Segundo Jerônimo, não houve qualquer conversa nesse sentido.
O governador reforçou que sua base já está consolidada e que não há espaço para
negociações fora do projeto político que vem sendo construído desde o início de
sua gestão. A negativa, além de reafirmar a unidade interna, expõe o quanto
boatos podem ser usados como ferramenta de pressão e desestabilização no
cenário político.
A repercussão foi imediata. A oposição, que apostava na
narrativa de fissuras dentro do governo, viu o discurso perder força. Já
aliados de Jerônimo celebraram a firmeza da resposta, interpretando o gesto
como sinal de segurança e controle sobre o processo eleitoral. No tabuleiro da
política baiana, o recado foi claro: não há convite, não há acordo, e Elmar
Nascimento segue fora da jogada.

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