31.1.11

E espera reformas em áreas estratégicas para o desenvolvimento.

O governador Jaques Wagner comenta em seu programa de rádio desta terça-feira sobre o novo ciclo de crescimento da Bahia e se refere também ao Parlamento Brasileiro e à Democracia, destacando a posse e a importância dos senadores, deputados federais e deputados estaduais, que iniciam um novo mandato esta semana. “Uma terra sem política, sem representação, é a ditadura. E a ditadura, seguramente, não é, nem de longe, uma boa forma de conduzir o País”, enfatiza.

Ao ressaltar a importância do Poder Legislativo e lembrar que os parlamentares, além das suas convicções político-partidárias, devem colocar os interesses do país e do estado acima de suas disputas, Jaques Wagner espera que sejam aprovadas novas legislações para as áreas tributária e política porque “nós precisamos de uma reforma política que fortaleça, cada vez mais, os partidos e a representação popular para que possamos fazer as reformas necessárias e melhorar ainda mais a economia”.

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Essa é para fazer você pensar muito. Algo realmente curioso.

Este ano vamos experimentar quatro datas incomuns

- 1/1/11, 11/1/11, (já passou)

1/11/11, 11/11/11

E tem mais!!!

Pegue os 2 últimos dígitos do ano em que você nasceu, mais a idade que você vai ter este ano e a sua soma será igual a 111.

ALGUÉM EXPLICA ISSO ????


Na sexta-feira durante o lançamento do Livro “Jornalismo de campanha e a constituição de 1988”, na fila várias autoridades para conseguir o autografo de Emiliano José. Entre eles estavam Nelson Pelegrino já em plena campanha para prefeito de Salvador. Ele foi o penúltimo a esperar pela honraria. A cada pessoa que chegava ele mandava passar em sua frente, eram gestos de cortesia que duraram horas.

Na fila também estava o Jornalista Raul Monteiro do Site Política Livre. Os dois tiveram uma conversa interessante.

“Deputado. O senhor não atende mais minhas ligações”. Disse Raul.

Pelegrino não perdeu o rebolado e emendou, “Raul eu te atendo sempre. Pode ligar agora”.

Risos dos dois e de quem estava por perto e tudo seguiu tranqüilo e animado na livraria Cultura do Shopping Salvador.

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Diante da tragédia que envolveu o Sudeste e o Sul, e de modo especialmente trágico a região serrana do Rio de Janeiro, fala-se na surpresa das catástrofes naturais, como se não tivéssemos já alcançado um conhecimento suficiente da dinâmica da natureza para encontrar os caminhos que evitem tantas mortes e tanta destruição. É verdadeiro dizer, nesses episódios, que todos pagam. Mas é inegável que o preço mais alto, em todos os sentidos, em vidas inclusive, é pago pelos mais pobres.

Sair desse quase círculo vicioso implicará em medidas políticas de profundidade, muito maiores do que as que vêm sendo tomadas até agora, medidas destinadas antes de tudo a encarar o desafio urbano no Brasil de outra forma. As cidades, no Brasil, ao longo dessas décadas de ingresso na industrialização acelerada e na conseqüente urbanização veloz e impiedosa, têm se constituído de acordo muito mais com a lógica da acumulação do capital do que com os interesses das maiorias. O governo Lula, e seguramente agora o governo Dilma seguirá nessa linha, começou a enfrentar o problema da habitação e do saneamento, mas há ainda um longo caminho a percorrer.

Os pobres não podem continuar a ser empurrados para os morros, impiedosamente, ou para a beira dos rios ou riachos, ou para terrenos alagadiços, para encostas deslizantes. Eles não escolhem os riscos, não gostam de morar à beira do precipício. O que ocorre é que normalmente não têm outra alternativa. Os investimentos imobiliários desenvolvem-se numa dinâmica cega, e desenvolvem-se assim porque não há controle das autoridades municipais, não há planos diretores sérios, e essa dinâmica necessariamente constrange os mais pobres a procurar mais e mais as periferias, independentemente de tais periferias terem ou não condições ambientais, sanitárias e de segurança para recebê-los. O Estatuto das Cidades, um instrumento tão importante para uma convivência urbana civilizada, quase que invariavelmente é ignorado, e quem vive em Salvador sabe do que estou falando.

Para além disso, e o sábio Leonardo Boff tem nos alertado quanto a isso, é absolutamente essencial que qualquer projeto de desenvolvimento, e aqui nos referimos à realidade urbana especialmente, leve em conta que a natureza não pode ser tratada como historicamente vem sendo no Brasil. Creio que nos últimos oito anos começamos a elaborar um novo sentido de cuidados com o meio ambiente, começamos a pensar um modelo de desenvolvimento sustentável.

Mas há uma luta contínua entre uma noção de progresso que encara a natureza de modo simplesmente instrumental, a serviço sempre, usemos o jargão antigo, do desenvolvimento das forças produtivas, pague-se o preço que se pagar, e um outro, que pensa a importância de preservá-la em favor não só dela mesma, mas também do ser humano. E não só da preservação do gênero humano a longo prazo, mas para evitar que a natureza, tão agredida e desrespeitada, se movimente, com sua lógica própria, e cause tantas vítimas, como agora no Brasil.

Está muito certo o nosso Leonardo Boff quando nos ensina, face à catástrofe recente, que o que se impõe agora é escutar a natureza, fazer obras preventivas que respeitem o modo de ser de cada encosta, de cada vale e de cada rio. Não podemos continuar a cultivar uma noção de progresso tão violenta que sempre quer retirar tudo da natureza como se à frente não houvesse conseqüências trágicas.

Assim, toda obra, qualquer que seja, deve levar em conta, e muito mais seriamente, as conseqüências para o meio ambiente. O pensamento produtivista, hegemônico em muitos executivos, que pretende a obra realizada a toque de caixa, sem considerações em relação à natureza, é equivocado, e só pode conduzir a tragédias semelhantes à da região serrana do Rio de Janeiro.

A expansão das cidades, a verticalização, os programas habitacionais, o saneamento, os rios, riachos, as lagoas, as encostas, as áreas verdes dos aglomerados urbanos têm que ser olhados como uma coisa só. O ser humano, para bem viver, terá que se harmonizar novamente com a natureza. Ou continuar a devastação e sofrer as conseqüências.

Jornalista, escritor e professor.
Até porque, não houvesse outros aspectos mais amplos, há a dor, a viuvez de tanta gente, a mãe que ainda chora, o filho ou a filha que não viu o pai, as tantas pessoas que não puderam sequer enterrar os seus entes queridos, enterrados ninguém sabe onde, assassinados sempre de maneira cruel, sempre sob a covardia da tortura.

Novamente, e mais uma vez, logo que a nova ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu a aprovação pelo Congresso Nacional da Comissão da Verdade para esclarecer os crimes cometidos contra adversários políticos durante a ditadura, vozes dentro do próprio governo federal se levantaram para contraditá-la. Isso já havia ocorrido, e faz pouco tempo, quando o então ministro Paulo Vannuchi defendera posição semelhante, inclusive a imprescritibilidade do crime da tortura. Creio que é preciso situar corretamente a questão para não incorrermos em equívocos históricos e conceituais. E reafirmar que o crime de tortura é imprescritível e que nenhuma nação pode deixar de apurar os crimes cometidos durante uma ditadura. Tal procedimento é da tradição democrática.

O general José Élito Siqueira saiu-se com o argumento de que sendo o 31 de março um dado histórico, “os desaparecidos são história da nação, de que nós não temos que nos envergonhar ou vangloriar”. O raciocínio é pobre e equivocado. E carrega a crueldade dos defensores da ditadura. Imaginemos que alguém, depois da derrota de Hitler, viesse a público para dizer que o nazismo era simplesmente um fato histórico e que os fornos de Auschwitz não deveriam representar qualquer vergonha e nem deveriam ser motivo de vanglória.

A ditadura é um dado histórico que envergonha profundamente a nação brasileira. Diante dela, ninguém que professe a democracia e que seja fiel à história pode ficar indiferente e deixar de repudiá-la até para que nunca mais se repita. E os seus crimes devem e têm que ser apurados, como têm feito nossos irmãos latino-americanos, como o fizeram os democratas e comunistas que venceram a batalha contra o nazismo.

O ministro Nelson Jobim, que sempre teve lado nesse caso, disse que a Comissão da Verdade deveria também avaliar as ações desenvolvidas pelos “movimentos guerrilheiros”, como ele chamou. Decerto está querendo que os milhares de torturados, presos, e condenados sejam submetidos, quem sabe a novos julgamentos e a novas punições. O que as diversas organizações políticas de luta contra a ditadura faziam, não custa lembrar isso a um Jobim que um dia se disse constitucionalista, era exercer o direito de insurgência e resistência que é próprio do liberalismo moderno. Do liberalismo, insistamos. Talvez fosse o caso de lembrar a luta armada que determinou o surgimento dos EUA, para não darmos dezenas de outros exemplos. A ditadura rompeu com o Estado de Direito pela violência, de modo ilegal, e era um direito básico o da insurgência.

No raciocínio do general e de Jobim, caberia rever a história mundial recente, e julgar todos os que se envolveram no impressionante movimento anticolonial, que determinou a libertação de tantos países mundo afora, particularmente no território africano. O que se cobra, o que se tem feito em toda a América Latina é o julgamento dos que cometeram genocídios, dos que mataram covardemente pessoas na tortura, que fizeram desaparecer pessoas, e o exemplo mais recente é o de Rafael Videla, condenado à prisão perpétua na Argentina. A anistia, como determinou recentemente a OEA em relação ao Brasil, não alcança torturadores, contrariamente à opinião do STF.

Uma nação não pode sufocar a verdade. E nem pretender deixar de ajuizar todos os fatos históricos. Alguém poderia justificar a escravidão, a ignomínia da escravidão no Brasil? Não. Como não pode deixar de repudiar, de levantar todos os crimes cometidos pelos agentes da ditadura que torturaram e mataram pessoas. Só isso. Paulo Sérgio Pinheiro escreveu artigo recente no jornal Folha de S. Paulo (17.1.2011., p. 3) onde apropriadamente diz que o passado nunca está morto.

Mais: quanto a este assunto, nem passado é ainda. Ainda recuperando o que diz o ex-secretário de Direitos Humanos do governo Fernando Henrique Cardoso, cabe lembrar que o pai do general-presidente da ditadura, João Batista de Figueiredo, então deputado Euclydes Figueiredo, em 1946, requereu a criação de uma comissão de inquérito que examinasse os crimes do Estado Novo. A comissão, a primeira comissão da verdade, foi criada, mas não funcionou por falta de quorum - ou seja, não havia vontade política suficiente para fazê-la funcionar.

A Comissão da Verdade proposta pelo então presidente Lula, acolhendo sugestão do ministro Paulo Vannuchi, visa o esclarecimento histórico dos horrores praticados pela ditadura, situando tudo no contexto ampliado daquela circunstância histórica de triste memória. Não tem caráter de revanche. Não tem qualquer mandato judicial. Não há, ali, réus sendo julgados. Só pretende a verdade, não mais do que a verdade. A nós, e parafraseio Gramsci, só interessa única e exclusivamente a verdade. Esta Comissão, como também revela Paulo Sérgio Pinheiro, acolhe o melhor das 40 comissões da verdade no mundo, a indicar o quão ampla é, e o quanto tem sido normal o procedimento. Argentina, Chile, Bolívia, Peru, por exemplo, viveram essa experiência.

A pergunta que não quer calar é: quem tem medo da verdade?

*Emiliano José é jornalista, escritor e deputado federal pelo PT-BA.

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Aconteceu neste dia 27 de janeiro, um Sarau Literário promovido pela Casa O Ferrageiro, como parte das ações da política de Recursos Humanos da empresa.

Esse evento encerrou o trabalho com oficinas de leitura, linguagem e produção textual coordenados pela Psicopedagoga Naidí Lins e foi uma forma de incentivo à leitura e à expressão da linguagem.

Abrilhantaram o momento as poetisas Natália Cavalcanti Gomes e Jovelina Ramalho; a Secretária de Educação de Pão de Açúcar- Al, Ida Tenório; o diretor do Colégio Polivalente Prof. Marcos Antônio; os proprietários da empresa – Srs. Jugurta e Francisco – e colaboradores.

A Empresa O Ferrageiro tem fomentado ações de valorização do seu patrimônio humano.

O evento ocorreu na Biblioteca do Colégio Polivalente.

Veja fotos do evento.

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22.1.11

Um dos irmãos do Romero o Rômulo Britto é advogado e morador da cidade de Paulo Afonso na Bahia. Além de advogado também é pintor. Dias desses esteve em minha residência para conversarmos sobre alguns fatos acontecidos na região e nesta ocasião tive o prazer conhecer seus trabalhos em pintura.

Rômulo segue as pinceladas do irmão Romero. Os doise fazem trabalhos artísticos na mesma linha. Um é a estrela internacional o outro vai fazendo seu caminho aqui pelo sertão.

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Passam os anos, muda a direção da casa legislativa, o que não muda mesmo são os costumes. Os vereadores de Paulo Afonso dispõem de 3 (três) meses de férias no ano. Enquanto o trabalhador que sai pela manhã 5 (cinco) a 6 (seis) dias por semana só tem um mês.

Se não bastassem os vereadores terem esse privilegio, há muito tempo que existe uma classe de “trabalhadores” excepcionais. São os assessores destes vereadores que também gozam da mamata e saem em férias durante o mesmo período.

Em uma passagem rápida pela câmara de vereadores, em horário de serviço, qualquer cidadão verá gabinetes e corredores vazios. Há uma pequena exceção neste começo de mandato do atual presidente Regivaldo Coriolano. Os seus assessores estão lá todos os dias para atenderem a procissão que se forma para falar com o gestor da casa.

Uma outra área que vem trabalhando é a de comunicação já que matérias estão sendo envidadas aos meios de comunicação da cidade quase que diariamente.

Como se diz nas ruas, “mudar é para melhor e não para continuar nos erros”.

Fiquei sabendo que o vereador Daniel Luiz vai apresentar um projeto mundado isso.

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O parlamentar aproveitou para visitar o amigo Arivaldo Mota que se recupera de uma cirurgia e também o distrito de Salgadália para numa reunião na sede do Sindicato do Trabalhadores Rurais, agradecer os votos recebidos.

Emiliano José (PT) o deputado federal mais votado em Conceição do Coité nas ultimas eleições, está de volta a cidade. Antes mesmo da posse que irá ocorrer no dia 2 de fevereiro, ele, atendendo ao convite do ex- vereador Assis da Caixa, fez uma breve reunião com o diretor do Hospital Regional, Eneás Araújo, na tarde desta sexta-feira (21) e na oportunidade reafirmou o compromisso de lutar pela saúde de um modo geral, mas não medirá esforços para buscar junto aos governos federal e estadual, melhorias para aquela unidade que segundo ele, desenvolve trabalho de grande importância, não só para Coité como atendimento a pacientes de toda região sisaleira e acordo com o parlamentar, Conceição do Coité está sendo a primeira cidade que ele visita depois que recebeu a informação que assumiria uma das cadeiras na câmara federal. “estive aqui em outra oportunidade e vi o esforço de que doutor Enéas vem tendo para manter essa unidade funcionando. Deixei como uma das minhas principais metas trabalhar por melhorias, pois, os recursos do SUS são muito baixos e quem mais procura são as pessoas mais carentes”, ressaltou. Disse lamentar muito o fim do CPMF, para ele prejudicou ainda mais o setor de saúde com o fim do imposto.

Emiliano disse ainda que já falou da situação deste hospital para o secretario de saúde Jorge Solla, segundo ele, já houve interferência da SESAB, inclusive quando passou a ser conveniada com a santa casa. O diretor do hospital Eneás Araújo confirmou o que foi dito pelo deputado, mas reconhece que precisa muito mais, “não está sendo fácil manter o funcionamento diante do grande numero, principalmente de internamentos. Só para se ter uma idéia o valor do repasse do SUS corresponde a 132 internamentos/mês, hoje 21 dias de janeiro, já ultrapassamos esta cota, tivemos 185 internamentos e até findar o mês, teremos outras dezenas” revelou o médico.

Veja matéria completa aqui.

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21.1.11

O jornalista, professor e deputado federal eleito Emiliano José (PT-BA) fará sorteio no dia 28 de janeiro, através do Twitter, do seu novo livro, "Jornalismo de campanha e a Constituição de 1988", e da segunda edição de "Imprensa e Poder - ligações perigosas". As obras serão lançadas no mesmo dia, às 18h, na Livraria Cultura (Salvador Shopping).

Confira as regras para participar do sorteio:

1 – Seguir o Twitter @Emiliano_Jose
2 – Residir no Brasil.
3 – Retwittar a frase: Eu quero ganhar o livro Jornalismo de Campanha ou Imprensa e Poder, de @Emiliano_Jose http://kingo.to/r4U


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20.1.11

Indicado para a Secretaria-Executiva do Ministério das Cidades, o deputado estadual baiano Roberto Muniz (PP) ainda não foi nomeado, mas atua como se já estivesse no cargo, com o aval do novo ministro e correligionário Mário Negromonte. O próprio ministério registrou fotos de Muniz em seis reuniões diferentes ao lado de Negromonte em 10 de janeiro com técnicos da pasta.

Em um dos encontros, foram tratadas as “novas diretrizes” e organizadas “as ações para o cumprimento das metas do governo”, segundo o site do ministério. Muniz foi procurado ontem na Secretaria-Executiva. Uma atendente disse, por telefone, que o deputado tem acompanhado o ministro e fica no gabinete dele.

O ministro afirmou que Muniz está indicado politicamente para ser secretário-executivo e, apesar de a nomeação não ter sido publicada no “Diário Oficial da União”, está acompanhando as reuniões internas “a convite” do ministério para se inteirar da pasta. A versão do futuro secretário, contudo, é diferente. Muniz afirmou à Folha que participou das reuniões e tem estado ao lado do ministro “como deputado”.

“Não tem nada demais. Agora mesmo, saí de lá [do ministério] e tinha outros deputados conversando sobre assuntos referentes aos Estados deles. Chama técnico, vê como é que tá, toma pé das coisas”, disse Muniz. Ele ainda mantém o gabinete na Assembleia da Bahia. Como deputado, ganha R$ 12,3 mil mensais, além de verba indenizatória de R$ 29 mil e mais R$ 60 mil para contratar assessores. Para assumir a vaga de secretário-executivo, teria de renunciar ao mandato que termina este mês. (Folha)

Por Raul Monteiro do Política Livre.

19.1.11


Esse garoto acaba de completar 18 anos hoje e recebeu a notícia de que foi aprovado na Uneb – Universidade Estadual da Bahia. Parabéns a ele e todos os que conseguiram. No caso de Kleberth me sinto feliz por compartilhar da amizade dele, que mesmo sendo ainda jovem, tem a cabeça centrada no que quer para sua vida.

Parabéns aos seus país que sabem criar uma pessoa tão especial!

Kleberth Guilherme dos Santos Andrade também foi aprovado na Fasete em primeiro lugar no curso de sistemas da informação. Esse garoto vai longe.

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