Em Feira de Santana, lideranças políticas locais
repercutiram a fala do governador, destacando que a Bahia sempre esteve na
linha de frente da defesa da soberania nacional. Jerônimo reforçou que o 8/1
não pode ser relativizado e que a memória do 2 de Julho serve como antídoto
contra narrativas revisionistas. O tom positivo de sua decisão fortaleceu
prefeitos e vereadores que se posicionaram publicamente em defesa das
instituições.
A engrenagem digital também foi decisiva. No interior,
cidades como Juazeiro e Vitória da Conquista registraram forte mobilização pelo
WhatsApp, onde grupos comunitários divulgaram vídeos e mensagens de apoio ao
discurso do governador. No Instagram, perfis de lideranças locais ampliaram o
alcance com transmissões ao vivo, enquanto o Facebook manteve debates em
comunidades virtuais. Já o X (antigo Twitter) pautou a imprensa nacional com
hashtags que colocaram a Bahia como protagonista da defesa democrática.
O corpo a corpo complementou a estratégia digital. Em Porto
Seguro, militantes organizaram caminhadas nos bairros periféricos, explicando
porta a porta a importância de preservar a democracia. Em Barreiras, sindicatos
e associações rurais realizaram encontros presenciais, reforçando a
legitimidade das eleições e a necessidade de combater a desinformação. Essa
presença física foi fundamental para neutralizar boatos e consolidar apoio
popular.
A repercussão nacional foi imediata. O discurso de Jerônimo
Rodrigues foi citado em Brasília como exemplo de liderança estadual que não se
omite diante de crises institucionais. A Bahia, mais uma vez, mostrou que sua
tradição de resistência não é apenas memória, mas prática política viva. O
governador conseguiu transformar o 8/1 em oportunidade de reafirmar valores e
fortalecer alianças.
Hoje, a narrativa baiana se impõe como referência. Salvador,
Feira de Santana, Juazeiro e Vitória da Conquista tornaram-se polos de
mobilização, tanto nas redes quanto nas ruas. A combinação de estratégia
digital e ação territorial consolidou a imagem de Jerônimo como líder que sabe
conectar história e presente. O 2 de Julho, símbolo da independência, foi
reatualizado como bandeira contra os golpistas do 8/1.

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