O espetáculo estava previsto para começar às 21h45, mas só
teve início por volta das 22h20. Segundo a produção, o motivo foi a necessidade
de ajustes finais na equalização do som e na iluminação do palco, que tinha
estrutura recorde, mais de 2.500 m² e 680 m² de painéis de LED. A organização
alegou que a demora foi essencial para garantir que a experiência fosse
impecável para o público gigantesco que se espalhava pela orla. Já outras
fontes falam que teria sido por problemas de saúde do pai da cantora.
Shakira dividiu o palco com nomes de peso da música
brasileira. Anitta cantou “Choka Choka”, parceria lançada recentemente, e
incendiou a plateia com sua performance. Maria Bethânia emocionou ao
interpretar trechos de clássico da MPB ao lado da colombiana, enquanto Caetano
Veloso trouxe sofisticação com sua participação especial. Já Ivete Sangalo
levantou o público, transformando o momento em um verdadeiro carnaval carioca.
A Praia de Copacabana ficou tomada por uma multidão estimada
entre 2 e 2,5 milhões de pessoas. A plateia, formada por moradores e turistas,
transformou a noite em uma celebração coletiva, cantando sucessos como “Hips
Don’t Lie”, “Whenever, Wherever” e “Bzrp Sessions #53”. O evento, parte do
projeto “Todo Mundo no Rio”, deve gerar impacto econômico de cerca de R$ 800
milhões para a cidade, consolidando o Rio como palco mundial de megashows
gratuitos.
Com atraso justificado, participações memoráveis e uma
multidão histórica, o show de Shakira em Copacabana não apenas reafirmou o
poder da artista como ícone global, mas também reforçou a vocação do Rio de
Janeiro para receber eventos de proporções gigantescas. Foi uma noite que
misturou música, emoção e espetáculo, deixando claro que a cantora colombiana
sabe transformar qualquer palco em um acontecimento inesquecível.

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