fruto da fraqueza e da tibieza das candidaturas do golpe; demonstra que a força dessa gente não reside nos corações e mentes do povo brasileiro e sim na desesperada tentativa de arrancar Lula da vida política do país. 

Lula não é um produto de marketing; é um lutador social que está na estrada há mais de 45 anos, desde antes da existência do PT. 

É a expressão mais bem construída dos anseios seculares de vastos contingentes do povo brasileiro. É o esteio através do qual se pode recuperar a vida democrática e o desenvolvimento social. 

Onde alguns veem um ponto final, míopes e oportunistas que são, nós devemos ver um belíssimo ponto de partida. 

Unidade popular sem capitulacionismos infantis. É por onde deveremos andar e é por onde vamos andar, queiram ou não os capitulacionistas. 

Está cheio de "Marechais Philippe Pétain" em Pindorama - todos loucos para negociar os termos com os nazistas. Já estão, felizmente, derrotados. 

À batalha camaradas! À batalha até a vitória final.

Por Diogo Costa.

Um comentário:

Alzira Maria de Castro disse...

Nossa! Adorei esse artigo! Valeu!