Trump mete a mão na Venezuela, mas povo resiste ao sequestro yankee

A Venezuela amanheceu sob um clima de sufocamento político que não foi oficialmente declarado, mas que se sente em cada esquina de Caracas. Relatos de organizações independentes como a Human Rights Watch e a BBC confirmam que a pressão externa dos Estados Unidos, liderados por Donald Trump, intensificou-se nos últimos dias, com operações que beiram a invasão e o sequestro institucional. O país vive uma espécie de estado de exceção informal, onde a soberania é atacada sem que haja qualquer reconhecimento legal, deixando claro que o objetivo é fragilizar o governo e controlar recursos estratégicos como petróleo e gás.

O discurso de Trump, marcado por ameaças e retórica agressiva, escancara a face autoritária de um líder que insiste em impor sua vontade sobre nações vizinhas. Fontes como a Reuters e a Al Jazeera destacam que Washington tem usado sanções e operações militares veladas para sufocar a economia venezuelana, criando um cenário de caos calculado. Essa postura não apenas viola princípios básicos do direito internacional, mas também expõe a hipocrisia de quem se apresenta como defensor da democracia enquanto pratica atos de coerção e violência política.

Apesar da ofensiva, o povo venezuelano demonstra uma resistência admirável. Movimentos comunitários, sindicatos e organizações populares têm se mobilizado para garantir abastecimento, solidariedade e apoio mútuo em meio à crise. A CNN reportou que, mesmo diante da escassez, cidadãos organizam redes de distribuição de alimentos e medicamentos, mostrando que a luta pela sobrevivência é também uma luta pela dignidade. Essa capacidade de se reinventar diante da adversidade revela uma força coletiva que desafia a lógica de dominação externa.

O caos imposto de fora não conseguiu apagar a chama da resistência interna. Ao contrário, cada tentativa de sequestro político fortalece a narrativa de que a Venezuela não se curva ao imperialismo. O povo, que enfrenta filas, apagões e ameaças, transforma a dor em bandeira de luta. O que Trump chama de “estratégia” é, na prática, um ataque à soberania de uma nação que insiste em existir por conta própria. E é justamente nesse embate desigual que nasce a esperança e a certeza de que, mesmo sob estado de exceção não declarado, a Venezuela segue viva e insurgente.

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