A operação contou com 36 mil profissionais mobilizados e 53
portais de abordagem espalhados pelos principais acessos da festa. Além disso,
o sistema de reconhecimento facial, já consolidado como ferramenta de
vigilância, foi responsável pela captura de sete foragidos da Justiça apenas na
primeira noite. A tecnologia, apoiada por mais de 5 mil câmeras em Salvador e
em outras cidades baianas, reforçou a sensação de que o Carnaval não é apenas
palco de música e alegria, mas também vitrine de inovação em segurança pública.
Os números não param por aí, já que 560 objetos proibidos
foram apreendidos, incluindo armas brancas e substâncias ilícitas, e mais de
uma centena de ocorrências de furto foram registradas sem comprometer o clima
festivo. Para Jerônimo Rodrigues, o resultado é fruto de planejamento e integração
entre polícia militar, civil e bombeiros, além da aposta em tecnologia. O
governador destacou que a Bahia conseguiu transformar o Carnaval em um espaço
seguro, sem perder a essência cultural que o torna referência mundial.
A repercussão positiva fortalece a imagem de Jerônimo como
gestor capaz de equilibrar festa e responsabilidade. Em tempos de desconfiança
generalizada na política, a queda nos crimes durante o Carnaval funciona como
um trunfo político e simbólico. O episódio mostra que, quando há investimento e
coordenação, é possível garantir ao povo baiano uma folia marcada pela alegria
e não pela violência. O governador sai fortalecido, e a Bahia ganha manchetes
que ecoam além das fronteiras do estado.

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