A Câmara e a baderna reinante
Seinfra acelera pavimentação em Catolés com 58% da obra concluída e entrega prevista para outubro de 2026
A Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) informa que a obra de pavimentação dos 20 km do acesso ao distrito de Catolés, em Abaíra, que faz a ligação com o entroncamento da BA-148, está em andamento e com 58% de execução.
Silêncio Ensurdecedor de ACM Neto Enquanto Jerônimo Rodrigues Avança no Tabuleiro Político da Bahia
As forças do atraso não improvisam
ACM Neto e o silêncio dos culpados
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, parece ter adotado o silêncio como estratégia política. Desde que aliados próximos foram citados em investigações ligadas ao Caso Master, o líder do União Brasil na Bahia não deu uma única declaração pública. O mutismo, que poderia ser interpretado como prudência, soa cada vez mais como cálculo frio. Em tempos de crise, o silêncio não é neutralidade, é posicionamento. E o de Neto, neste momento, grita mais alto do que qualquer discurso.
Vorcaro e o dream team do crime que assombra Brasília
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Lula puxa o gatilho da segurança e cria novo ministério para domar o caos nacional
Flávio Bolsonaro na boca do cofre sujo
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Lançada a Plataforma de Mapeamento Socioeconômico de Paulo Afonso/BA
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| Foto: Dimas Roque |
Com o TSE nas mãos da direita quem vai duvidar das urnas?
A recente composição do Tribunal Superior Eleitoral, agora com maioria de ministros identificados com o campo bolsonarista, virou o novo ponto de debate na política brasileira. Durante anos, a direita atacou o sistema eletrônico de votação, espalhando dúvidas e teorias sobre fraudes que nunca foram comprovadas. Agora, com o comando do TSE nas mãos de magistrados próximos ao grupo que mais questionou as urnas, o discurso da desconfiança parece perder o chão. A ironia é evidente, quem antes gritava “fraude!” agora terá de defender o mesmo sistema que dizia não funcionar.
PT parte para a guerra digital
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Flávio e Zema trocam tapas políticos nos bastidores
Lula mete a mão no cofre e declara guerra às facções
Escândalo nos bastidores com Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro para filme sobre Bolsonaro
Lula exige de Trump entrega de criminosos brasileiros
Tribunal de Contas suspende contrato milionário da Prefeitura de Paulo Afonso
Racha no PSDB baiano expõe feridas e ameaça futuro
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Prefeitura de Paulo Afonso paga mais de R$ 1 milhão por esculturas ainda não entregues
Segundo ele a Prefeitura de Paulo Afonso desembolsou mais de R$ 1
milhão para a empresa Ranilson Viana Barbosa Esculturas e Monumentos Ltda.,
contratada para produzir esculturas monumentais, mas até agora nenhuma das
peças menores previstas no contrato foi entregue.
Lula arma novo desembarque na Bahia
Jaques Wagner detona Flávio Bolsonaro e CPI vira ringue político
O senador Jaques Wagner, uma das vozes mais influentes do PT, não deixou barato as declarações de Flávio Bolsonaro durante a CPI do Banco Master. Em sessão marcada por tensão e acusações cruzadas, Wagner rebateu com firmeza o discurso do filho do ex-presidente, chamando atenção para contradições e fragilidades na narrativa bolsonarista. Sua postura foi vista como um recado direto, não haverá espaço para manipulação política dentro da investigação.
Bolsonarismo invade a Justiça e Nunes Marques toma o TSE de assalto
Trabalhadores em fúria e o adeus à escravidão do 6x1
Oposição escancara rombo e acusa gestão de Paulo Afonso de desviar dinheiro público
Estudantes baianos inventam o doce que desafia a diabetes
Em Ipiaú, interior da Bahia, um grupo de jovens da rede estadual decidiu transformar ciência em esperança. Alunos do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Rio das Contas (Cetep/MRC) criaram o “ChocoMed”, um chocolate pensado para pessoas com diabetes tipo 2. Lívia Bispo, de 17 anos, Elias Costa, de 18, e Adígena Neta, também de 17, sob orientação do professor Lucas da Conceição, mergulharam em pesquisas e testes até chegar a uma fórmula que une sabor e saúde. O resultado é um produto com baixo índice glicêmico, sem adição de açúcar e feito com cacau 70%, manteiga de cacau e ingredientes alternativos como farinha de semente de abóbora e polpa de melão-de-são-caetano.
Governo da Bahia lança campanha “Nova Bahia”
Flávio Bolsonaro na lama do Caso Master
Salles explode bomba e acusa o PL de corrupção
Congresso mete a mão no cofre e deixa governo de joelhos
Estranhos tempos mórbidos
– Millôr Fernandes
Com Antonio Gramsci aprendemos que “a crise [política] consiste precisamente no fato de que o velho morre e o novo não pode nascer; neste interregno, verifica-se uma grande variedade de sintomas mórbidos”. Trazendo a formulação do autor de Cadernos do cárcere para os tempos de hoje, talvez seja permitida a ousadia de afirmar que, em nosso caso, o novo não pode nascer (ou é impedido de nascer) porque o velho permanece vivo, prometendo uma história regressiva. Este velho, hoje, é o neofascismo revisitado — novas palavras, novos meios — mas sempre regressivo, anistórico, autoritário.
São os estranhos tempos mórbidos, estes nossos.
A história presente — um presente mirando o caos, sem ensejar a visão de futuro imediato — pode ser vista como “ponto morto” (tempo sem promessa de avanço ou recuo) e já foi descrita como “intervalo histórico”. Nada obstante as tensões, sua característica não é, quase nunca, a mobilização social. Trata-se de tempo de espera, indefinido, sem caráter. Está aberto a soluções regressivas (por sinal, é este, hoje, o cenário dominante na América do Sul), que podem construir a ruptura democrática ou a continuidade autoritária, jamais a revolução, projeto que comoveu as grandes massas no século passado.
PT da Bahia mostra força em Feira de Santana e lança pré-candidatos com apoio de Lula
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| Foto: Dimas Roque |
STF dá rasteira nos marajás e proíbe penduricalhos
A aliança secreta de Arthur Lira e JHC em Paulo Afonso
O caso Master explode no colo de Ciro Nogueira
PGP 2026 parte para Feira de Santana nesta sexta-feira (08)
Lula e Trump no abraço que abalou o planeta
Jerônimo e Lula é a aliança que decide o Nordeste
Norte da Bahia em Peso com Jerônimo
25 novas bases da lei em 2026 e baiano já dorme mais tranquilo
Desincompatibilização vira baile das cadeiras e quem sai, quem fica e quem dança
Entre os que deixaram suas funções, destacam-se nomes
ligados a projetos estratégicos em estados como Bahia, Pernambuco e Minas
Gerais. A saída desses gestores abre espaço para novos nomes, mas também gera
incertezas sobre a continuidade de programas em andamento. O movimento não é
apenas burocrático, cada cadeira que se torna vaga vira alvo de disputa
interna, revelando quem tem força para assumir e quem perde espaço.
O público acompanhou com atenção as mudanças, especialmente
em cidades onde a desincompatibilização mexeu diretamente com lideranças
locais. Em eventos e coletivas, os gestores que se despediram fizeram discursos
emocionados, alguns em tom de despedida, outros já em clima de campanha. A
sensação foi de espetáculo político, com plateias formadas por apoiadores,
curiosos e adversários atentos a cada gesto.
O jogo das cadeiras, como ficou conhecido, não se limita às
trocas de comando. Ele marca o início de uma corrida eleitoral em que cada
movimento é calculado para fortalecer candidaturas e enfraquecer rivais. A
desincompatibilização, prevista em lei, virou palco de estratégias ousadas e,
ao mesmo tempo, de incertezas sobre o futuro da gestão pública. No tabuleiro
político, quem saiu aposta no voto; quem ficou, tenta segurar o poder.
Nino Ragel participa de missão da Codevasf na Côte d’Ivoire

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