27.4.22

“Eu topo tudo”, disse Rui Costa em relação a CPIs as ações pelo Estado e o município de Salvador para combater a Covid-19

Com a deflagração da Operação Cianose pela policia federal para investigar supostas irregularidades na compra de respiradores pelo Consorcio do Nordeste no período mais crítico da pandemia, o governador da Bahia, Rui Costa, se disse tranquilo. Ele lembrou que foi a polícia civil quem primeiro, ao seu comendo, iniciou e prendeu as pessoas responsáveis da empresa vendedora.

Rui, em entrevista a Rede GN na manhã de hoje, 27, relembrou que os responsáveis por vender e não entregar os respiradores foram presos pela policia civil e soltos a pedido do ministério público, mesmo após terem se comprometido a devolverem o dinheiro da compra. O governador ainda falou que espera que os culpados sejam novamente presos.

“Nós denunciamos, a policia civil da Bahia prendeu com autorização judicial. Estavam presos. Tinham assinado o termo de confissão do mau feito. Tinham se comprometido na semana seguinte a devolver o dinheiro. Tá escrito isso no processo! E infelizmente por razoes que eu desconheço, eu não sou advogado, eu não sou jurista, mas eu gostaria, Deus haverá de me permitir um dia saber porque que o ministério público da Bahia opinou por soltar os criminosos e o juiz soltou os criminosos”, questionou Rui Costa.

Informado que a oposição na assembleia legislativa do estado busca assinaturas para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, para investigar as compras, Rui dique que “topa tudo”, inclusive que a câmara de vereadores de Salvador abra uma investigação para apurar como foi possível a prefeitura da cidade pagar o dobro do que o estado pagou pelos mesmos serviços prestados em contratos semelhantes.

 

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