Presidente Lula promete enterrar oposição que vive de enganação

Durante a entrega de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida em Maceió, no dia 23 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso que repercutiu em todo o país. Diante de uma plateia formada por beneficiários, autoridades locais e lideranças políticas, Lula afirmou que “não podemos permitir que quem mente volte a governar”, em referência às práticas de desinformação que marcaram os últimos anos. O evento contou com a presença do governador Paulo Dantas (MDB), do prefeito João Henrique Caldas (PL) e do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), reforçando o peso político da ocasião.

O presidente destacou que, ao reassumir o governo em 2023, encontrou o Brasil mergulhado em problemas sociais graves, como a volta da fome que atingia 33 milhões de pessoas. Lula lembrou que em 2014 o país havia praticamente eliminado a insegurança alimentar, mas que a irresponsabilidade de gestões anteriores trouxe de volta a tragédia. Segundo ele, em pouco mais de dois anos, o governo conseguiu reverter esse quadro com políticas públicas de distribuição de renda e fortalecimento da agricultura familiar, reafirmando o compromisso histórico do PT com a justiça social.

A fala de Lula também teve forte tom eleitoral, sinalizando a preparação para a disputa de 2026. Sem citar nomes, o presidente deixou claro que sua crítica se dirige a setores da oposição que, segundo ele, se sustentam em mentiras e manipulação. Ao reforçar que “a verdade engatinha, mas chega”, Lula buscou mobilizar sua base e transmitir confiança de que o projeto político do PT é capaz de enfrentar ataques e manter o país em rota de crescimento. O discurso foi recebido com entusiasmo pelos presentes, que reagiram com aplausos e palavras de apoio.

O impacto da declaração vai além do palanque e Lula recoloca o combate à desinformação como eixo central da política nacional e reforça a narrativa de que o Brasil precisa de estabilidade para avançar. Ao se posicionar contra a volta de quem “enganou o país”, o presidente fortalece sua imagem de líder que defende a democracia e os direitos sociais. Para o Partido dos Trabalhadores, o episódio é mais um passo na construção de uma campanha que pretende unir militância e sociedade em torno da ideia de que o futuro não pode ser entregue a quem vive de mentiras.

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