Jerônimo puxa o 2 de julho para enterrar os golpistas do 8/1

Salvador amanheceu em 8 de janeiro de 2026 com discursos que ecoaram além da Praça Castro Alves. O governador Jerônimo Rodrigues, em pronunciamento oficial, conectou a memória da Independência da Bahia, celebrada em 2 de Julho, ao enfrentamento dos atos golpistas de 2023. A mensagem foi clara, a resistência baiana não é apenas histórica, é presente e ativa contra qualquer tentativa de ruptura democrática.

Em Feira de Santana, lideranças políticas locais repercutiram a fala do governador, destacando que a Bahia sempre esteve na linha de frente da defesa da soberania nacional. Jerônimo reforçou que o 8/1 não pode ser relativizado e que a memória do 2 de Julho serve como antídoto contra narrativas revisionistas. O tom positivo de sua decisão fortaleceu prefeitos e vereadores que se posicionaram publicamente em defesa das instituições.

A engrenagem digital também foi decisiva. No interior, cidades como Juazeiro e Vitória da Conquista registraram forte mobilização pelo WhatsApp, onde grupos comunitários divulgaram vídeos e mensagens de apoio ao discurso do governador. No Instagram, perfis de lideranças locais ampliaram o alcance com transmissões ao vivo, enquanto o Facebook manteve debates em comunidades virtuais. Já o X (antigo Twitter) pautou a imprensa nacional com hashtags que colocaram a Bahia como protagonista da defesa democrática.

O corpo a corpo complementou a estratégia digital. Em Porto Seguro, militantes organizaram caminhadas nos bairros periféricos, explicando porta a porta a importância de preservar a democracia. Em Barreiras, sindicatos e associações rurais realizaram encontros presenciais, reforçando a legitimidade das eleições e a necessidade de combater a desinformação. Essa presença física foi fundamental para neutralizar boatos e consolidar apoio popular.

A repercussão nacional foi imediata. O discurso de Jerônimo Rodrigues foi citado em Brasília como exemplo de liderança estadual que não se omite diante de crises institucionais. A Bahia, mais uma vez, mostrou que sua tradição de resistência não é apenas memória, mas prática política viva. O governador conseguiu transformar o 8/1 em oportunidade de reafirmar valores e fortalecer alianças.

Hoje, a narrativa baiana se impõe como referência. Salvador, Feira de Santana, Juazeiro e Vitória da Conquista tornaram-se polos de mobilização, tanto nas redes quanto nas ruas. A combinação de estratégia digital e ação territorial consolidou a imagem de Jerônimo como líder que sabe conectar história e presente. O 2 de Julho, símbolo da independência, foi reatualizado como bandeira contra os golpistas do 8/1.

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