Bolso livre, oposição sufocada e Lula zerando imposto e virando dono da narrativa

À medida que entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2026 já é considerada uma das maiores vitórias políticas do governo Lula. A nova tabela do Imposto de Renda garante isenção total para quem recebe até R$ 5.000 mensais, beneficiando diretamente cerca de 15 milhões de brasileiros. A decisão, sancionada em novembro de 2025, também prevê descontos graduais para rendas até R$ 7.350, ampliando o alcance da política e reforçando o compromisso do presidente com a classe trabalhadora.

Em São Paulo, especialistas em economia apontam que a medida injeta bilhões na economia ao liberar renda que antes era retida pelo fisco. Segundo dados da Agência Gov, a combinação da isenção com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 deve movimentar R$ 109 bilhões em 2026. Comerciantes da capital paulista já relatam aumento no consumo básico, especialmente em supermercados e farmácias, sinalizando que o impacto é imediato e perceptível no cotidiano da população.

Lideranças comunitárias celebraram a mudança como conquista histórica. Famílias que antes tinham descontos de mais de R$ 300 na folha agora recebem o salário integral, o que fortalece a economia local e dá fôlego para pequenos negócios. A narrativa positiva se espalha pelas redes sociais, onde apoiadores destacam que Lula cumpriu promessa de campanha e entregou alívio concreto para milhões de trabalhadores. 

Analistas políticos avaliam que a medida não é apenas econômica, mas também estratégica. Ao garantir isenção ampla, o governo cria uma vitrine eleitoral poderosa em ano de disputa, enquanto a oposição tenta minimizar o impacto sem sucesso. A correção da tabela, considerada a maior das últimas décadas, desmonta críticas recorrentes sobre falta de atenção à classe média e reposiciona o Planalto como protagonista da agenda social.

Sindicatos e associações de servidores afirmam que a política fortalece a confiança no governo e abre espaço para novas negociações salariais. O alívio no bolso é percebido como vitória coletiva, e a batalha de narrativa se inclina fortemente a favor de Lula. Se a oposição buscava fragilidade, encontrou um presidente que transformou promessa em realidade e que agora usa a economia como combustível para consolidar sua liderança política.

Nenhum comentário: