30.11.17

Tá na internet: COMO A FAMÍLIA DE PARASITAS ENRIQUECEU ÀS CUSTAS DO SANGUE DO TRABALHADOR.


COMO A FAMÍLIA DE PARASITAS ENRIQUECEU ÀS CUSTAS DO SANGUE DO TRABALHADOR

Piores do que carrapatos, os Bolsonaros acumulam MILHÕES DE REAIS oriundos de dinheiro público.

De acordo com dados do TSE, entre os pleitos de 2010 e 2014 a renda do parlamentar Jair Bolsonaro subiu 97%, já levando em consideração os efeitos da inflação sobre o valor declarado em 2010.
Em 2010, a renda por ele declarada foi de R$ 826.670,46. Quatro anos mais tarde, saltou para R$ 2.074.692,43, valor que inclui cinco imóveis, entre os quais dois que não constavam na declaração anterior. Mais de DOIS MILHÕES de reais.

Eleito vereador pelo Rio de Janeiro em 1988, no rastro da fama conquistada em reivindicações salariais para os militares, o capitão do exército não exerceu nenhum cargo fora da política dali em diante. Elegeu-se deputado federal em 1990 e não saiu mais da Câmara dos Deputados. Desde os anos 80 mamando nas tetas do estado.

Junto com Jair, estão os filhos Carlos, vereador no Rio de Janeiro desde 2000, quando foi eleito aos 17 anos, Eduardo, deputado federal por São Paulo, e o primogênito Flávio Bolsonaro, deputado estadual pelo Rio de Janeiro. Este último, eleito deputado em 2002, aos 21 anos, foi reeleito sucessivamente até hoje. Na primeira declaração de bens constava um patrimônio de R$ 25 mil, referente a um automóvel Gol 1.0 Turbo, ano 2001, para ser mais exato.

Quatro anos mais tarde, no pleito de 2006, seu patrimônio decolou para R$ 385 mil, ou 992% a mais, considerando a inflação no período. Sua renda continuou subindo, mas de forma menos brusca, chegando ao patrimônio de R$ 690.978,23 em 2010. Em 2014 o acréscimo foi modesto, ficando em R$ 714.394,69.

Mas a declaração de bens de 2002 dá uma pista de que o primogênito de Jair Bolsonaro já pagava suas contas graças ao poder público bem antes de se tornar deputado.
Na cópia do recibo da declaração de imposto de renda apresentada à Justiça Eleitoral consta, no campo “rendimentos tributáveis recebidos de pessoas jurídicas”, o valor de R$ 56.548,63 recebidos da Câmara dos Deputados no ano de 2001.

O montante, corrigido pelo IPC-A, equivale hoje a R$ 152.630,36. Dividindo a quantia por 13 (salários mensais mais 13º) daria uma renda mensal de R$ 11.740,79, formidável para um rapaz de 21 anos. Na sua página, Flávio Bolsonaro afirma que defende a “importância do trabalho e do mérito como mais justos critérios de progresso social”.

O único mérito visível, neste caso, é ser filho de um político histriônico e com produtividade parlamentar raquítica, cujas promessas rasteiras e irrealizáveis atingem diretamente o fígado do eleitorado ávido por um salvador da pátria.

Eles não são diferentes da maioria dos políticos medíocres desse país. Mas devemos desmascarar essa família que, como parasitas, está há décadas sugando o sangue e o dinheiro do trabalhador, escondida em um falso discurso de honestidade e moralidade.


Para ler o texto completo: pragmatismopolitico.com.br

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