1.2.14

BNDES um banco como qualquer outro no Brasil.

#BNDESDOBRASIL

Um misto de ignorância e má fé tem servido, nos últimos dias, como base de um discurso bastante disseminado nas redes sociais dando conta de que, via BNDES, o governo brasileiro teria “doado” 682 milhões de dólares a Cuba.

É um típico caso de contrainformação montado para, justamente, utilizar incautos como massa de manobra. Por isso, vale a pena uma explicação básica sobre o tema.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, como o próprio nome diz, é um banco. Não doa nada, empresta. A diferença é que o BNDES é um banco a serviço do Brasil, do povo brasileiro, dos interesses do País, aqui e no exterior.

Em Cuba, o BNDES financiou 682 milhões de dólares de um total de 957 milhões de dólares para a construção do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana. Isso corresponde a 85% do valor para as obras do porto. Os gastos restantes serão feitos pelo governo cubano.

Como parte da negociação, o BNDES acordou com Cuba que 802 milhões de dólares do total de gastos previstos para o empreendimento serão gastos no Brasil, na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiros.

Com essa medida, empresas brasileiras terão participação garantida na construção do maior porto da América Latina, o que significa dizer geração de empregos e divisas para o País.

No dia 27 de janeiro, a presidenta Dilma Rousseff esteve em Cuba para, ao lado do presidente Raúl Castro, garantir mais essa parceria com o país irmão do Caribe.

Vale lembrar que o BNDES não libera os recursos de uma vez, mas sempre de acordo com o andamento das obras, a partir da análise de cada fase da construção. 

Esses repasses são feitos de acordo com a cotação diária do dólar, por isso o montante total é estimado em moeda americana, embora o reembolso do BNDES seja feito em reais.

Então, antes de cair na conversa mole de quem torce contra o Brasil, lembre-se: 

O BNDES nada mais é do que um banco, mas um banco especial, nosso, do Brasil, um parceiro financeiro que viabiliza também obras internacionais para garantir mais e melhores investimentos para o País.

O resto é boato.

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