Enquanto o hospital universitário, fruto de investimentos do
governo estadual e federal, avança e promete beneficiar toda a região, a
prefeitura aparece apenas como coadjuvante. Mesmo presente em fotos e vídeos de
inaugurações, o município não tem participação efetiva na execução da obra. A
percepção popular é de que o governo local se apoia em realizações externas
para tentar mostrar serviço.
Outro ponto de desgaste é a situação das baronesas, plantas
aquáticas que tomaram conta da Prainha e inviabilizaram o banho de turistas às
margens do rio São Francisco. O problema, que já havia sido alvo de cobranças
do próprio prefeito quando ainda era oposição, permanece sem solução. A falta
de medidas concretas tem impactado diretamente o turismo e a economia local.
Até agora, a gestão tem se resumido ao “feijão com arroz”,
com pagamento de salários em dia, realização de festas populares e intensa
presença em redes sociais. No entanto, a população demonstra impaciência. O que
antes era tema restrito a grupos de WhatsApp, hoje já se discute nas ruas, nos babas
de futebol e nos locais de trabalho. Sem apresentar obras ou projetos de
impacto, o prefeito corre o risco de enfrentar sérios problemas eleitorais
ainda neste ano.
ATUALIZAÇÃO
"Diferente do notificado por você a obra da ciclovia está em andamento.
Essa são imagens feitas está semana.
Houve de fato uma paralisação, mas por conta do não repasse da contrapartida da Caixa."
Texto enviado pela Assessoria de Comunicação do Município.

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