Estados ganham presente bilionário e dívidas viram balão de ar e só seguem a inflação

A decisão anunciada pelo Ministério da Fazenda em 9 de fevereiro de 2026 trouxe alívio imediato para 17 estados brasileiros, suas dívidas com a União passarão a ser corrigidas apenas pela inflação, sem juros adicionais. O novo programa de renegociação, chamado Propag, foi formalizado após pressão de governadores como Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Romeu Zema (Minas Gerais) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), que já haviam aderido ao Regime de Recuperação Fiscal. A medida, segundo dados do Tesouro Nacional, busca evitar colapso financeiro em administrações estaduais que acumulavam débitos bilionários.

Na prática, o acordo significa que os estados terão mais fôlego para investir em áreas essenciais, já que a correção pela inflação reduz drasticamente o peso da dívida. A Bahia, governada por Jerônimo Rodrigues, aparece entre os beneficiados e deve ganhar espaço para ampliar programas sociais e culturais. O governador destacou que a renegociação abre caminho para fortalecer políticas públicas sem comprometer o equilíbrio fiscal, reforçando a imagem de sua gestão como responsável e próxima das necessidades da população.

O impacto político da medida é evidente. Ao aliviar a pressão sobre os cofres estaduais, o governo federal cria um ambiente de maior estabilidade e reduz conflitos entre União e estados. Economistas apontam que a correção apenas pela inflação pode representar economia de bilhões em longo prazo, permitindo que administrações locais invistam em infraestrutura, saúde e educação. Para Jerônimo, esse espaço fiscal é fundamental para manter a Bahia como referência em políticas culturais e sociais, especialmente após o sucesso da gestão no Carnaval 2026.

Se por um lado críticos afirmam que o acordo pode ser visto como “perdão disfarçado”, por outro, governadores comemoram a chance de reorganizar suas contas sem sufocar serviços públicos. A medida, inédita em escala nacional, transforma o cenário político e econômico, e coloca a Bahia em posição privilegiada para ampliar investimentos estratégicos. No fim, o que parecia uma crise fiscal se converteu em oportunidade e os estados respiram, a União mantém controle e Jerônimo reforça sua imagem de gestor que sabe transformar dificuldades em vitórias.

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