28.5.14

Os Filhos de Bob Marley estão chegando.

Delegação da Jamaica visitará Paulo Afonso, nesta próxima  quinta-feira, 29 de maio. E para aqueles que acham que "Os Filhos do Bob Marley" estão vindo tocar o Reggae, ou provar da erva sertaneja, se enganaram.A turma vem saborear um jantar com efeito da cidade.
Mas nem tudo vai ser festa. Dizem os entendidos na arte da Jamaica que vai acontecer na sexta-feira dia 30, a assinatura de um acordo de cooperação técnica com a prefeita de Kingston (Jamaica). O acordo fomentará a troca de experiências entre os municípios, especialmente na área social. E Troca de experiências entre os países sobre a política para crianças e adolescentes. e Nada mais do que isto. Então um aviso aos Malucos Beleza, passem distante dessa onda.

Quiprocó na Câmara de vereadores. Tem TIP na área.

Paulo Afonso sofre o mau da TIP - Taxa de Iluminação Publica. Faz alguns anos que o então vereador Dinho, entrou na conversa de Luiz de Deus e fez aprovar a bendita. Por este ato, ate hoje o parlamentar paga a conta junto a sociedade. Agora, o prefeito Anilton mandou um projeto a casa legislativa aumentando o valor da bendita taxa. Segundo o que se ficou sabendo agora, o procurador do município sentou com os parlamentares e acertou uma coisa, mas enviou outro diferente para a aprovação. Ou seja, o edis tomaram bola nas costas e vão pagar mais uma vez a conta social.
Tem mais aumento no projeto. Um povo calado e omisso, paga o pato. Neste caso, a TIP, mais cara.

26.5.14

O momento atual é de continuarmos com o projeto de governo. Josias Gomes.

Aos companheiros do PT e dos partidos aliados

Atravessamos um momento dos mais importantes para a continuidade do atual projeto político baiano, que envolve discernimento e coragem, para que possamos seguir em frente, sem sobressaltos.

Falo da enxurrada de números referentes a pesquisas de opinião pública, sobre a sucessão no estado, que somente podem encabular ou entusiasmar, conforme o caso, aos menos avisados.

Nós sabemos que a candidatura Rui Costa está sendo construída sob o signo da sua ligação mais estreita com o projeto vitorioso do governo Jaques Wagner, do governo Dilma, e do projeto iniciado pelo ex-presidente Lula. Este, também avalista da candidatura de Rui.

Até agora, e não poderia ser outro o caminho, a nossa ação política consiste em arrumar o palanque, organizar nossas forças, estabelecer o marketing, consolidar as linhas do nosso programa consonante com o que vem desenvolvendo o governador Jaques Wagner e a presidente Dilma Rousseff.

Nada pode nos tirar desse caminho. Nenhuma pesquisa - já que todas elas - apenas de ocasião, pode nos desviar desse objetivo presente, qual seja, o de montar o palanque que haverá de nos conduzir a mais uma vitória maiúscula na Bahia.

Nós, que somos afeitos à luta contra as maiores adversidades, não podemos nos deixar impressionar por pesquisas na contramão dos ventos altamente favoráveis ao nosso projeto, na realidade política da Bahia de agora. O mais importante, que é a campanha propriamente dita, ainda está por vir.

Como poderão os nossos adversários enfrentar a comparação, em números, no decorrer da campanha no horário eleitoral, entre os últimos oito anos de governo, na Bahia, e os tempos de antanho.

A candidatura oposta, diferentemente do que poderia ocorrer com uma outra de tipo híbrido, nos permite vislumbrar uma campanha eleitoral de tipo mais fácil, quanto ao propósito de fazer com que os baianos entendam as diferenças gritantes entre os tempos atuais e os de outrora.

Tanto mais porque será possível, também, comparar (quanto ao hoje e ao ontem) o que os governos Lula e Dilma fizeram em parceria com os dois últimos governos baianos, e o que Dilma poderá fazer na continuidade do governo, como está cada vez mais se tornando claro ser a opção do povo brasileiro.

Portanto, companheiros, não dispersemos nossos esforços, por nada neste mundo. A popularidade de Rui Costa virá a seu tempo e no conjunto da obra da campanha, com Wagner, com Dilma e com Lula, e com as lideranças locais que apostam no prosseguimento do atual projeto político-administrativo da Bahia.

E, da mesma forma como aconteceu com a própria Dilma, em 2010, e com o atual governador Jaques Wagner, em 2006, quando ambos começaram em larga desvantagem, mas, acabaram chegando à vitória, assim vai acontecer com Rui Costa, na Bahia. Os exemplos a a servirem de alicerce são os mesmos, e os números das gestões, ainda melhores.

Dessa forma, a quatro meses ainda do pleito, e sem o palanque eletrônico posto a funcionar, qualquer pesquisa na Bahia estará longe de revelar o que realmente vai acontecer até outubro. Basear-se em números assim tão distantes de sua comprovação, pode se revelar um erro fatal.

Josias Gomes
Nordestino que não desiste da luta por nada nesses mundo.