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Lula desafia a direita e defende direitos humanos dos presos

Em uma decisão que desafiou as convenções e gerou debates acalorados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com veto, a lei que restringe a "saidinha" de presos. A medida, que ainda não foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), foi confirmada pela Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República.

A lei, oficialmente denominada Lei Sargento PM Dias, altera a Lei de Execução Penal de 1984. Ela determina a utilização do equipamento de monitoração eletrônica pelo condenado nas hipóteses legais e estabelece que o preso somente terá direito à progressão de regime se ostentar boa conduta carcerária, comprovada pelo diretor da penitenciária, e pelos resultados do exame criminológico.

A extrema-direita avança em terreno vazio

Para bem compreender o processo social em curso, o primeiro passo é reconhecer que a direita e a extrema direita brasileiras vêm dando seguidas mostras de vitalidade e capacidade organizativa, principalmente a partir de 2013 e daqueles idos de junho, que, sob as mais variadas facetas, chegam até aqui como que marcando um determinado ciclo, inconcluso,  de nossa história contemporânea. 

No curto espaço histórico de onze anos a direita cassou um mandato presidencial, deu as cores do governo Michel Temer, o perjuro, elegeu presidente da República um obscuro deputado fascista, desorganizou o Estado e impôs pesadas perdas dos direitos políticos, dos direitos previdenciários, trabalhistas e sociais de um modo geral. Impôs retrocessos que ainda estão longe de serem consertados, todos levados a cabo em face de uma sociedade e de um sindicalismo silentes. É o thatcherismo caboclo. O 25 de fevereiro, nada obstante sua relevância, não terá, pois, surpreendido o observador da cena brasileira. E há, ainda, muito o que aguardar das forças protofascistas aqui atuantes, aparelhadas e bem fornidas de apoios do sistema.

Ex-presidente Bolsonaro e aliados sob investigação em operação da PF que abala a direita

A Polícia Federal deflagrou a Operação Tempus Veritatis nesta quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024, que investiga uma organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito.

Os alvos da operação incluem ex-ministros do governo anterior e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o general Augusto Heleno, general Walter Souza Braga Netto, o ex-ministro Anderson Torres, o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, entre outros.

O pecado de Sara



A ativista de extrema direita, Sara Winter, foi presa no dia 15 pela polícia federal decreta pelo ministro Alexandre de Mores do STF - Supremo Tribunal Federal. E ficou a cargo da PGR – Procuradoria Geral da República.

Sara se declarou líder de um grupo, os 300. Ela anunciava ter armas para enfrentar aqueles que discordassem do que pensam. Propõe o fechamento do congresso nacional e a prisão de todos os ministros do supremo tribunal federal. Algo impensável, inclusive por aqueles que deram o gol e implantaram a ditadura de 1964.

Mas entre tantas imagens tresloucadas publicadas na internet por esse grupo, a que mais me chamou a atenção foi mesmo a de Sara saindo da casa dela e sendo acompanhada pela polícia federal. É que ela pedia a alguém, devia ser um dos membros dos 300, para filmar a cena.

Ciro, um homem de partidos. Muitos partidos!


Eu ainda me lembro quando no ano de 1982 saí de minha cidade, Paulo Afonso, no interior da Bahia, acompanhado de um amigo, Ivaldo Brito, para irmos até a capital do Estado, Salvador. Nós tínhamos a missão de encontrar o Jorge Macarrão, a pessoa responsável pelo Partido dos Trabalhadores.

Chegando em Salvador, nos dirigimos à “Cidade Baixa” e lá entramos em uma sala pequeníssima, amontoada de pacotes de papeis com cédulas de filiações, e para completar ainda tinha várias pessoas, também com o mesmo objetivo que o nosso. E foi assim que, retornando ao interior, nos tornamos responsáveis, junto com outros companheiros, pelos primeiros filiados na cidade, tanto é que  minha ficha de filiação foi a de número 02.

E porque falei sobre isso?

A disputa na comunicação



Nos últimos dias Bolsonaro começou a usar termos da esquerda para qualificar prefeitos e governadores que não estão compactuando com suas ideias e seguem as orientações da OMS e seus secretários de saúde.

A apropriação da palavra “ditadores” é um dos casos em que ele, ao falar, induz seus seguidores a reverberar o mesmo e embolar a narrativa.

O mais interessante dessa luta na comunicação, é que a esquerda não consegue responder de imediato as provocações e a narrativas são disputadas dia a dia.

Leia a Revista Época do final de semana



Você agora vai poder ler a Revista Época do final de semana aqui no Blog.

Basta clicar no link que irá ser redirecionado a todo o conteúdo do jornal.

Boa leitura.

Tá na internet: o Nazismo é de Direita


Os nazistas mantinham os judeus em fome constante. Assim, os judeus se ocupavam apenas de uma única tarefa durante o dia todo: procurar alimento, sobreviver, matar a fome imediata e urgente. 

Não tinham tempo e nem energia para organizar conspirações, rebeliões e planos de fuga. A vida se resumia a uma luta individualista, egoísta e solitária pela mera subsistência.

De modo análogo, a maioria dos brasileiros se ocupa apenas da sobrevivência e da dura conquista do básico: moradia, comida, escola e saúde. 

Tá na internet: O que é ser de esquerda


Ser de esquerda não é votar no João ou no Mário. É votar no ideal de fraternidade e solidariedade que João e Mário carregam.

Ser de esquerda não é uma opinião política. É uma FILOSOFIA DE VIDA."

"A esquerda não está a favor do aborto. E sim do direito da mulher escolher se quer ter um filho ou não.

A esquerda não é contra o empresário. A esquerda é contra o desrespeito dos direitos trabalhistas.

Tá na internet: Provocações (Por Marcos Trindade)


Ontem à noite, após mais uma discussão estéril com um eleitor persistente do Bolsonaro, comecei a refletir sobre a incapacidade mútua que temos de entrar em entendimento, pois demonizar apenas e colocar a culpa no outro não parece ser uma boa forma de conseguir consenso, muito embora em casos assim seja bem possível que ele nunca venha a acontecer.