8.6.21

Agendha fará Seminário Estação Ecológica Raso da Catarina

 

Para ampliar o conhecimento sobre as atuais condições agroecológicas e socioambientais dos diferentes Agroecossistemas Familiares e do entorno da ESEC, a AGENDHA convida todas as entidades parceiras e imprensa em geral, para o Seminário de Apresentação das Diretrizes e Estratégias para a Recuperação das Áreas Degradadas na Estação Ecológica Raso da Catarina.

O evento, na modalidade virtual, acontecerá dia 10/06, das 14h às 18h, com transmissão ao vivo pelo MEET. Na oportunidade, será apresentado o PRAD (Plano de Recuperação das Áreas Degradadas) da ESTAÇÃO ECOLÓGICA RASO DA CATARINA e o Viveiro de Mudas, com 51 metros de cumprimento, que foi implantado na Unidade Produtiva da AGENDHA, localizado no Recanto da Solidariedade, espaço cedido em parceria com a Diocese de Paulo Afonso.

 

PARCEIROS

O Projeto terá duração de três anos e possui como Coordenador, o biológico e pesquisador, Maurício Aroucha. É financiado pelo GEF Terrestres (Fundo de Desenvolvimento Global), em parceria com o FUNBIO (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade), o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal. E, pela One Tree Planted. Tem o apoio da Diocese de Paulo Afonso, na disponibilização das áreas do Recanto da Solidariedade (antiga FUNDAME) para a Implantação da Unidade Demonstrativa.

O Projeto Recuperação de Áreas Degradadas ESEC Raso da Catarina (Chamada Pública, 06/2019 - GEF Terrestre: Estratégias de conservação, restauração e manejo para a biodiversidade), tem como propósito, implementar a recuperação no interior e entorno da Estação Ecológica Raso da Catarina. Utilizando diversos métodos, técnicas, práticas agroecológicas, socioambientais e tecnologias sociais, que serão desenvolvidas para alcançar a Recuperação de 55 hectares. A mata da Pororoca, onde será aplicado o Projeto, é uma região estratégica da Estação Ecológica Raso da Catarina, pela configuração de degradação de uma vegetação referência e por se tratar da rota de migração da Arara azul de lear (Anodorhynchus leari), que se encontra na condição de espécie em perigo. Como uma das ações imprescindíveis para o alcance dos objetivos, serão produzidas 110.000 mudas de plantas nativas na ESEC e da Agrobiodiversidade de PCTAFs (Povos e Comunidades Tradicionais, Extrativistas e da Agricultura Familiar), e, 40 mil mudas para reflorestamento das comunidades do entorno da UC (Unidade de Conservação). O viveiro em aço galvanizado, possui cobertura em malha anti-insetos, uma geração inovadora que combina o bloqueio físico e óptico contra ataques, câmera higienizadora, e será uma das referências em produção de mudas orgânicas da Caatinga para o Nordeste.

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