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Desbravadores a caminho do Campori

Dois grupos de Desbravadores da cidade de Paulo Afonso, na Bahia, participaram de um acampamento em Glória, no mesmo estado, entre os dias 21 e 23 de julho. O objetivo da atividade foi se preparar para o Campori, um grande evento que reúne jovens adventistas de toda a região norte do país.

O Clube Heróis do Advento, da Igreja Adventista do Bairro Moxotó, acampou na chácara do “irmão Fred” (in memoriam), onde enfrentou alguns desafios e aprendizados. Eles saíram de ônibus às 19h da sexta-feira e chegaram ao local depois de uma viagem cansativa. Lá, eles montaram as barracas, fizeram fogueira, aprenderam a fazer nós em cordas e a usar objetos cortantes com segurança. Eles também se divertiram na lama e participaram de competições.

O Clube Oásis do Sertão, da Igreja Adventista Central, também se aventurou em um acampamento no mesmo fim de semana. Cada ação realizada pelos membros dos clubes conta pontos, que somados, são encaminhados por uma plataforma eletrônica da internet para garantir a participação de cada um no Campori.

Baronesas: FPI identifica proliferação e movimentação que pode comprometer a geração de energia elétrica, a psicultura e o abastecimento de água na região de Moxotó

Buscando minimizar o problema, a Fiscalização Preventiva Integrada fez a coleta da água para análise e posterior medidas devidas

Para investigar a proliferação de macrófitas aquáticas, também conhecidas como baronesas, a FPI- BA criou uma equipe específica que está atuando na Região de Paulo Afonso. Nos primeiros dias de atividade, a equipe Baronesa visitou os oito pontos principais de navegação e dois pontos em terra, sendo eles: os lagos Paulo Afonso 1, 2, 3 e 4; Lago de Delmiro Gouveia; Lago Moxotó; Lago de Itaparica, bem como as regiões de Quixadá, Baixa do Volta do Moxotó, cidade de Glória e cidade de Paulo Afonso.

O que explica o sucesso da Rádio Comunitária Angiquinho?



Quando surgiu a Internet, muitos dos que vivem de comunicação e estudiosos do assunto se apressaram em afirmar que outras formas de informação popular estavam fadadas a sumirem. Um destes meios seria a radiodifusão, que com tantas informações em tempo real sendo disponibilizadas, agora, nas mãos das pessoas e em suas casas através dos computadores de mesas ou notebooks, não teriam mais como conquistar ouvintes.

Parece que as pessoas estão vivendo em um mundo paralelo, onde o irreal, o virtual estaria se sobrepondo ao mundo real.

O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em frequência modulada (FM). Mas que precisa, assim como aquelas conhecidas como “Comerciais”, de uma programação que atraia os ouvintes e que fale “a sua voz”.