26.5.17

O deus que vem de Curitiba.

Já se sabe que a força que vem de Curitiba é basicamente do juiz Sérgio Moro. Em um primeiro momento nós acreditamos que a justiça poderia ser feita, mas com o passar dos dias, se percebeu que ele é a própria justiça. Teria Ares, o terrível deus da guerra reencarnado? De caráter violento, o filho de Zeus e Hera, tinha o prazer em apreciar a dor alheia e, no campo de batalha, matava um mortal apenas com seu grito de guerra! Quando estão perto dele, as pessoas sentem raiva e vontade de bater umas nas outras.
Mas ele, deus da guerra, usa de todas as suas estratégias para humilhar, antes de destruir, aqueles a quem persegue. Moro escolheu para a tarefa a que se preparou durante a sua vida uma horda que lhe dá apoio em suas peripécias.
Suas decisões, questionáveis do ponto de vista da justiça, chamam a atenção de todos. Ele já mandou fazer escuta no telefone de uma presidenta em exercício, mandou fazer condução coercitiva quando a pessoa nunca antes tinha se negado a depor, não mandou intimar uma pessoa alegando desconhecer o endereço dela. Neste caso, inocentou a mesma dizendo não haver provas para tal, mesmo após em depoimento Cláudia Cruz ter dito conhecer contas no exterior em seu nome. Deixando transparecer a todos que suas decisões são políticas e não justas.
E antes “intocável”, as suas decisões começaram a ser questionadas, por advogados e membros da própria justiça. São prisões com fundamentos genéricos, violação a competência do Superior Tribunal Federal, prisões irregulares, o exercício da defesa onde negou aos advogados de réus o acesso a documentos de inquéritos, prisões irregulares e a falta de provas para condenações. Tudo já revisto na justiça pós “república de Curitiba”, e escondido pela grande imprensa para continuar o circo existente.
Moro, o Ares de Curitiba, vem destruindo o país desde que se iniciou a Operação Lava Jato. A economia encontra-se em estado crítico. Com empresas demitindo, fechando as suas portas e uma massa de desempregados que, se não contida, logo, logo irá as ruas e transformará o Brasil em uma Espanha do ano de 2011, quando a população foi às ruas violentamente.

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