Dimas Roque: O LAMBE BOTAS

30.3.09

O LAMBE BOTAS



REALMENTE EXISTE O LAMBE BOTAS ESCANCARADO.MAS HOJE EU VOU FALAR DO LAMBE BOTAS PSEUDO CLANDESTINO.

O Lambe Botas pseudo clandestino se acha o tal ( e não é).

Tem de todo tipo. Mas vou falar de um em particular. Como ele age.

1. Geralmente se acha o maior articulista político. Intocável. De alto respeito.
2. Suas opiniões sempre são a expressão da verdade absoluta. Quem discorda dele ave Maria!) é imediatamente adjetivado, ameaçado de processo dentro do Partido as vezes, execrado, jogado aos leões;
3. O lambe botas pseudo clandestino sempre escolhe um lado. (mas ave Maria de novo! Ninguém pode dizer que ele tem lado! ninguém pode saber!) ele está com quem está no poder.
4. Aboletado nesse lado (clandestino, ou melhor pseudo...) ele inicia um processo de defesa do impossível. Aquele fulano que ele defende, (o deputado, por exemplo e só a titulo de exemplo...) é o melhor do mundo!
5. Os outros, (TODOS) são a lama, a excrescência, o fim do poço, nenhum presta e coisas desse tipo;
6. Mas o Lambe BPC, pensa sempre que todo mundo é otário, dá uma bandeiiira! Coitado! Que todo mundo fica sabendo que ele ta defendendo (no exemplo) o deputado, mas ele usa sua “otoridade” pra dizer que não!
7. Usa sua “otoridade” pra dizer coisa do tipo que o deputado é o melhor amigo do Governador. E USA SUA “OTORIDADE TAMBEM PRA DIZER QUE É O SUPRA-SUMO DO PARTIDO (veja onde o LBPC chega) não é confiável!
8. O LAMBE BOTAS PSEUDO CLANDESTINO (aí dá bandeira de novo...) no afã de mostrar serviço, (vou usar o exemplo o deputado) abre sua metralhadora giratória da esquerda a direita! (onde é o seu lugar)
E! NÃO SOBRA UM! AQUELE? NÃO PRESTA! ? AQUELA! (ó pá i ó sobrou pra ela...) FULANO? TAMBÉM NÃO PRESTA! E FULANA? TAMBÉM NÃO PRESTA!E QUEM PRESTA PARA O LBPC?(arrumei até sigla...)
Ele, candidamente! Isento! Cheio de “otoridade” diz, pseudo clandestinamente, QUEM? QUEM? QUEM? O DEPUTADO CLARO! (e vai tomar uma aliviado com o serviço prestado que ninguém é de ferro!)

Baseado em postagem de Antonio do Carmo.

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