7.6.14

TCE rejeita as contas de duas prefeituras e duas Câmaras de Vereadores de Sergipe.

Na Sessão do Pleno do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) desta quinta-feira, 05, foram julgados 26 processos e dois protocolos. Foram julgadas irregulares as contas da vice-prefeitura de Canindé, Câmara de Pedrinhas, Câmara de Tobias Barreto, Câmara de N. Sra. Aparecida e da Sedetec.

O conselheiro Ulices Andrade rejeitou as contas anuais do exercício financeiro de 2010 da Prefeitura Municipal de Pacatuba, com interesse de Diva de Santana Melo. Com voto de vista, acompanhando o relator conselheiro Luiz Augusto, Ulices também rejeitou as contas anuais referentes a 2011 da Prefeitura de Monte Alegre, com o interesse de João Vieira de Aragão.

Em voto de vista, Ulices Andrade decidiu pela irregularidade das contas da vice-prefeitura de Canindé do São Francisco, relativas ao ano de 2006, com interesse de Eliane Magna Braz Carvalho. O conselheiro julgou o processo das contas anuais de 2005 do Fundo Municipal de Saúde de Nossa Senhora do Socorro de interesse de José Job de Carvalho Filho como regular com ressalvas. Ele votou pela regularidade da prestação de contas da Defensoria Pública de janeiro a fevereiro de 2010 de interesse de Elber Batalha de Góes.

5.6.14

Uneb fará processo seletivo para professores.

Entre os dias 16 e 18 de junho de 2014 a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) recebe inscrições para o Processo Seletivo (Edital nº 54/2014), no qual dispõe de uma vaga para Professor Substituto.

O profissional aprovado fará jus à remuneração de R$ 2.919,02, correspondente ao regime de 40 horas semanais, pela atuação no Departamento de Educação, do Campus VIII, em Paulo Afonso - BA. Para tanto, deve possuir Graduação em Matemática ou Engenharia com Pós-Graduação em Matemática.

As inscrições devem ser efetuadas no período já indicado, pelo site www.selecao.uneb.br, e com o recolhimento da taxa no valor de R$ 50,00.

Os inscritos serão submetidos à Entrevista e às Provas Didática e de Títulos, previstas para serem aplicadas de 26 a 28 de junho de 2014.

Aí o cara diz: tu é petista!

Aí o cara diz: tu é petista!
E Eu digo: Porra nenhuma!
Eu lá gosto de Petista. Uns caras que deram a oportunidade de pobre comprar apartamentos, carros (as estradas estão cheias deles), que dão casas populares, aumentaram o salário mínimo como nunca antes na história do Brasil, estão fazendo a transposição do São Francisco, isso vai beneficiar os miseráveis do nordeste, que nem deveriam existir. Pois, falei e falo, que odeio essa corja vermelha. E não é porque votei em Lula duas vezes, votei em Dilma e votarei novamente este ano, que gosto dessa turma.
Odeio petista. Essa praga que mudou o Brasil para melhor.
E não é porque a minha primeira filiação partidária teve o número 02, na ficha, que alguém pode me acusar de algo tão grave atualmente. Sou e serei isento de sigla partidária.
Um dos meus filhos, e são muitos, me perguntou porque não desenho uma estrela vermelha no peito. Avisei que não faria isto nunca, por não me considero dessa turma. Claro que, para desencargo de consciência, perguntei a um tatuador quanto isto custaria. Mas estou aqui sem cometer este escarneio em minha pele.
Não é porque grito: Vida longa ao Partido dos Trabalhadores.
Que alguém pode afirmar: este é petista de carteirinha.

E tenho dito!

4.6.14

Somos todos ambientalistas.

Persiste entre formadores de opinião, o uso pejorativo do termo “ambientalista”, visando depreciar os cidadãos que lutam pela causa ambiental, além de tentar esconder outras intenções, menos ingênuas, como fazer o jogo dos poderosos, dos poluidores, que têm seus interesses contrariados pela persistência daqueles que defendem a preservação do meio ambiente e das condições de vida no planeta. 

Os últimos relatórios dos grupos de trabalho do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) mostram inquestionavelmente que a ação humana é a principal causa da elevação da temperatura média da Terra, ou aquecimento global. Mesmo assim, interesses poderosos das industrias de combustíveis fósseis e nucleares, da agroindústria, dentre outros, continuam a negar este fato, financiando campanhas que atacam aqueles que propõem mudanças no atual estilo de vida perdulário, no consumo e na produção de matérias primas e energia.

O crescimento sempre foi um objetivo da política econômica. Acreditava-se que o aumento da renda de um país fosse suficiente para proporcionar uma vida melhor a seus habitantes. Portanto, a partir de uma análise simplificada, geralmente utilizando o Produto Interno Bruto (PIB) como indicador base, bastava o anúncio de seu aumento, para que se aceitasse que os indicadores de bem estar o estavam acompanhando. Isto de fato não acontece.

Já há alguns anos, verificam-se os danos causados pela atividade econômica sobre o planeta. Em nome do crescimento a qualquer preço, tudo é permitido, inclusive a destruição do meio ambiente. São incontestes as evidencias de que não é mais possível crescer e enriquecer para melhorar a qualidade de vida da maioria da população. Ou seja, manter os padrões atuais de produção e consumo esbarra nos limites físicos do nosso planeta.

Estamos recebendo sinais de reação da Terra à quantidade excessiva de gases emitidos, que geram o denominado “efeito estufa”, em particular devido ao CO(dióxido de carbono), pelo uso massivo dos combustíveis fósseis. A Terra reage também ao desmatamento desenfreado das florestas para diferentes finalidades, ao desperdício e poluição das fontes de água doce, reduzindo assim sua disponibilidade pelo uso irracional desse bem fundamental para a vida.

O IPCC, através de seus relatórios e pareceres, traz conclusões científicas irrefutáveis sobre o aquecimento global, que provoca um aumento significativo na freqüência e na intensidade dos “desastres naturais”. A concentração de CO2 na tênue atmosfera que nos protege atingiu, em abril de 2014,  400 ppm (partes por milhão), superando o limite histórico. Valor emblemático, pois este é valor considerado pelos cientistas como limite para evitar os piores cenários do clima. Segundo o IPCC, acima de 400 ppm de CO2a temperatura média do planeta poderá subir entre 2 a 5 graus centígrados até o final deste século, e isto poderá provocar a aceleração do degelo, tempestades mais violentas, graves impactos sobre a biodiversidade, com a inevitável extinção de espécies, e milhões de refugiados ambientais, os quais terão de buscar outros lugares para viver.

No entanto, mesmo com todas as catástrofes recentes, em todo o mundo, e com os claros alertas científicos do IPCC, continuamos sem dar a devida atenção ao maior desafio de nosso tempo: as mudanças climáticas. Elas estão entre nós e estão se acelerando.

Precisamos, pois, entender que todos os que lutam pela vida no planeta Terra – que lutam por um mundo melhor, por uma sociedade mais igualitária, e socialmente mais justa – são também, responsáveis pela preservação ambiental. Ou seja, com exceção daqueles que lutam apenas para manter os seus privilégios, somos todos ambientalistas.

Heitor Scalambrini Costa. Professor da Universidade Federal de Pernambuco.

3.6.14

Agricultura familiar é tema de selo dos Correios.

Os Correios colocam em circulação nesta terça-feira (3) a emissão especial "2014: Ano da Agricultura Familiar", composta por dois selos em formato de se-tenant — conjunto de selos que formam um só desenho.
Os selos mostram agricultores trabalhando na produção alimentícia e destacam elementos típicos da agricultura familiar, como horta, rio, trator, animais domésticos e ferramentas. Nas imagens, destaca-se a presença da mulher como agente produtivo. A técnica utilizada foi pintura com tinta acrílica e nanquim, pela artista Isa Frantz. A tiragem é de 900 mil selos, com valor facial de R$ 1,50 cada.

Governador autoriza pavimentação de estrada em Cabaceiras do Paraguaçu.


Mais 80 mil baianos de cinco municípios do Recôncavo vão poder viajar com segurança e tranquilidade com a recuperação dos 20 quilômetros da BA-491 que ligam a sede de Cabaceiras do Paraguaçu à BR-101. A ordem de serviço para a pavimentação do trecho, que vai receber investimento de cerca de R$ 8,7 milhões, foi assinada na manhã desta terça-feira (3), pelo governador Jaques Wagner, no município que também recebeu uma ambulância do Governo do Estado.

O governador destacou as ações desenvolvidas na região. “Esta era uma estrada sonhada por mais de 20 anos pela população local, e que agora está sendo recuperada. Estamos entregando esta ambulância, importante para a saúde das pessoas, e temos ainda diversas obras de água na região, que durante muito tempo teve problema de abastecimento”.

Em Cabaceiras do Paraguaçu, segundo o governador, os povoados de Cerquinha, Aporá, Tabua, Jacaré, Tupiaçu e Timboinha vão receber sistemas de abastecimento de água e cisterna. “Os projetos já estão aprovados pela Embasa”, anunciou Wagner. Além de Cabaceiras do Paraguaçu, serão beneficiados pela estrada os municípios de Santo Estevão, Governador Mangabeira, Cruz das Almas e Muritiba.

Governo federal convoca pioneiros para contratação.

O 72º Batalhão de Infantaria Motorizado, coordenador da Operação Pipa no Médio São Francisco, informa à população que a vistoria para a contratação de carros-pipa para a prestação de serviço no município de Chorrochó - BA será realizada no local Praça Cel João Sá, 665, Centro, zona urbana, no dia 04 de junho de 2014, das 07:30 às 10:00 horas.

·         Serão contratados, à princípio, 21 (vinte e um) caminhões;
·         Poderá haver redução de vagas em relação ao mês anterior devido ao aumento do teto máximo de contratação por profissional autônomo;
·         O contrato obedecerá rigorosamente o princípio da concorrência pública aberta a qualquer profissional autônomo que desejar participar.

2.6.14

Maçãs produzidas no Vale do São Francisco chegarão ao mercado em 2016, afirma produtor.

Macieiras com dois anos de plantadas alcançaram uma média de produção de 40 toneladas por hectare no lote do agricultor André Pavesi, do perímetro Senador Nilo Coelho, em Petrolina, semiárido pernambucano. O desempenho é muito superior ao da média desse cultivo no sul do país, onde o clima mais frio e chuvoso favorece a fruta: lá, são de 12 a 15 toneladas por hectare ao ano, em média.
Pavesi é um dos produtores cujo lote está em área de cultivo experimental de projeto em parceria entre a Embrapa Semiárido e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para desenvolver, no Submédio São Francisco, cultivos alternativos como maçã, pera, caqui, cacau, rambutã.
“Acreditei no projeto e vejo que a região tem potencial produtivo. A maçã já tem seu processo consolidado. O plantio da fruta começa no próximo ano e em 2016 já teremos maçã nordestina do Vale do São Francisco no mercado”, aposta o produtor, um dos palestrantes do seminário Novas Frutíferas para o Semiárido Irrigado, que integrou a programação da 25ª Feira Nacional de Agricultura Irrigada (Fenagri), evento que vai até sábado (31) em Petrolina.
De cinco variedades testadas para o plantio da maçã nos perímetros irrigados da região do Vale do São Francisco, duas serão postas no mercado: eva e princesinha.
O seminário debateu as novas culturas que estão sendo testadas na área irrigada do Vale do São Francisco. Frutas como pera, maçã e caqui estão em processo final de experiência para tornar essas culturas viáveis comercialmente.
A diversificação de novas frutíferas para a região irrigada vem sendo testada em áreas do perímetro irrigado Nilo Coelho para o desenvolvimento da experiência. Uma dessas áreas pertence a Pavesi, agricultor e engenheiro agrônomo, 50 anos, sendo 30 dedicados a produzir no Vale do São Francisco.
Pavesi tem um lote empresarial com 60 hectares produzindo uva e manga. Desde 2011, ele cultiva meio hectare de maçã e meio hectare de pera dentro do projeto de viabilização das novas culturas para a região.
De acordo com os testes, a melhor época para a colheita da maçã ficará entre agosto e setembro. Por isso, nessa terceira safra da experiência, será feita a antecipação da colheita diferente das primeiras safras em que foram colhidas nos meses de novembro e dezembro. “Mesmo tendo a concorrência de outras regiões produtoras, é nesse período que descobrimos uma melhor qualidade da fruta”, explicou André Pavesi.
Outro grande entusiasta da nova fase da fruticultura regional do polo Petrolina-Juazeiro é o produtor Milton Bin, que também tem área testada com pera, maçã e caqui. Milton também falou com entusiasmo das novas frutíferas para uma plateia formada por profissionais da área, pesquisadores e estudantes. Ele acredita que o caqui é considerado a mais exótica para a região, das culturas em experiência, e deverá ser a que agradará mais o gosto local.
“Temos que buscar as novas potencialidades para a região. A uva e a manga já estão consolidadas e, no caso do caqui, acredito que cairá no gosto da população”, frisou Milton, que planta em área irrigada do Nilo Coelho e que pretende levar a experiência para uma área do perímetro Salitre, em Juazeiro (BA), perímetro também implantado e gerido pela Codevasf.

Outro entusiasta também do perímetro Nilo Coelho é o produtor Hiroto Yukihare que, além de disponibilizar um espaço de seu lote para os experimentos da Embrapa, ele resolveu apostar também nas novas potencialidades por conta própria. “Tenho um hectare com pera e outros dois que estou utilizando fora da parceria com a Embrapa por acreditar que as novas culturas serão viáveis em nossa região”, contou durante o seminário.