Em solidariedade ao Nassif e repúdio à Veja e ao grupo Abril

O leitor Dimas Roque deixou um comentário na postagem Datafolha: Lula bate recorde de aprovação, em que denunciava a agressão de que estava sendo vítima o jornalista Luis Nassif.
Fui até o blog do Nassif e li a postagem Os ataques à família, em que ele fala da dor de ver a esposa chorando, por conta dos ataques do pitblogueiro da Veja, e me pergunto: até quando se vai permitir que ele continue a ofender as pessoas?
Não é possível que os jornalistas continuem a tratar essa pessoa doente e nefasta apenas como a aberração que é, sem uma atitude em defesa dos que ele ofende da maneira mais vil.
Será que o mercado de trabalho está tão difícil assim para que os jornalistas da Veja continuem a compartilhar a redação com alguém que detrata, ofende e achincalha companheiros de profissão?
Se o dossiê da Veja, publicado pelo Nassif, é mentiroso, por que não o rebatem, em vez de recorrerem à justiça para processá-lo e ao pitblogueiro doente para ofendê-lo?
Felizmente, ao começar seu dossiê, Nassif sabia com quem estava lidando. Seu trabalho está desmontando a fábrica de boatos e dossiês da Veja. Mais dia, menos dia, os que hoje o detratam cairão como os vampiros expostos ao sol da realidade.
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UMA IMAGEM É TUDO

Governador de Alagoas Téo Vilela entregando FLORES ao Presidente LULA do PT.





Públicado pela página www.maisfesta.com.br
LULA esteve hoje na cidade de Delmiro Gouveia – Alagoas. A visita se deu para anunciar a destinação de aporte financeiro para a conclusão do Canal do Sertão. Obra antiga, que lavará água do São Francisco para cidades do interior do estado.
Lá estavam os Ministros Guilherme do Desenvolvimento Agrário, a ministra Dilma, da Casa Civil, o ministro Gedel da Integração Nacional, o Senador Renan, o Governo do PSDB Téo Vilela.
Na fala de Gedel quando se referia à transposição das águas do Rio São Francisco. Obra polemica do atual governo. Ouve um principio de vaias. Malandro o Gedel logo sacou do bolso um dos motivos que levou todos a estar ali, o Canal do Sertão. Alguns parecem que entenderam o recado e logo começaram a puxar aplausos para a fala do ministro. Parecia estar dizendo ele:
Se for para os outros é ruim, mas se é para me beneficiar, vale retirar água do rio?
Já no final do seu pronunciamento se ouviu de forma mais afirmativa as palavras de Gedel:
- LULA, LULA, LAUA... Depois de LULA o Brasil não será mais o mesmo. Agora é um país de Fé Trabalho, esperança e Crença no Futuro... LULA, LULA, LULA.
Pergunto-me ate agora o porquê de ele ter gritado LULA, LULA, LULA. Porque três vezes o nome de LULA, LULA, LULA?

Ainda Em Delmiro Gouveia:
No inicio da fala do Senador Renan pessoas puxaram vaias. Mesmo assim ele continuou o que tinha para falar e terminou sendo aplaudido por todos.
Você pode me perguntar:
- Como isto aconteceu?
Fácil. Bastou ele pronunciar umas 13 vezes o nome de LULA que o povo o aplaudia.

De Delmiro Gouveia – Alagoas:
Um dos pronunciamentos mais carinhosos e emocionais para com LULA veio de um adversário seu, o Governador do PSDB, Téo Vilela. Fazendo referência a memória do seu Pai se referiu a uma frase que supostamente o mesmo utilizará no passado:
- LULA se os amigos não nos mandarem flores, os inimigos é que não mandaram!
Prosseguindo o seu pensamento, disse algo que deve soar como uma bomba na cabeça do senador Artur Virgilho.
- Esse TUCANO, veio hoje aqui para jogar flores no senhor.
Não precisa nem me alongar nas palavras para dizer o que aconteceu com a multidão que estava lá. Parecia o Maracanã as avessas. Agora a SAUDAR o Presidente do POVO deste PAÍS.
O Governador TUCANO foi de uma reverência ao PRESIDENTE LULA nos seus agradecimentos que a única frase que eu posso colocar aqui para expressar o que estou falando é:
- Eu quero agradecer!
Foi repetida umas cinco vezes pelo Governador TUCANO ao PRESIDENTE LULA.

E para terminar o evento na cidade de Delmiro Gouveia em Alagoas:
Ele falou. O Senhor Luis Inácio LULA da Silva.
- Tem gente que fala que o PAC é uma obra política. Não é!
- Eu estou indo a todos os estados da republica. E nem todos os governadores são da base aliada do Governo.
- Ta bom. O Serra é adversário, não do partido do Governo, mas eu vou lá. Levarei o PAC para lá. Não tenho preconceito. Não olho o partido do governador nem o estado que ele administra!
Mas a frente o Presidente pede:
- Temos que dar cidadania ao povo brasileiro.
Uma referência a elite branca que só pensa nela.
Ao falar da Transposição:
- Se chegar alguém em minha casa e só tiver dois copos de água eu dou um a essa pessoa.
Não se ouviu um só murmúrio de reprovação ao que ele dissera. Ai está a diferença da fala do Gedel. LULA é a diferença. Fala da forma que o povo saber ouvir e entender.
- A união tem a obrigação de olhar por todos os brasileiros!
Se referindo a uma faixa que pedia solução das dividas dos agricultores.
- Uma coisa é a divida do grande que pode pagar, Outra coisa é a do grande que ta em dificuldades e outra bem diferente é o pequeno que ta lascado.
Aplausos e gritos de LULA abafaram a fala do PRESIDENTE.
- No Brasil, acabou o tempo da malandragem!
Ao se referir ao desenvolvimento do Brasil que passa por todas as regiões o PRESIDENTE DISSE:
- Toda vês que eu quero mudar a forma de arrecadar tributo para beneficiar o POVO, alguém do SUDESTE não quer, vem logo dizendo que “isso vai prejudicar ele”.
Assim foi a passagem so PRESIDENTE LULA por Delmiro Gouveia – Alagoas.

A DIREITA E O LULISMO

Por Fernando de Barros e Silva

Na Folha

SÃO PAULO - A chegada de Lula ao poder seguida da ruína moral do petismo serviu de trampolim para impulsionar uma nova direita no país. É um fenômeno de expressão midiática, mais do que propriamente político. Está disseminado em jornais, sites, blogs, na revista. E deve sua difusão aos falcões do colunismo que se orgulha de parecer assim, estupidamente reacionário.

Mesmo que a autopropaganda seja enganosa e oculte que até ontem o conservador empedernido de hoje comia no prato da esquerda, que é só um "parvenu", um espertalhão adaptado aos tempos -ainda assim, temos aqui uma novidade.

Essa direita emergente já formou patota. Citam uns aos outros, promovem entrevistas entre si, trocam elogios despudorados. Praticam o mais desabrido compadrio, mas proclamam a meritocracia e as virtudes da impessoalidade; são boçais, mas adoram arrotar cultura.

É uma direita ruidosa e cínica, festiva e catastrofista. Serve para entreter e consolar uma elite que se diz "classe média" e vê o país como estorvo à realização de seu infinito potencial. Seus privilégios estão sempre sob ameaça e agora a clientela de Lula veio azedar de vez suas fantasias de exclusivismo social.
Invertemos a fórmula de Umberto Eco: enquanto a direita anuncia o apocalipse, os integrados, sob as asas do lulismo, são testemunhas vivas do fiasco do pensamento de esquerda neste país. Não me lembro de ter visto antes a mídia estampar com tanta clareza os passos da regressão social de que participa.

Do lado oficial, há um ambiente paragetulista de cooptação e intimidação difusas, se não avesso, certamente hostil às liberdades de expressão e de informação.

Na outra ponta, um articulismo de oposição francamente antinordestino e preconceituoso, coalhado de racismo e misoginia, que faz do insulto seu método e tem na truculência verbal sua marca. Deve-se a ele o retorno da cultura da sarjeta e do lixo retórico, vício da imprensa nativa que remonta ao Império, mas que havia caído em desuso.
Noticia antes públicada no Blog do Nassif.

MAIS UMA MENTIRA DA REVISTA VEJA


A revista Veja soltou em sua edição deste final de semana mais uma de suas "criativas" reportagens, que trazem documentos obtidos de fonte não revelada e que a revista diz, sem apresentar uma mísera prova, ter sido o governo quem preparou. Com a "denúncia" a revista tenta alcançar três objetivos: transformar a corrupção do governo FHC em mera chantagem petista; forçar a CPI dos Cartões a entregar para a imprensa os dados sigilosos da Presidência da República e desgastar a imagem da ministra Dilma Roussef, da Casa Civil.
A revista, famosa por inventar reportagens inverídicas e trabalhar com documentos de origem duvidosa, alega que teve acesso a um suposto dossiê que teria sido preparado pelo governo para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos. O suposto dossiê traz informações sobre os gastos com suprimento de fundos durante o governo Fernando Henrique. Cita gastos com caviar, champagne, viagens e outras futilidades que são citadas apenas para escamotear o real objetivo da reportagem: acusar o governo Lula de chantagista.
Como costuma fazer quando o assunto é delicado e pode comprometer a revista, já que as "acusações" carecem de qualquer tipo de prova, a Veja deu apenas uma singela chamada no topo da capa para a reportagem. A capa mesmo foi dedicada a outro assunto --o desmatamento da Amazônia-- que a revista menospreza mas resolveu tratar para defender os interesses empresariais que rondam a floresta.
Já sobre o suposto dossiê, a revista diz com todas as letras que o documento ao qual teve acesso foi "construído dentro do Palácio do Planalto, usado pelos assessores do presidente na CPI em tom de ameaça e vazado pelos petistas como estratégia de intimidação". Mas não apresenta nenhuma mísera prova ou indício para sustentar estas afirmações.
A revista também mente ao dizer que foi esta suposta intimidação que permitiu a divisão de cargos na CPI, com o PT ficando com a relatoria e o PSDB com a presidência. Além de não ter lógica ---afinal para que o governo cederia um posto à oposição se tinha informações para atacá-la durante a CPI? --- a hipóstese de Veja também esbarra num elemento que no jornalismo sério é fundamental, mas na Veja faz tempo que não é levado em conta: o fato. E o fato concreto é que a negociação dos postos na CPI dos Cartões foi amplamente discutida no Congresso e só permitiu que o PSDB ocupasse a presidência da comissão graças à atuação do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
A maior parte das informações "reveladas" por Veja sobre os gastos da gestão FHC já foram divulgadas em outros veículos de comunicação nas últimas semanas. O suposto dossiê pode, portanto, ter sido uma invenção da própria revista com dados colhidos na imprensa, no Portal da Transparência e até mesmo com funcionários do governo que tiveram acesso a estas informações. A Veja sabe, de experiência própria, que informações podem ser compradas. O dossiê, se é que existe, pode ainda ser obra de pessoas interessadas em desgastar o governo.
Infelizmente, a revista usa a legislação que protege suas fontes para esconder quem "vazou" as tais informações que a Veja alega ser um dossiê preparado pelo governo. Esta informação poderia ajudar o Ministério Público a descobrir se houve realmente intenção de chantagear a oposição.
"Paixão é uma infinidade de ilusões que serve de analgésico para a alma. As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas." Voltaire

CGU vê erros crassos no noticiário sobre cartões

Quando focalizou o atacado dos R$ 171,5 mil que Matilde Ribeiro pendurara no cartão de crédito, a imprensa mandou ao olho da rua uma ministra que não conseguiu explicar o inexplicável. Quando se deixou seduzir pelo apelo da tapioca de R$ 8,30 do ministro Orlando Silva, o noticiário descambou para um varejão de miudezas que pendurou nas manchetes uma penca de equívocos e injustiças.

O ministro Jorge Hage (Controladoria Geral da União) guarda no computador um texto que deixa mal o jornalismo. Relaciona 11 erros crassos que envenenaram o noticiário sobre cartões corporativos. Considerando-se que o Congresso se prepara para instalar uma CPI que vai se ocupar do tema, vale a pena reproduzir o conteúdo do arquivo eletrônico de Hage.

1. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi acusada de ter utilizado o cartão corporativo para adquirir roupa de cama. Despesa regular e necessária, atestaram os técnicos da CGU. Os panos forraram as camas utilizadas por servidores da agência que realizam a fiscalização sanitária no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. São plantonistas, obrigados a pernoitar no batente.

2. A Polícia Federal escalou o noticiário por ter sacado o cartão numa clínica de estética chamada By Kimberly. Eis o detalhe que a reportagem não relatou: a despesa decorre de pagamento de um revólver, devolvido à PF nos termos do Programa Nacional de Desarmamento;

3. Denunciou-se que o cartão do Ministério da Agricultura despejara verbas públicas numa agência de matrimônio. Os técnicos da CGU foram atrás. Descobriram o seguinte: pagou-se, na verdade, a manutenção de veículo do ministério numa oficina mecânica. Por equívoco da Receita Federal, a oficina fora classificada no Cadastro de Pessoas Físicas como intermediária de casamentos. Alertado, o fisco promoveu a correção.

4. Acusou-se o comando da Marinha de sacar o cartão para adquirir um bichinho de pelúcia. Era lorota. Comprou-se, na verdade, um pedaço de veludo. A loja trazia o vocábulo “pelúcia” na logomarca. Mas o pano foi usado para forrar uma bandeja que carrega medalhas em solenidades de condecoração militar.

5. Criticou-se a Marinha por ter manuseado o cartão corporativo numa casa chamada Beleza Cosméticos Ltda.. A compra destinava-se à aquisição de material de consumo para um curso de barbeiro ministrado na Escola de Fuzileiros Navais;

6. Atacou-se a Marinha, de novo, por conta da aquisição de uma caixa de bombons. Os chocolates serviram para retribuir gentilezas à esposa de uma autoridade militar estrangeira que visitou instalações navais do Brasil.

7. Noticiou-se o gasto de uma repartição pública numa loja que trazia o termo “joalheria” enganchado no nome. Compraram-se jóias? Não. Foram adquiridas baterias para um telefone celular.

8. Informou-se que, na Universidade de Uberlândia, até motoboy dispunha de cartão de crédito. Na verdade, tratava-se de um agente administrativo que tem entre suas atribuições a realização de compras emergenciais da reitoria. Por acaso, o servidor vai às compras equilibrando-se numa motocicleta.

9. A própria CGU freqüentou o noticiário por ter mandado roupas para uma lavanderia. Foram à máquina de lavar toalhas de mesa usadas num evento festivo da repartição: o Natal dos funcionários.

10. Um servidor do setor de manutenção do Ministério das Comunicações ganhou notoriedade por ter mandado reparar o forro de uma mesa de sinuca. O móvel encontra-se na garagem do ministério há 16 anos, desde 1992. Traz a plaqueta de “patrimônio da União”. É usado como passatempo dos motoristas, nos horários de folga. Para a CGU, a despesa foi absolutamente legal.

11. Entre as supostas irregularidades praticadas pelo ministro Altemir Gregolin (Pesca) mencionou-se um gasto de R$ 70 feito na choperia Pingüim, em Ribeirão Preto (SP). Varejando as notas da prestação de contas, a CGU verificou que o cartão pagou uma refeição do ministro. Não há no documento menção a bebida alcoólica. Perscrutando a agenda de Gregolin, verificou-se que teve compromisso oficial na cidade no dia em que comeu na choperia mais famosa de Ribeirão.

Nem todas as miudezas escaparam à glosa da CGU. O próprio ministro da Pesca viu-se constrangido a devolver às arcas da Viúva R$ 538 –R$ 512 de um almoço que pagou, sem amparo legal, a uma delegação de autoridades chinesas e R$ 26 de uma outra refeição na qual dividiu a mesa com um acompanhante.

Também o custeio da tapioca do ministro Orlando Silva (Esportes) não pôde ser encaixado na lei. Como as suspeitas estenderam-se dos R$ 8,30 a gastos mais robustos, feitos em restaurantes e hotéis, o ministro optou pos restituir ao Tesouro os R$ 30,8 mil que gastara entre 2006 e 2007. Aguarda a conclusão de auditoria da CGU, para saber se terá direito a algum troco.

Por ora, a CGU concluiu apenas a análise dos gastos de Gregolin. Nos próximos dias, será encerrada a inspeção nos extratos da ex-ministra Matilde. O repórter apurou que ela terá de ressarcir aos cofres públicos uma cifra bem mais expressiva do que os R$ 461 que deixou numa loja de free shop. A auditoria de Orlando Silva será mais demorada.

Seja como for, parece recomendável que a nova CPI concentre-se no atacado dos gastos com cartões -as despesas à Matilde e os dispêndios secretos do Palácio do Planalto, por exemplo. Se deslizarem para a miudeza, os congressistas arriscam-se a ter de fazer uma outra CPI, dessa vez para investigar o teatro das comissões parlamentares de inquérito e a inutilidade de boa parte do noticiário.

Nova eleição no PT da Bahia é afirmação de democracia interna

Foto: César Ogata
As correntes políticas dentro do PT baiano não mais se entendem. A passagem de Marcelino Gallo pela presidência regional foi altamente desagregadora. Jonas Paulo ganhou o segundo turno do Processo de Eleição Direta (PED) e a turma de Marcelino Gallo melou o resultado com denúncias de supostas fraudes. A Executiva Nacional decidiu pela realização de uma nova eleição, um terceiro turno. É um caminho legítimo, embora teoricamente pudesse haver um acordo político.
Qual acordo político poderia ser razoável?
1) Nelson Pelegrino poderia ser escolhido mais uma vez o candidato à prefeitura de Salvador, já que não há alternativa viável e o partido precisa eleger uma bancada municipal.
2) Jonas Paulo deveria assumir a presidência do partido, já que ganhou a eleição no segundo turno.
3) Vânia Galvão deveria assumir a presidência do PT de Salvador, já que ganhou a eleição, mesmo que tenha sido por um voto, mas ganhou.
Seguramente, o PT vai lançar candidato à prefeitura de Salvador. Não faz parte da tradição petista concorrer sem candidato próprio. O problema é que lideranças partidárias já não acreditam mais numa candidatura de Nelson Pelegrino e passaram a procurar uma alternativa. Não existe. Quanto mais demorar em decidir, mas se enfraquecerá eleitoralmente.
Salvador nunca esteve tão bem servido de candidaturas a prefeito:
Raimundo Varela (PRB), radialista popular e apoiado pela Igreja Universal de Edir Macedo. É um direito de Varela e ele encabeça as primeiras pesquisas.
Antônio Imbassahy (PSDB), que já foi prefeito por oito anos e deixou a prefeitura em petição de miséria, dívida astronômica e um sistema de saúde falido. Saído do carlismo vai dividir os votos tradicionais do segmento conservador da sociedade.
ACM Neto (DEM) que com sua mediocridade tenta herdar os votos do carlismo. A candidatura de Imbassahy divide seus votos na capital.
Lídice da Mata (PSB), excelente nome, já foi prefeita com uma administração sabotada pelo falecido senador ACM, a níveis federal e estadual. O eleitorado ao elegê-la deputada estadual e depois federal deu mostras de ter entendido o cerco à sua administração.
Olívia Santana PCdoB), poderia se tornar um nome fortemente simbólico sendo mulher, negra e ativista política competente.
Nelson Pelegrino, eterno candidato derrotado do PT nas eleições para a prefeitura de Salvador. É a candidatura mais lógica, embora esteja se desgastando com a confusão eleitoral interna provocada por seus próprios aliados.
João Henrique Carneiro (PMDB), atual prefeito, vai armando sua reeleição com a vispivel recuperação de sua administração, sendo favorito diante da divisão dos demais partidos.
Há outros nomes menos expressivos nas páginas dos jornais. Muitos fruto de meras especulações e ensaios políticos.
Noticia publicada na página Bahia de Fato.

Para TCU, não há uso eleitoreiro do Bolsa Família

Os arquivos do TCU guardam um documento que transforma em pó a principal objeção dos partidos oposicionistas ao Bolsa Família. O texto tem 40 folhas. Anota o resultado de auditoria realizada por três técnicos do tribunal de contas no programa que é a pupila dos olhos de Lula. Varreram-se três exercícios –de 2004 a 2006, ano da reeleição. Produziu-se um atestado de idoneidade política do governo.

Embora datado de 12 de junho de 2007, só agora o documento do TCU vem à luz. Justamente no instante em que a oposição esforça-se para grudar no “Territórios da Cidadania”, a mais nova iniciativa social de Lula, a mesma pecha “eleitoreira”. A auditoria no Bolsa Família foi encomendada pelo ministro Ubiratan Aguiar em 19 de setembro de 2006, um mês antes da última eleição presidencial.

Sob o número 020.586/2006-9, o despacho do ministro teve objetivo específico. Requisitou-se à equipe de auditores o exame das causas da expansão do Programa Bolsa Família, alvejado por PSDB e DEM, ao longo de toda a campanha, como uma peça de promoção eleitoral a serviço da reeleição de Lula. Eis um resumo das conclusões a que chegaram os técnicos Maurício Gomyde Porto (coordenador), Dagomar Henriques Lima (supervisor) e Clayton Arruda de Vasconcelos:

1. “Não há evidências de favorecimento a partido político específico, nem descumprimento de norma legal que pudessem caracterizar utilização do programa com finalidades eleitoreiras no nível federal.” O texto faz uma ressalva: não descarta a hipótese de prefeitos terem feito “uso promocional” do Bolsa Família. “Nesse caso”, diz o relatório, os “desvios pontuais devem ser objeto de investigações específicas.”

2. “O percentual de cobertura do programa nos municípios administrados pelos quatro maiores partidos políticos brasileiros não apresentou diferenças significativas [...].” Logotipos da oposição receberam tratamento equânime ao dispensado às logomarcas governistas. Pela lei, cabe às prefeituras a tarefa de cadastrar os beneficiários do Bolsa Família.

3. Analisaram-se os municípios geridos por PMDB, PT, PSDB e DEM (PFL à época da auditoria). Respondem por cerca de 60% da carteira de famílias penduradas no programa. Descobriu-se que, em média, “a cobertura nacional do público-alvo residente nos municípios administrados pelos quatro partidos ficou em 99,89.” Considerando-se os dados disponíveis em junho de 2006, coube às prefeituras confiadas a políticos do PMDB o maior percentual de cobertura: 100,47%. Vêm a seguir o PT (100,13%); o PSDB (99,73%); e o ex-PFL (99,24%);

4. Os auditores detectaram uma expansão “atípica” do Bolsa Família nos meses de maio e junho do ano eleitoral de 2006. Nesses dois meses, o programa registrou crescimento de 10,96%. Um salto, considerando-se que a expansão média de 2004 e 2005 fora de 3,83%. De janeiro a junho de 2006, escalaram o cadastro do programa 2,2 milhões de novos beneficiários –1,9 milhão só no mês de junho. Perscrutando as causas, os auditores afastaram a aparente motivação eleitoral. Descobriu-se que as metas do Bolsa Família haviam sido fixadas em 2003. Previra-se que, em 2006, o programa alcançaria 11 milhões de famílias. Daí o crescimento. Verificou-se, de resto, que o governo tomou a “decisão gerencial” de concentrar os novos cadastramentos na primeira metade do ano justamente para evitar a contaminação com a campanha. “Iniciava-se o período eleitoral em julho, com encerramento no final de outubro”, anota o relatório do TCU. “Os meses de novembro e dezembro não seriam suficientes para o cumprimento da meta estabelecida para o ano, pois o calendário operacional de geração de folhas de pagamento é extenso e os volumes de entrega de cartões pressionariam demais a rede Caixa Econômica Federal, colocando em risco o alcance da meta anual do Bolsa Família.”

5. Os técnicos do TCU atestaram que as metas do Bolsa Família foram alcançadas sem ferir nem a Lei de Responsabilidade nem a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Em 2004, para levar o benefício a 6,5 milhões de famílias, o governo gastou R$ 5,6 bilhões. Em 2005, para socorrer 8,7 milhões de famílias, gastou um pouco menos: R$ 5,2 bilhões. Em 2006, para levar lenitivo financeiro a 11,1 milhões de lares, o programa sorveu do Tesouro R$ 7,594 bilhões. Tudo em consonância com o Orçamento aprovado pelo Congresso. “A expansão do programa Bolsa Família foi ato combinado dos Poderes Executivo e Legislativo, tendo em vista que este alocou os recursos orçamentários necessários ao pagamento do benefício a 11,1 milhões de famílias e aquele executou as ações necessárias à implantação do programa”, escreveram os auditores.

6. Além da ausência de afronta ao rigor fiscal, os auditores do TCU consignaram no relatório de auditoria que não houve desrespeito à legislação eleitoral. Anotaram o seguinte: a lei que regula as eleições “permite a concessão de benefícios financeiros no período eleitoral, quando se tratar de programas sociais autorizados em lei e com execução financeira anterior ao exercício em que ocorrem as eleições”. É, precisamente, o caso do Bolsa família, um programa que “já estava sendo executado desde o exercício de 2003.” Segundo os auditores, ainda que o governo tivesse concedido novos benefícios depois de junho de 2006, não teria praticado nenhuma “ilegalidade.”

Doravante, se quiser renovar as críticas ao Bolsa Família, a oposição terá de desqualificar o TCU ou ajustar o discurso. Pode, por exemplo, centrar os ataques à ausência da tão falada “porta de saída” do programa, tema que não foi objeto da análise do tribunal. No mais, a julgar pela exatidão do teor do documento produzido pela trinca de auditores, a pregação eleitoreira tornou-se um balão furado.

Publicado na pagina do Josias de Souza.

MAINARD ENCALHADO

Diogo Maynard é aquele falastrão que alguém abençoou na revista Veja e sabe-se lá o porquê diz ser “jornalista”. Ao bem da verdade o sujeito escreve algumas coisas que inflado por outros seguidores vira polemica. Claro que em um circuito muito reduzido, comparado a população do País.
Estive em Brasília no dia 25 de fevereiro e vi algo que simboliza o atual estagio de aceitação, pela população, do livro que ele escreveu.
Na vitrine da livraria existente no aeroporto da cidade é evidente o encalhe de sua “obra”!
No dia 26, agora na cidade de Salvador na Bahia estive na livraria Saraiva do Shopping Salvador e mais uma vez ver-se o prejuízo que a editora está tendo. Lá o número é muito maior e segundo um amigo meu, o papel não serve nem para ser usado no banheiro, de tão ruim que é.
Então o prejuízo não será atenuado.
Existe uma lenda no meio político que diz “aquele que atacar o LULA injustamente não terá prosperidade”. O Maynard está sentido isto na pele.

DANIELA MERCURY É MAIS UMA



Não é só a “Ivetinha” que tem projetos aprovados pela Lei Rounet do Ministério da Cultura para captação de recursos.
Agora aparece, além dela, Daniela Mercury que usando do seu prestigio se beneficia da Lei de incentivo fiscal criada para ajudar as produções mais populares.
DEPOIS DE TANTO ME PEDIREM PARA COLOCAR CONTADOR DE VISITA A PÁGINA RESOLVI POR. DE AGORA EM DIANTE VAMOS VER TODOS.


IVETE RECEBE DINHEIRO VIA LEI ROUANET

Toda e qualquer pessoa, Física ou jurídica, tem o direito de apresentar Junto ao Ministério da Cultura um ou mais projetos para ser aprovado e em seguida receber a autorização para captação de recursos através da Lei Rouanet. Ocorre que alguns artistas usando de sua popularidade e amizades, estão conseguindo rapidamente recursos para seus projetos. O que não acontece com a maioria dos mortais. A empresa da cantora Ivete Sangalo está autorizada a captar R$ 1.950.650,84 (um milhão novecentos e cinqüenta mil seiscentos e cinqüenta reais e oitenta e quatro centavos). Tudo estaria bem se não fossem os sues próprios fãs em uma página da comunidade Orkut, não terem gostado de ficar sabendo que a Belezinha da Axé Music está se dando bem com o dinheiro que deveria ser investido em projetos populares. A Ivete não ficou bem na foto ao ser pilhada nesta história, logo ela que vivia na cozinha de ACM, agora tem as benesses do Ministério da Cultura no Governo do PT. Estrela de grandes campanhas publicitárias, faturando milhões, ela não precisa receber dinheiro do governo enquanto outros artistas populares lutam para receber uma ponta que seja. O que todos querem saber agora é, quem são as empresas que colocaram mais um punhado de dinheiro nos cofres da menina Ivete. Sabidinha ela!

ALGUM LOUCO

Na ladeira alguém
Na ladeira um alguém
Na ladeira existe um alguém
Na ladeira sei, existe um alguém
Na ladeira eu sei, existe um alguém
Na ladeira um louco
Na ladeira você cospe
Na ladeira um mendigo dorme
Na ladeira uma família mora
Na ladeira um louco corre
Na ladeira eu corro sem parar.

CARTA DE LULA A RONALDO

Presidente Lula envia carta ao atacante brasileiro Ronaldo, jogador do Milan e maior artilheiro da história das Copas:

“Meu querido Ronaldo
Mais uma vez, a vida lhe prega uma peça. Dá a impressão que se trata de um teste para sua energia e sua capacidade de resistir... Mas saiba que, assim como eu, milhões de brasileiros acompanharam com o coração partido sua dor, sua tristeza e seu sofrimento. E, da mesma forma, me uno a esses milhões de brasileiros para lhe dizer: menino, segue em frente, resiste, não desanima; tão forte quanto a dor e a decepção é a resistência que Deus lhe deu para perseverar, para teimar e vencer todos os obstáculos.
Tenho fé, assim como nossa gente brasileira, que você voltará aos gramados e vai ser, de novo, exemplo e referência de coragem e perseverança. Tenho certeza, sobretudo, como amante do futebol, que você vai dar a todos, italianos e brasileiros, a alegria de vê-lo fazer as extraordinárias jogadas e marcar os gols que nos trouxeram e trarão tanta felicidade.
Estamos rezando e fazendo um cordão de energia e apoio a você, meu querido Ronaldo. Que Deus te abençoe sempre!
De teu fã e amigo,
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil”
É a segunda vez que Ronaldo spfre este tipo de lesão. O tendão patelar do joelho esquerdo de Ronaldo se rompeu em uma partida pelo campeonato italiano, na última quarta-feira. Ele já foi operado com sucesso em Paris.

Todas as Cartas de Amor são Ridículas - Fernando Pessoa.


Todas as cartas de amor são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente ridículas.)

NASSIF MOSTRA OS PODRES DA REVISTA VEJA

Para os menos avisados na leitura de Blogs sobre política, está acontecendo na internet um verdadeiro furacão.
O jornalista Luiz Nassif em seu Blog vem desvendando de forma irrefutável os bastidores da redação da revista Veja. Ele mostra como foram produzidas algumas das reportagens falsas de denuncia contra o Governo Federal e pessoas, com o intuito de destruir-los.
Mas nada do que está sendo desmascarado por Nassif está na grande imprensa, que calada compactua e tem medo de que suas redações também sejam alvo da sinceridade de algum jornalista e mostre os seus podres aos seus leitores.
O caso de Veja é didático para quem vive em Paulo Afonso e ouve a rádio do PFL. Lendo os textos de Luiz Nassif você perceberá que lá como cá matérias são manipuladas para achacar pessoas, mesmo que nada do que falam contenha um único fundo de verdade.


Leia tudo o que Nassif escreveu sobre a veja AQUI.

RECADO A UM AMIGO

Encontrei um amigo que a muito não via. Ele me falou que agora é poeta e que escreve coisas da vida, do seu cotidiano. Muitas destas histórias são pura fantasia, não se referem a nada que ele tenha conhecido ou vivido. Falou-me também que por mais que ele explique para as pessoas que andam ao seu redor e que não é sobre elas, estas pessoas não entendem, teimam em colocar a carapuça.
Não sei como posso ajudá-lo!
Mas lhe dei um conselho!
Falei para ele que o que importa mesmo é ser feliz e que nada que lhe imputem valerá e que só a verdade permanecerá. Se não é sobre alguém que ele fala, então que não se importe.
Escreva, coloque os bichos para fora. Isto fará bem.
No mais, são só palavras.

A MORTE DOS ATRATIVOS TURISTICOS


A eterna dependência dos atrativos turísticos da cidade de Paulo Afonso em relação a Companhia Hidroelétrica de Paulo Afonso é o que tem levado a estagnação do setor e ao desaparecimento dos encantos, afastando os turistas da cidade.


A correnteza do Belvedere é um bom exemplo do descaso da Chesf para com a comunidade. Deixaram de liberar água para o enchimento da mesma e o que acontece é o abandono total.

Dinheiro da 'CIA'para FHC - Por Sebastião Nery - Tribuna da Imprensa

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.
Fundação FORD - Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
Agente da CIA - Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.
Quem pagou - Acaba de chegar às livrarias brasileiras um livro interessantíssimo, indispensável, que tira a máscara da Fundação Ford e, com ela, a de Fernando Henrique e muita gente mais: "Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura", da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editado no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro). Quem "pagava a conta" era a CIA, quem pagou os 145 mil dólares (e os outros) entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique foi a CIA. Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" ("The Washington Post"). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" ("Spectator"). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" ("The Times").
Milhões de dólares - 1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153). 2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443). 3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).
FHC facinho - 4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123). 5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119). 6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.
Que os olhos não tivessem visto o que viram

Assim meu coração não sofreria tanto.

NA ESCURIDÃO DA NOITE

Às vezes você encontra alguém e se apaixona
Isto parece ser só o começo.
Outras tantas a paixão vira amor
E você acredita que encontrou a felicidade.
Mas um dia, quando você mais está feliz
Vem a noite com sua escuridão
E o que você descobre?
Que aquele seu amor encontrou outro amor.
Pergunto-me,
Como devo me comportar?
Se há amor!
Que o novo amor dela sobreviva
E que o meu encontre o caminho.

AOS POETAS CLÁSSICOS

Patativa do Assaré
Poetas niversitário,
Poetas de Cademia,
De rico vocabularo
Cheio de mitologia;
Se a gente canta o que pensa,
Eu quero pedir licença,
Pois mesmo sem português
Neste livrinho apresento
O prazê e o sofrimento
De um poeta camponês.

Eu nasci aqui no mato,
Vivi sempre a trabaiá,
Neste meu pobre recato,
Eu não pude estudá.
No verdô de minha idade,
Só tive a felicidade
De dá um pequeno insaio
In dois livro do iscritô,
O famoso professô
Filisberto de Carvaio.

No premêro livro havia
Belas figuras na capa,
E no começo se lia:
A pá — O dedo do Papa,
Papa, pia, dedo, dado,
Pua, o pote de melado,
Dá-me o dado, a fera é má
E tantas coisa bonita,
Qui o meu coração parpita
Quando eu pego a rescordá.

Foi os livro de valô
Mais maió que vi no mundo,
Apenas daquele autô
Li o premêro e o segundo;
Mas, porém, esta leitura,
Me tirô da treva escura,
Mostrando o caminho certo,
Bastante me protegeu;
Eu juro que Jesus deu
Sarvação a Filisberto.

Depois que os dois livro eu li,
Fiquei me sintindo bem,
E ôtras coisinha aprendi
Sem tê lição de ninguém.
Na minha pobre linguage,
A minha lira servage
Canto o que minha arma sente
E o meu coração incerra,
As coisa de minha terra
E a vida de minha gente.

Poeta niversitaro,
Poeta de cademia,
De rico vocabularo
Cheio de mitologia,
Tarvez este meu livrinho
Não vá recebê carinho,
Nem lugio e nem istima,
Mas garanto sê fié
E não istruí papé
Com poesia sem rima.

Cheio de rima e sintindo
Quero iscrevê meu volume,
Pra não ficá parecido
Com a fulô sem perfume;
A poesia sem rima,
Bastante me disanima
E alegria não me dá;
Não tem sabô a leitura,
Parece uma noite iscura
Sem istrela e sem luá.

Se um dotô me perguntá
Se o verso sem rima presta,
Calado eu não vou ficá,
A minha resposta é esta:
— Sem a rima, a poesia
Perde arguma simpatia
E uma parte do primô;
Não merece munta parma,
É como o corpo sem arma
E o coração sem amô.

Meu caro amigo poeta,
Qui faz poesia branca,
Não me chame de pateta
Por esta opinião franca.
Nasci entre a natureza,
Sempre adorando as beleza
Das obra do Criadô,
Uvindo o vento na serva
E vendo no campo a reva
Pintadinha de fulô.

Sou um caboco rocêro,
Sem letra e sem istrução;
O meu verso tem o chêro
Da poêra do sertão;
Vivo nesta solidade
Bem destante da cidade
Onde a ciença guverna.
Tudo meu é naturá,
Não sou capaz de gostá
Da poesia moderna.

Dêste jeito Deus me quis
E assim eu me sinto bem;
Me considero feliz
Sem nunca invejá quem tem
Profundo conhecimento.
Ou ligêro como o vento
Ou divagá como a lêsma,
Tudo sofre a mesma prova,
Vai batê na fria cova;
Esta vida é sempre a mesma.

GLOBO QUER DERRUBAR LULA

Quando é aliado do governo, Jornal Nacional denuncia. Quando é tucano, silencia.
Em sua edição de ontem, o Jornal Nacional mostrou que a polícia de Pernambuco agrediu até a morte um jovem de 13 anos. Um crime bárbaro.
Semelhante a outro, em que um jovem de 15 anos foi violentamente morto pela polícia, em Bauru, São Paulo. Este ainda foi mais cruel, porque a família teve que aguardar na sala, enquanto o jovem era torturado e morto no quarto.
O assassinato de Pernambuco – governado por um aliado do presidente Lula – o JN mostrou.
O de São Paulo – governado pelo tucano José Serra, apoiado pela mídia – não. Quem vê o Brasil e o mundo pela tela do JN não ficou sabendo do que aconteceu.
O mesmo já acontecera com o caso da menina que ficou presa numa cela do Pará – governado pela petista Ana Júlia. Todo dia o caso estava no JN. O do jovem de Bauru – que ontem completou um mês – nada.
E ainda há quem diga que a mídia é isenta, que o problema é de incompetência.
Peralá, é uma incompetência muito seletiva, não?
E você, o que acha?
*PS: Do Blog do Mello.

Emiliano José assume a presidência do Conselho Estadual de Cultura da Bahia



O jornalista, escritor e professor universitário Emiliano José foi eleito presidente do Conselho Estadual de Cultura (CEC). Escolhido por unanimidade pelos conselheiros, terá como vice o professor Albino Rubim, coordenador do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura da Faculdade de Comunicação da Ufba. “Precisamos, em pouco tempo, dar ao Conselho as condições de ser um ator efetivo na condução da política cultural do Estado. Temos de ser capazes, com a nossa diversidade, de contribuir decisivamente para este novo momento político que tem um grande impacto no cenário cultural”, afirmou o novo presidente. Após a eleição, os membros do Conselho discutiram a elaboração de um novo regimento e a atuação das quatro Câmaras que compõem o CEC (de Articulação e Integração; de Políticas Sócio-Culturais; de Produção Cultural Contemporânea e de Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Paisagístico). “O que queremos construir passa por uma relação nova do Conselho com a Secretaria de Cultura e com a sociedade”, afirmou Albino Rubim, defendendo a intensificação das discussões e do diálogo sobre as políticas culturais. A eleição para a presidência do Conselho de Cultura quarta-feira (09). Uma das principais funções do CEC é contribuir para o desenvolvimento da política estadual de cultura. Entre as competências também estão a de propor medidas para estímulo, valorização da cultura e proteção dos bens culturais baianos, além de opinar sobre tombamento e restauração de imóveis, entre outros temas. O Conselho de Cultura foi empossado pelo Governador Jaques Wagner na abertura da II Conferência Estadual de Cultura (25 de outubro), após aprovação pela Assembléia Legislativa. Os representantes fazem parte da sociedade civil e atuam em diversas áreas como cultura indígena, culturas populares, políticas culturais, literatura, teatro, artes visuais, música, audiovisual, dança, arquitetura, cultura negra, cultura digital, entre outras. A escolha dos conselheiros foi realizada partir de uma escuta pública a mais de 30 instituições, incluindo universidades, sindicatos, associações profissionais e instituições de notório saber. Pela primeira vez o Conselho conta com representação do interior, com 20% de sua formação de pessoas que residem ou trabalham no interior do Estado.
Quem é Emiliano José?
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA (1999), Emiliano José da Silva Filho é professor licenciado da Faculdade de Comunicação (FACOM) desta mesma Universidade. Já foi vice-presidente do PT da Bahia, exerceu a presidência em 2005 e faz parte do Diretório Nacional (2006). Foi deputado estadual (1988/1989) pelo PMDB e pelo PT (2003-2006), e vereador da cidade de Salvador (2001-2002, PT). Quando na Assembléia, foi presidente da Comissão Especial para Assuntos da Comunidade Afro Descendente – CECAD, onde iniciou uma longa trajetória de lutas pelas causa negra. Integrou a assessoria política do ministro Waldir Pires, quando este exerceu seu mais recente mandato de deputado federal pelo PT baiano.
É escritor, tendo lançado os seguintes livros: Lamarca, o Capitão da Guerrilha (Global Editora, 1980), em parceria com o jornalista Oldack de Miranda, atualmente (2006) na 17ª edição; Narciso no Fundo das Galés - Combate Político através da Imprensa (Editexto, 1992), Imprensa e Poder: Ligações Perigosas (Edufba/Hucitec, 1995), Marighella – o Inimigo Número Um da Ditadura Militar (Editora Sol & Chuva/Casa Amarela, 1997), na 2º edição; Galeria F – Lembranças do Mar Cinzento (Editora Casa Amarela 2000); As Asas Invisíveis do Padre Renzo (Editora Casa Amarela). Esta última obra foi traduzida para o italiano pela Editora San Paolo, com o título Don Renzo Rossi: un prete fiorentino nelle carceri del Brasile e lançada em 2003 na Itália pelo governo da Província de Firenze. Em 2003 publicou Galeria F, Lembranças do Mar Cinzento - Parte II (Editora Casa Amarela). Está escrevendo, Galeria F, Lembranças do Mar Cinzento - Parte III, cujos capítulos estão sendo disponibilizados em seu site pessoal na Internet.
*PS: Do Site Bahia de Fato.

A VERDADE É DE QUEM?


A pergunta a ser feita é: Quem leu a entrevista de Zé Dirceu na revista Piauì? Se a leu, o que poderia dizer sobre o fato em questão! O PIG (Partido da Imprensa Golpista) afirma que ele teria dito que houve utilização de caixa dois para a construção da sede do PT no Rio Grande do Sul. Agora o Zé diz que não foi isto que falou e não é isto que está escrito. Alguém ai pode me dizer onde encontro esta entrevista para poder saber quem está falando a verdade? Antes de afirmar quem está com a verdade é bom lermos a entrevista para não condenar nem um dos dóis lados.

TSE FAZ CAMPANHA PARA FHC

(a fraude)


Caro leitor (a) se você puder assista ao comercial do TSE que está sendo veiculado no ar pelas Tvs abertas. Ao final do mesmo, aparece um titulo de eleitor e qual não é a surpresa o nome da pessoa que lá está é Carlos Henrique Fernandes, podendo abreviar teremos CHF ou se formos mais inteligentes, FHC. E isto pode? URGENTE. Comentários e guerra contra o comercial.

ELES RETIRARAM 41 BILHÕES DA SAÚDE


Morte de Fernando Aldo era tramada desde maio

A morte do vereador por Delmiro Gouveia, Alagoas, Fernando Aldo Gomes Brandão, crime praticado na madrugada de 1º de outubro em Mata Grande, vinha sendo tramada desde o mês de maio. É o que apontam as investigações dos delegados Kátia Emanuelly Castro, José Edson Freitas Júnior e Paulo Cerqueira, divulgadas agora há pouco na direção-geral da Polícia Civil. Os delegados que presidiram as investigações são aprovados no último concurso, tendo cerca de 5 anos dentro da instituição. Segundo o inquérito policial, que foi entregue no final desta tarde à 17ª Vara Criminal (dos crimes de mando), em maio, um homem identificado como Arnóbio teria ido a Delmiro Gouveia e procurado o militar da reserva Dilson para que ele acompanhasse toda a movimentação do vereador Fernando Aldo. No dia das mães, ou seja, em maio, Arnóbio foi assassinado em Pernambuco com mais de 100 tiros. De acordo com os delegados, Arnóbio havia sido citado pela família Ferro como um dos autores do crime de “Bastinho Ferro”. Esta acusação teria sido a motivação da morte de Arnóbio. No início de setembro, os pistoleiros Wellington e Nildo, irmãos de Arnóbio, estiveram em Delmiro Gouveia e procuraram Dilson a fim de contratá-lo para matar Fernando Aldo. Durante a estadia em Delmiro Gouveia, Wellington e Nildo ficaram na granja de um comerciante, identificado pela polícia apenas como Alexandre. “Aproveitando a presença dos pistoleiros, Alexandre encomendou a morte de dois homens que assaltaram seu estabelecimento. Os ladrões estavam em Piranhas. Os pistoleiros estavam com um Astra creme, roubado no Rio de Janeiro. Com este veículo eles interceptaram uma Van de transporte alternativo e conseguiram matar um dos bandidos. O outro conseguiu fugir. Mas o plano não havia dado certo, uma vez que o carro tinha sido visto e a placa divulgada, e também um dos bandidos fugiu. Wellington e Nildo tiveram que sair da cidade e não completaram ainda o plano de matar Fernando Aldo. Eles levaram o carro para o lixão de Piranhas e atearam fogo no carro”, explica o diretor-geral da Polícia Civil, delegado Carlos Alberto Rocha Fernandes Reis. No dia 30 de setembro, depois de fecharem com o soldado Carlos Marlon Gomes a participação no homicídio, Wellington e Nildo teriam voltado para Delmiro Gouveia, a fim de matar Fernando Aldo. O homicídio seria praticado após a Missa do Vaqueiro, mas o crime não teria sido consumado porque o vereador estava o tempo todo com o filho de seis anos no colo e os criminosos não teriam tido coragem de efetuar os disparos. “Dia seguinte, Fernando Aldo foi para a cidade de Mata Grande, para o último dia do carnaval fora de época. Por volta das 1h, ele deixou sua família no palanque da festa e disse que ia até o carro para descansar um pouco. Ao chegar em seu veículo, notou que um dos pneus estava vazio. Quando abria a porta do carro foi rendido pelo soldado Marlon, que efetuou nove disparos de pistola nove milímetros”, afirma o delegado Edson Júnior. Segundo a equipe que investigou o caso, todos os resultados obtidos foram fruto de intenso trabalho de inteligência. “Todas as reuniões pós-crime foram fotografadas e filmadas. Temos fartas provas. Monitoramos telefones, além de movimentações bancárias de todos os envolvidos”, garante Carlos Reis. O ex-guarda municipal Wagner André, também de Delmiro Gouveia, teria sido contactado por Wellington e Nildo para matar Fernando Aldo, mas não teria aceitado. André e Dilson foram ouvidos pela Polícia e pelos juízes da 17ª Vara e contaram os detalhes do plano criminoso. “Tanto o André quanto o Dilson revelaram que o crime teria sido encomendado pelo deputado Cícero Paes Ferro e que os acusados receberam 20 mil reais pelo assassinato. Fernando Aldo era um feroz opositor do deputado e o crime teve motivação política”, completa o delegado Edson Júnior. A arma utilizada no crime estaria de posse de Wellington e Nildo, que estão foragidos. Soldado Marlon está preso, assim como o comerciante Alexandre. Os delegados afirmam que já entraram com o pedido de prisão preventiva do parlamentar no Tribunal de Justiça.

PAPAI NOEL EXISTE!



Quando EU era criança tinha sonhos que me faziam viajar por países que nunca irei conhecer pessoalmente. Ficava lendo os livros e entrava dentro daquelas histórias maravilhosas. Às vezes, muitas até, vivia personagens e era lindo ser assim. Sou do tempo que se lia um gibi e virava um daqueles personagens maravilhosos. Lembro da raposa Robin Hood que defendia a todos os moradores da floresta. Eu queria ser como ela.
Na juventude descobri o escritor Jorge Amado e me apaixonei por seus livros. O que mais me sensibilizou foi a sua trilogia, Subterrâneos da Liberdade, que narra como vivia a sociedade Brasileira na ditadura Vargas. Conheci os versos de Castro Alves bem depois de já rabiscar algumas letras falando dos meus sentimentos.
Amadurecendo as idéias foi lendo novos autores já na área da política, nunca esquecendo as biografias e os contos.
Hoje vivo um dilema pessoal. Não sei o porquê, mas meus filhos resolveram não acreditar mais em Papai Noel. Fico louco com isto. Como pode uma criança não ter mais sonhos? Ficar imune as fantasias? Preocupa-me saber que eles podem no futuro não ter sensibilidade para com os outros. De que eles percam seus sonhos. Estou triste, muito triste com isto. Onde está o meu Papai Noel que eles não conseguem mais ver e que eu não consigo mais lhes mostrar?
Se eu tiver culpa nisto, peço perdão de público.
O meu Papai Noel nunca se perdeu em meus sonhos.
O meu amor por ela é tão grande que não cabe dentro de mim e eu sofro por isto.



Carta do deputado Federal Ciro Gomes à atriz Letícia Sabatella
20/12/2007

Letícia, ando meio quieto por estes tempos, mas, ao ver você visitando o bispo em greve de fome no interior da Bahia, pensei que você deveria considerar algumas informações e reflexões. Poderia começar lhe falando de República, democracia, personalismo, messianismo... Mas, sendo você a pessoa especial que é, desnecessário. O projeto de integração de bacias do rio São Francisco aos rios secos do Nordeste setentrional atingiu, depois de muitos debates e alguns aperfeiçoamentos, uma forma em que é possível afirmar que, ao beneficiar 12 milhões de pessoas da região mais pobre do país, não prejudicará rigorosamente nenhuma pessoa, qualquer que seja o ponto de vista que se queira considerar.

Séria e bem intencionada como você é, Letícia, além de grande artista, peço-lhe paciência para ler os seguintes números: o rio São Francisco tem uma vazão média de 3.850 metros cúbicos por segundo (!) e sua vazão mínima é de 1.850 metros cúbicos por segundo (!). Isto mesmo, a cada segundo de relógio, o Rio despeja no mar este imenso volume de água.

O projeto de integração de bacia, equivocadamente chamado de transposição, pretende retirar do Rio no máximo 63 metros cúbicos por segundo. Na verdade, só se retirará este volume se o rio estiver botando uma cheia, o que acontece numa média de cada cinco anos. Este pequeno volume é suficiente para garantia do abastecimento humano de 12 milhões de pessoas.

O rio tem sido agredido há 500 anos. Só agora começou o programa de sua revitalização, e é o único rio brasileiro com um programa como este graças ao pacto político necessário para viabilizar o projeto de integração.

No semi-árido do Nordeste setentrional, onde fui criado, a disponibilidade segura de água hoje é de apenas cerca de 550 metros cúbicos por pessoa, por ano (!). E a sustentabilidade da vida humana pelos padrões da ONU é de que cada ser humano precisa de, no mínimo, 1.500 metros cúbicos de água por ano. Nosso povo lá, portanto, dispõe de apenas um terço da quantidade de água mínima necessária para sobreviver.

Não por acaso, creia, Letícia, é nesta região o endereço de origem de milhões de famílias partidas pela migração. Converse com os garçons, serventes de pedreiros ou com a maioria dos favelados do Rio e de São Paulo. Eles lhe darão testemunhos muito mais comoventes que o meu.

Tudo que estou lhe dizendo foi apurado em 4 anos de debates populares e discussões técnicas. Só na CNBB fui duas vezes debater o projeto. Apesar de convidado especialmente, o bispo Cappio não foi. Noutro debate por ele solicitado, depois da primeira greve de fome, no palácio do Planalto, ele também não foi. E, numa audiência com o presidente Lula, ele foi, mas disse ao presidente, depois de eu ter apresentado o projeto por mais de uma hora (ele calado o tempo inteiro), que não estava interessado em discutir o projeto, mas "um plano completo para o semi-árido".

As coisas em relação a este assunto estão assim: muitos milhões de pessoas no semi-árido (vá lá ver agora o auge da estiagem) desejam ardorosamente este projeto,esperam por ele há séculos. Alguns poucos milhões concentrados nos estados ribeirinhos ao Rio não o querem. A maioria de muitos milhões de brasileiros fora da região está entre a perplexidade e a desinformação pura e simples. Como se deve proceder numa democracia republicana num caso como este?

O conflito de interesses é inerente a uma sociedade tão brutalmente desigual quanto a nossa. Só o amor aos ritos democráticos, a compaixão genuína para entender e respeitar as demandas de todos e procurar equacioná-las com inteligência, respeito, tolerância, diálogo e respeito às instituições coletivas nos salvarão da selvageria que já é grande demais entre nós.

Por mais nobres que sejam seus motivos - e são, no mínimo, equivocados -, o bispo Cappio não tem direito de fazer a Nação de refém de sua ameaça de suicídio. Qualquer vida é preciosa demais para ser usada como termo autoritário, personalista e messiânico de constrangimento à República e a suas legítimas instituições.

Proponho a você, se posso, Letícia: vá ao bispo Cappio, rogue a ele que suspenda seu ato unilateral e que venha, ou mande aquele que lhe aconselha no assunto, fazer um debate num local público do Rio ou de São Paulo.
Imagine se um bispo a favor do projeto resolver entrar em greve de fome exigindo a pronta realização do projeto. Quem nós escolheríamos para morrer? Isto evidencia a necessidade urgente deste debate fraterno e respeitoso. Manda um abraço para os extraordinários e queridos Osmar Prado e Wagner Moura e, por favor, partilhe com eles esta cartinha. Patrícia tem meus telefones. Um beijo fraterno do Ciro Gomes

Ciro Gomes é deputado federal (PSB-CE) e foi ministro da Integração Nacional

DEZ MOTIVOS PARA VOCÊ CAIR FORA


Os 10 motivos para você não se candidatar.

01 – Ou você é muito rico para bancar sua candidatura ou será bancado por algum rico desses aí. O resultado é que terá que defender ou elaborar emendas relacionadas ao interesse do seu padrinho: “o magnata”. Jamais será você mesmo.
02 – Você terá que aprender a nunca ser sincero. Terá que olhar para quem lhe pede ajuda e dizer: Com certeza resolveremos seu problema. Aí, o chumbeta vai receber a ordem: Anota isso aí. O resultado? O problema nunca será resolvido.
03 - Você deixará a convivência de sua família para desfrutar de momentos intensos de negociatas, interesses, apertos de mão e tapinhas ns costas que ferem mais que um punhal. Mas não liga não, viu. Tudo isso tem um objetivo, que é ajudar o povo. Que povo? O povo ligado diretamente ao “magnata”. Seus amigos, sua família, suas amantes e todos aqueles que vivem há anos da “suruba prostitulítica”.
04 - Você não conseguirá votos em alguns municípios que mais parecem “engenhos de escravos”, onde sempre os mesmos ditam em quem se deve votar, em quem se deve respeitar, em quem se deve ouvir, em quem se deve olhar e em quem se deve até matar. Nestes lugares, toda família dos magnatas ocupa tudo e a mente de todos. Por ali, meu caro candidato decente, tenha apenas um sentimento: Pena; ou então, torça para aparecer outra Princesa Isabel com um colete preto escrito “Polícia Federal” assinando a nova Lei Áurea; ou melhor: Lei Tatuáurea.
05 - Você também não conseguirá votos em bairros, viu? Por ali, cada ‘miserável’ tem suas atitudes manipuladas por lideranças e associações que vivem do carreirismo político e, que, com certeza, ocupam um ‘carguinho’ comissionado ou recebem uma ‘merrequinha’ do “magnata” dono do reduto. Um conselho, candidato decente: Não insista; eles até matam quando existe a tentativa de abrir os olhos do pobre cidadão. E como anda o caso Baré Cola mesmo, hein?

06 - Você corre o risco da tentação de ter um ‘mega-apartamento’ em troca de um simples sorriso, dizendo sempre “sim”. Depois, você corre o risco de, ao acordar, ouvir: Você é o fulano? Sim, sou eu. Você está preso. E tome algema! Tudo bem, que algumas algemas combinam com a cara do sujeito, assim como feijão combina com arroz. Mas, você candidato decente, não precisa se arriscar a isso e nem combina com essa “suruba indecente”.
07 – Você, caro candidato decente, não anda armado e nem cercado de jagunços. Você, anda no caminho das coisas corretas, cercado pela família, verdadeiros amigos e sempre iluminado por DEUS.
08 – Você, candidato decente, tem vontade de mudar as coisas e representar o seu povo, não é? Saia fora, então, senão seus sonhos diários e seu único objetivo na vida serão a tão cobiçada ‘vaguinha’ num faz de contas vitalício. Siga feliz a sua atual profissão.
09 - Para você candidato decente, formação de quadrilha são os minutos que antecedem uma apresentação de festa junina, não é? Cuidado, viu! Poderá passar a conviver com peças que se apresentaram acusados de formação de quadrilha. Não quadrilha junina, quadrilha do Código Penal.
10 - Você candidato decente, tire essa idéia da cabeça. Aceite que a nossa democracia atual é lapidada pelos martelos da corrupção; é abrilhantada pelo esmeril das negociatas; é vendida nos balcões da sacanagem; é embalada e guardada no cofre da impunidade e é mantida viva e forte por causa de seu voto. Pelo amor de DEUS, abandone essa idéia.


* Ou vai ter que ser um Dimas Roque e arrumar briga toda hora por não se dobrar a político nenhum.

Está é uma homenagem a FHC o preconceituoso. Os Nordestinos mandam lembranças...

É UM VERDADEIRO DIALETO
SÓ QUEM É NORDESTINO (e matuto) ENTENDE.

Se é miúdo é pixototinho
Se é pequeno é cotôco
Se é alto é galalau
Se é franzino é xôxo
Tudo que é bom é massa
Tudo que é ruim é peba
Rir dos outros é mangar
O bobo se chama leso
E o medroso chama frouxo
Tá torto é tronxo
Vai sair diz vou chegar
Dar a volta é arrodeio
Se é longe é o fim do mundo
Dinheiro é mufunfa
Caba sem dinheiro é liso
Pernilongo é muriçoca
Chicote se chama peia
Quem entra sem licença emburaca
Sinal de espanto é vôte
Se tá folgado tá foló
Quem tem sorte é cagado
Quem dá furo é fulero
Sujeira de olho é remela ou argueiro
Gente insistente é pegajosa
Agonia é aperreio ou gastura
Meleca se chama catota
Gases se chamam bufa
Catinga de suor é inhaca
Mancha de pancada é roncha
Palhaçada é munganga
Desarrumado é malamanhado
Pessoa triste é borocoxô
É mesmo é apôis
Pois sim é não concordo
Pois não é estou as ordens
Correr atrás de alguém é dar carreira
Passear é bater perna
Fofoca é resenha
Estouro se chama pipôco
Confusão é rolo
Travessura é presepada
Gente complicada é nó cego
Paquerar é se inxerir
Distraído é aluado

Visse?! Nun é fácil ?

DEMAGOGOS


 


 

Por conta da aprovação da alteração da lei que criou as bancadas oposicionista e situacionista, o vereador Petrônio Nogueira (DEM) que juntamente com a colega Vanessa de Deus (DEM) votou contra a mudança, teve uma discussão com o também democrata Antônio Alexandre que chamou a atenção do público na sessão de ontem da câmara. Logo depois da votação desta matéria, Antônio usou a palavra para dizer mais uma vez, que por não confiar no Governo, não mais revogaria leis e que todos os projetos levados até a câmara, deveriam seguir o Regimento Interno da Casa, ou seja, os trâmites legais.

Foi neste momento que Petrônio Nogueira aproveitou para contrariar o seu colega de partido: "Vossa Excelência fala isso, mas acabou de aprovar um projeto sem as devidas formalidades legais, um projeto que eu considero desnecessário, porque enquanto vários funcionários da casa estão na iminência de perderem seus empregos, nós aqui estamos fazendo festa criando gabinetes." Antônio rebateu: "Vossa Excelência está sendo demagogo". (retirado da página do jornal Forquilha que por sua vez pegou na página do locutor da rádio dos Demo).

Alguém tem que avisar aos dois vereadores que eles estão no mesmo barco. Mesmo que naufragando. Companheiro que é companheiro morre afogados juntos.




Simone Simões é uma grande amiga. De uns dias para cá ela resolveu montar uma empresa que suprisse as necessidades dos restaurantes de Paulo Afonso. Então a sua idéia foi disponibilizar uma pronta entrega na área de sobremesas. Das que eu já provei, desconheço uma igual.
Com ela você pode saborear: Pave, Pave de brigadeiro, Delicia de abacaxi, delicia de ameixa, mousse de maracuja, mousse de maracula de chocaolate.
Sei que você que gosta de ter maravilhas em sua casa e não precisar sujar tudo. Liga para ela que lá tem pronta entrega.
O telefone da Empresa? 8804 4081
Aproveita antes que ela tenha que só atender aos restaurantes. Ai nós podemos perder esses sabores e eles vão ficar só nas nossas mentes.

INTERIORIZAÇÃO DA CULTURA CHEGA A PAULO AFONSO





Grupo de teatro de Paulo Afonso é vencedor do Prêmio Jurema Penna – Edital de Apoio à Circulação de Espetáculos de Teatro no Estado da Bahia, promovido pela Fundação Cultural do Estado.
“Na trilha com uma alpercata de couro cru”, Proponente Associação Pauloafonsina de Dança e Teatro representado por Aline da Silva Araújo. Desta vez parece que a interiorização da Cultura baiana chegou por aqui.
Parabéns aos artistas da companhia e sabemos que o município estará sendo bem representado em todo o estado. Merda pra vocês. (saudação feita no teatro para desejar felicidades)

Quando a morte vem

Da minha porta vejo a luz do dia

Todo dia é a mesma agonia

Enquanto as pessoas passam

Passa o meu dia

E eu fico aqui sentado

Com um único pensamento

O de quando irei sair para te ver novamente

Se hoje minhas pernas não levam

Antes era você que não vinha

O canto dos pássaros não me incomoda

Incomoda mesmo é não mais ver você

A APA CHESF É DELES

Noticias vindo do planalto central informam que a Administração Regional da Chesf em Paulo Afonso está para mudar de mãos. Segundo os palpiteiros de plantão o Deputado Mario Negromeonte e o ex-Secretário de expansão econômica do Governo Raimundo Caires, Dernival Oliveira, estiveram em reunião com o Presidente LULA em Brasília. Você poderia dizer que isto é um fato comum e que qualquer cidadão pode solicitar uma audiência com sua excelência. Você está parcialmente certo! Após a audiência da Capital Federal o deputado seguiu para Salvador e teve outra, agora com o Governador Jaques Wagner. Coincidência ou não, o fato é que logo depois destas duas reuniões alguém do grupo do Deputado não segurou a língua e saiu a falar do acordo existente para que o cargo de APA em Paulo Afonso esteja garantido para o grupo.
Se isto é verdade eu não sei. Mas que a minha fonte jura de pé juntos que o Partido dos Trabalhadores em Paulo Afonso ta colhendo o que sua direção plantou isto ta!
Se você é petista de carteirinha e quer mudança na condução do partido na eleição interna, vote na chapa encabeçada pelo Vereador Dorival.

O CONCURSO PÚBLICO



Concurso público é um processo seletivo que tem por objetivo avaliar candidatos concorrentes a um cargo efetivo de uma entidade governamental no caso aqui em Paulo Afonso a Prefeitura Municipal. Apesar do processo geralmente ser preparado por empresas especializadas, à responsabilidade da avaliação dos serviços cabe às áreas de Recursos Humanos legalmente designadas. O corre que surgiram na cidade murmúrios de que poderia estar havendo direcionamento do mesmo para que pessoas pudessem ser beneficiadas. O que deve fazer então um prefeito quando fica sabendo que estas ilações colocam sua administração em xeque? Qualquer um que queira preservar a sua história política e este foi o caso de Raimundo Caires, suspenderia o concurso. Alguns podem até dizer e o estão fazendo por incapacidade mental de raciocínio e por disputa política que “o prefeito errou”. Eu digo que ele acertou quando tomou esta decisão. A própria nota que foi publicada no site da Prefeitura esclarece o fato e informa que outra empresa será contratada via licitação para dar encaminhamento ao concurso. Ora, se havia alguma duvida da lisura do processo o Prefeito mostrou com o seu ato que não compactua com desvios de conduta de quem quer que seja em sua administração. E mais que a empresa a ser agora contratada poderá ser qualquer uma que não tenha vínculos com quem quer que seja.
Geralmente os concursos são exigidos para avaliar a competência dos candidatos relativos ao cargo pelo qual estão concorrendo e também para evitar que políticos ocupando cargos eletivos usem de sua influência para fornecer empregos públicos a parentes e conhecidos, desrespeitando assim os princípios da igualdade e da isonomia.
Não consigo agora entender o burburinho que se está sendo feito para desqualificar o concurso público. Parece-me que estas vozes são as mesmas que durante muito tempo não tiveram a coragem que o Prefeito Raimundo Caires está tendo de realizar concursos para todos os níveis profissionais. São estes os que antes apadrinhavam incompetentes no município. Vagabundos de carteirinha que nunca eram encontrados no seu local de trabalho.
O concurso público é uma opção muito popular, devido à grande estabilidade de carreira proporcionada e aos altos salários que estão sendo oferecidos, muitas vezes sem exigência de experiência de trabalho prévio. Aos que dedicarem um pouco mais de tempo de suas vidas para estudarem os assuntos que irão estar nas provas meus votos de que obtenham sucesso.
Para que não reste nenhuma duvida quanto à lisura do concurso e do Prefeito Municipal digo: - Só os que buscam estar à frente do seu tempo têm a coragem que teve Raimundo.
E para não ficar só na defesa do ato praticado pelo administrador lhe peço que seja incluído no próximo concurso a função de Turismologo. Não é compreensível que tendo uma faculdade na cidade com turmas já formadas, tenham sido preteridos estes profissionais. A economia do turismo movimenta boa parte dos tributos arrecadados pelo município, nada mais justo do que ter pessoas que possam contribuir mais com o desenvolvimento da localidade.

Dimas Roque
Cidadão Pauloafonsino.
Paulo Afonso 07 de novembro de 2007

PAULO AFONSO SE DESTACA NO ESTADO





Participantes da Conferência de Cultura aprovam moção de apoio à política de descentralização.


Aprovaram o documento os 973 delegados representando os diversos territórios do Estado, além de 700 artistas, representantes das comunidades quilombolas, de 12 etnias indígenas e de movimentos sociais ligados à terra. Segundo Dimas Roque, o documento será encaminhado ao Governador Jaques Wagner e à Assembléia Legislativa do Estado, além de outras representações políticas e sociais da Bahia.


Para ler noticias clique aqui.

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES




Palavras só atrapalhariam o melhor é ouvir e ver.
Eu calo...

ESSA MENINA

Quem é esta menina?
Linda, bela!
De que foi feito esta menina?
Barro, amor!
De que corpo saiu esta bela mulher?
Da Mãe, do Pai!
Porque a terra onde ela pisa
Brilha, reluz!
A menina cresceu
Hoje é mulher!
Mãe de outra menina.
Bela, linda!

A FRAUDE DO SÉCULO



Imagens do Site Ví o Mundo

Desde criança eu sempre tive um pé atrás nesta história de que o homem foi à lua. Na escola quando se falava sobre o assunto eu tentava ficar calado para não emitir minha opinião. Quem me conhece sabe que isto é impossível, ficar fora de uma polêmica é o mesmo que me pedir para não viver. Aquela bandeira tremulando onde não há oxigênio, aquelas marcas de pegadas onde não há gravidade, restas do astronauta onde não há incidência de luz. Isto e mais as desconfianças de que tudo não teria passado de um filme feito em Hollywood me fizeram desconfiar da armação.
Agora parece que tudo está explicado. Segundo o site
http://viomundo.globo.com do jornalista Carlos Azenha que mostra fotos que seriam a prova definitiva de que tudo foi uma armação dos Estados Unidos para fazer frente a antiga União Soviética. Escondido atrás de um cenário, de olho em um astronauta, o diretor de cinema Stanley Kubrick teria criado, a serviço do governo do Governo Americano, a chamada "fraude do século". Diz Azenha “Esqueça tudo o que você leu ou viu sobre a conquista da Lua. Na verdade, tudo não passou de uma produção meia-boca do gênio criador de 2001, Uma Odisséia no Espaço".



A FORÇA DA OPINIÃO PUBLICADA

Para a justiça Brasileira quando um crime é cometido é necessário que se encontre a prova, sem este “pequeno” detalhe não há como condenar alguém. No caso de Renam até agora não foi encontrado uma prova para incriminá-lo. O julgamento está sendo feito antecipadamente por parte da mídia que publica informações de terceiros e não apresenta provas. No Brasil de hoje há uma inversão de papeis. Quem acusa deveria provar, mas o que acontece é que o acusado é que tem que provar que não cometeu o crime. Como fala meu Pai, “ta tudo de ponta-cabeça”. E vão publicando opinião “pública”.
Vamos combinar uma coisa! Pode ser que encontrem provas de que o Senador por Alagoas Renam Calheiros cometeu este monte de crimes que lhe estão acusando, mas até lá, vamos esperar para que a polícia, justiça ou a imprensa golpista do País descubram alguma prova e o possam colocar para fora do senado. Mas se não for achado nada, deve valer a justiça. Ninguém pode ser preso sem a prova do crime.