31.7.12


Após denúncia ao Juiz Eleitoral da 84ª Zona em Paulo Afonso, de que a Coligação Seriedade e Trabalho– PDT-DEM-PT-PV-PMDB cometia abuso com a fachada do seu comitê que ultrapassa o limite máximo permitido pela Lei nº 9.504/97 (atualizado pelo art. 9º., caput, II, da Res. TSE nº. 23.370/12) que é de 4m2, foi determinada a imediata retirada do material. Segundo a denúncia, a propaganda veiculada caracterizava-se como outdoor, que é proibido por lei. Além da imediata retirada deveria o infrator arcar com multa no valor de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.
Para os denunciantes e demais cidadãos pauloafonsinos a ousadia da coligação do DEM-PDT-PT-PV-PMDB era mais uma demonstração do quanto o atual prefeito e candidato a reeleição afronta as leis e a Justiça deste País. Além disso, a exibição do outdoor em questão é uma clara declaração de abuso do poder econômico em face da realidade financeira da cidade e dos demais partidos adversários neste pleito. (Por Eduardo Santos)

26.7.12


Eles foram dar apoio às reivindicações dos assentados no estado.
Milhares de militantes do Movimento dos Sem Terra em Sergipe, estiveram hoje na capital do estado realizando uma Marcha com o objetivo de entregar aos Bancos do Brasil e Banco do nordeste a pauta de reivindicação com as propostas de renegociação da dívida dos assentados e a criação de uma linha de crédito específica para a produção agrícola nos assentamentos.
Presentes ao ato, em solidariedade aos manifestantes, os Deputados Heleno (PRB) Silva e João Daniel (PT), foram levar a solidariedade da classe política. Os dois fizeram uso da palavra. Heleno falou das dificuldades que o povo do sertão vem passando e cobrou agilidade do governo para se tenha uma solução rápida em beneficio dos que ali estavam presentes. Já Daniel, que é referência para o movimento, disse que a hora é de cobrar mais fortemente as promessas feitas pelo governo.
Milhares de assentados estiveram presentes e deixaram a Praça Vermelha.

20.7.12


Que recebe, por mês, aproximadamente 10 milhões de reais.
Para quem mora fora da cidade e recebe as informações do volume de dinheiro que é arrecadado pelo município de Canindé de São Francisco, tomará um susto quando a visitar. É que a administração atual da cidade foi blindada durante anos pela imprensa Sergipana, que fez vistas grosas ao abandono de alguns bairros.
No Bairro Novo a reclamação dos moradores é geral. Segundo uma das moradoras da localidade, há falta de água é constante e duradoura, deixando as famílias passarem necessidades. Já o saneamento básico, uma das obrigações básicas de qualquer administração, não foi feita e o esgoto corre na frente das casas onde crianças brincam, podendo haver a contaminação das mesmas por doenças.
Canindé, vendida como cidade turística, vive um dilema, os “turistas”, chamados de “bate e volta”, quando se aventuram a andar pela cidade, descobrem a realidade dura em que parte dos moradores vive. Enquanto que a prefeitura recebe por mês, algo em torno de 10 milhões de reais. Já na população, quando perguntada onde é gasto o dinheiro arrecadado, não tem uma resposta.

17.7.12

Desembargador do Rio de Janeiro narra história ocorrida no fórum.

A minha carreira de Promotor de Justiça foi pautada sempre pelo princípio da importância (inventei agora esse princípio), isto é, priorizava aquilo que realmente era significante diante da quantidade de fatos graves que ocorriam na Comarca em que trabalhava. Até porque eu era o único promotor da cidade e só havia um único juiz. Se nós fôssemos nos preocupar com furto de galinha do vizinho; briga no botequim de bêbado sem lesão grave e noivo que largou a noiva na porta da igreja nós não iríamos dar conta de tudo de mais importante que havia para fazer e como havia (crimes violentos, graves, como estupros, homicídios, roubos, etc).
Era simples. Não há outro meio de você conseguir fazer justiça se você não priorizar aquilo que, efetivamente, interessa à sociedade. Talvez esteja aí um dos males do Judiciário quando se trata de “emperramento da máquina judiciária”. Pois bem. O Procurador Geral de Justiça (Chefe do Ministério Público) da época me ligou e pediu para eu colaborar com uma colega da comarca vizinha que estava enrolada com os processos e audiências dela.
 Lá fui eu prestar solidariedade à colega. Cheguei, me identifiquei a ela (não a conhecia) e combinamos que eu ficaria com os processos criminais e ela faria as audiências e os processos cíveis. Foi quando ela pediu para, naquele dia, eu fazer as audiências, aproveitando que já estava ali. Tudo bem. Fui à sala de audiências e me sentei no lugar reservado aos membros do Ministério Público: ao lado direito do juiz.
 E eis que veio a primeira audiência do dia: um crime de ato obsceno cuja lei diz: Ato obsceno Art. 233 – Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público: Pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa.
 O detalhe era: qual foi o ato obsceno que o cidadão praticou para estar ali, sentado no banco dos réus? Para que o Estado movimentasse toda a sua estrutura burocrática para fazer valer a lei? Para que todo aquele dinheiro gasto com ar condicionado, luz, papel, salário do juiz, do promotor, do defensor, dos policiais que estão de plantão, dos oficiais de justiça e demais funcionários justificasse aquela audiência? Ele, literalmente, cometeu uma ventosidade intestinal em local público, ou em palavras mais populares, soltou um pum, dentro de uma agência bancária e o guarda de segurança que estava lá para tomar conta do patrimônio da empresa, incomodado, deu voz de prisão em flagrante ao cliente peidão porque entendeu que ele fez aquilo como forma de deboche da figura do segurança, de sua autoridade, ou seja, lá estava eu, assoberbado de trabalho na minha comarca, trabalhando com o princípio inventado agora da importância, tendo que fazer audiência por causa de um peidão e de um guarda que não tinha o que fazer. E mais grave ainda: de uma promotora e um juiz que acharam que isso fosse algo relevante que pudesse autorizar o Poder Judiciário a gastar rios de dinheiro com um processo para que aquele peidão, quando muito mal educado, pudesse ser punido nas “penas da lei”.
Ponderei com o juiz que aquilo não seria um problema do Direito Penal, mas sim, quando muito, de saúde, de educação, de urbanidade, enfim…
Ponderei, ponderei, mas bom senso não se compra na esquina, nem na padaria, não é mesmo? Não se aprende na faculdade. Ou você tem, ou não tem. E nem o juiz, nem a promotora tinham ao permitir que um pum se transformasse num litígio a ser resolvido pelo Poder Judiciário.
Imagina se todo pum do mundo se transformasse num processo? O cheiro dos fóruns seria insuportável.
 O problema é que a audiência foi feita e eu tive que ficar ali ouvindo tudo aquilo que, óbvio, passou a ser engraçado. Já que ali estava, eu iria me divertir. Aprendi a me divertir com as coisas que não tem mais jeito. Aquela era uma delas. Afinal o que não tem remédio, remediado está.
O réu era um homem simples, humilde, mas do tipo forte, do campo, mas com idade avançada, aproximadamente, uns 70 anos.
Eis a audiência:
Juiz – Consta aqui da denúncia oferecida pelo Ministério Público que o senhor no dia x, do mês e ano tal, a tantas horas, no bairro h, dentro da agência bancária Y, o senhor, com vontade livre e consciente de ultrajar o pudor público, praticou ventosidade intestinal, depois de olhar para o guarda de forma debochada, causando odor insuportável a todas as pessoas daquela agência bancária, fato, que, por si só, impediu que pessoas pudessem ficar na fila, passando o senhor a ser o primeiro da fila. Esses fatos são verdadeiros?
Réu – Não entendi essa parte da ventosidade…. o que mesmo?
Juiz – Ventosidade intestinal.
Réu – Ah sim, ventosidade intestinal. Então, essa parte é que eu queria que o senhor me explicasse direitinho.
Juiz – Quem tem que me explicar aqui é o senhor que é réu. Não eu. Eu cobro explicações. E então. São verdadeiros ou não os fatos?
O juiz se sentiu ameaçado em sua autoridade. Como se o réu estivesse desafiando o juiz e mandando ele se explicar. Não percebeu que, em verdade, o réu não estava entendendo nada do que ele estava dizendo.
Réu – O guarda estava lá, eu estava na agência, me lembro que ninguém mais ficou na fila, mas eu não roubei ventosidade de ninguém não senhor. Eu sou um homem honesto e trabalhador, doutor juiz “meretrício”.
Na altura da audiência eu já estava rindo por dentro porque era claro e óbvio que o homem por ser um homem simples ele não sabia o que era ventosidade intestinal e o juiz por pertencer a outra camada da sociedade não entendia algo óbvio: para o povo o que ele chamava de ventosidade intestinal aquele homem simples do povo chama de PEIDO. E mais: o juiz se ofendeu de ser chamado de meretrício. E continuou a audiência.
Juiz – Em primeiro lugar, eu não sou meretrício, mas sim meritíssimo.
Em segundo, ninguém está dizendo que o senhor roubou no banco, mas que soltou uma ventosidade intestinal. O senhor está me entendendo?
Réu – Ahh, agora sim. Entendi sim. Pensei que o senhor estivesse me chamando de ladrão. Nunca roubei nada de ninguém. Sou trabalhador.
E puxou do bolso uma carteira de trabalho velha e amassada para fazer prova de trabalho.
Juiz – E então, são verdadeiros ou não esses fatos.
Réu – Quais fatos?
O juiz nervoso como que perdendo a paciência e alterando a voz repetiu.
Juiz – Esses que eu acabei de narrar para o senhor. O senhor não está me ouvindo?
Réu – To ouvindo sim, mas o senhor pode repetir, por favor. Eu não prestei bem atenção.
O juiz, visivelmente irritado, repetiu a leitura da denúncia e insistiu na tal da ventosidade intestinal, mas o réu não alcançava o que ele queria dizer. Resolvi ajudar, embora não devesse, pois não fui eu quem ofereci aquela denúncia estapafúrdia e descabida. Típica de quem não tinha o que fazer.
EU – Excelência, pela ordem. Permite uma observação?
O juiz educado, do tipo que soltou pipa no ventilador de casa e jogou bola de gude no tapete persa do seu apartamento, permitiu, prontamente, minha manifestação.
Juiz – Pois não, doutor promotor. Pode falar. À vontade.
Eu – É só para dizer para o réu que ventosidade intestinal é um peido. Ele não esta entendendo o significado da palavra técnica daquilo que todos nós fazemos: soltar um pum. É disso que a promotora que fez essa denúncia está acusando o senhor.
O juiz ficou constrangido com minhas palavras diretas e objetivas, mas deu aquele riso de canto de boca e reiterou o que eu disse e perguntou, de novo, ao réu se tudo aquilo era verdade e eis que veio a confissão.
Réu – Ahhh, agora sim que eu entendi o que o senhor “meretrício” quer dizer.
O juiz o interrompeu e corrigiu na hora.
Juiz – Meretrício não, meritíssimo.
Pensei comigo: o cara não sabe o que é um peido vai saber o que é um adjetivo (meritíssimo)? Não dá. É muita falta de sensibilidade, mas vamos fazer a audiência. Vamos ver onde isso vai parar. E continuou o juiz.
Juiz – Muito bem. Agora que o doutor Promotor já explicou para o senhor de que o senhor é acusado o que o senhor tem para me dizer sobre esses fatos? São verdadeiros ou não?
Juiz adora esse negócio de verdade real. Ele quer porque quer saber da verdade, sei lá do que.
Réu – Ué, só porque eu soltei um pum o senhor quer me condenar? Vai dizer que o meretrício nunca peidou? Que o Promotor nunca soltou um pum? Que a dona moça aí do seu lado nunca peidou? (ele se referia a secretária do juiz que naquela altura já estava peidando de tanto rir como todos os presentes à audiência).
O juiz, constrangido, pediu a ele que o respeitasse e as pessoas que ali estavam, mas ele insistiu em confessar seu crime.
Réu – Quando eu tentei entrar no banco o segurança pediu para eu abrir minha bolsa quando a porta giratória travou, eu abri. A porta continuou travada e ele pediu para eu levantar a minha blusa, eu levantei. A porta continuou travada. Ele pediu para eu tirar os sapatos eu tirei, mas a porta continuou travada. Aí ele pediu para eu tirar o cinto da calça, eu tirei, mas a porta não abriu. Por último, ele pediu para eu tirar todos os metais que tinha no bolso e a porta continuou não abrindo. O gerente veio e disse que ele podia abrir a porta, mas que ele me revistasse. Eu não sou bandido. Protestei e eles disseram que eu só entraria na agência se fosse revistado e aí eu fingi que deixaria só para poder entrar. Quando ele veio botar a mão em cima de mim me revistando, passando a mão pelo meu corpo, eu fiquei nervoso e, sem querer, soltei um pum na cara dele e ele ficou possesso de raiva e me prendeu. Por isso que estou aqui, mas não fiz de propósito e sim de nervoso. Passei mal com todo aquele constrangimento das pessoas ficarem me olhando como seu eu fosse um bandido e eu não sou. Sou um trabalhador. Peidão sim, mas trabalhador e honesto.
O réu prestou o depoimento constrangido e emocionado e o juiz encerrou o interrogatório. Olhei para o defensor público e percebi que o réu foi muito bem orientado. Tipo: “assume o que fez e joga o peido no ventilador. Conta toda a verdade”. O juiz quis passar a oitiva das testemunhas de acusação e eu alertei que estava satisfeito com a prova produzida até então. Em outras palavras: eu não iria ficar ali sentado ouvindo testemunhas falando sobre um cara peidão e um segurança maluco que não tinha o que fazer junto com um gerente despreparado que gosta de constranger os clientes e um juiz que gosta de ouvir sobre o peido alheio. Eu tinha mais o que fazer. Aliás, eu estava até com vontade de soltar um pum, mas precisava ir ao banheiro porque meu pum as vezes pesa e aí já viu, né?
No fundo eu já estava me solidarizando com o pum do réu, tamanho foi o abuso do segurança e do gerente e pior: por colocarem no banco dos réus um homem simples porque praticou uma ventosidade intestinal.
É o cúmulo da falta do que fazer e da burocracia forense, além da distorção do Direito Penal sendo usado como instrumento de coação moral. Nunca imaginei fazer uma audiência por causa de uma, como disse a denúncia, ventosidade intestinal. Até pum neste País está sendo tratado como crime com tanto bandido, corrupto, ladrão andando pelas ruas o judiciário parou para julgar um pum.
Resultado: pedi a absolvição do réu alegando que o fato não era crime, sob pena de termos que ser todos, processados, criminalmente, neste País, inclusive, o juiz que recebeu a denúncia e a promotora que a fez. O juiz, constrangido, absolveu o réu, mas ainda quis fazer discurso chamando a atenção dele, dizendo que não fazia aquilo em público, ou seja, ele é o único ser humano que está nas ruas e quando quer peidar vai em casa rápido, peida e volta para audiência, por exemplo.
É um cara politicamente correto. É o tipo do peidão covarde, ou seja, o que tem medo de peidar. Só peida no banheiro e se não tem banheiro ele se contorce, engole o peido, cruza as perninhas e continua a fazer o que estava fazendo como se nada tivesse acontecido. Afinal, juiz é juiz.
Moral da história: perdemos 3 horas do dia com um processo por causa de um peido. Se contar isso na Inglaterra, com certeza, a Rainha jamais irá acreditar porque ela também, mesmo sendo Rainha… Você sabe.
Paulo Rangel (Desembargador do Tribunal de Justica do Rio de Janeiro).
(História enviada por Taniã Ferreira)

14.7.12


O ato foi realizado hoje na feira do município.
Durante a manhã deste sábado (14) o candidato a Prefeito de Canindé de São Francisco Pastor Heleno realizou uma visita a Feira Livre com seus candidatos a vereadores. Durante todo o percurso o candidato usou da palavra no serviço de som do automóvel da campanha, empolgando a militância e feirantes.
Heleno disse que, sendo eleito, Canindé terá uma saúde digna e não a que atualmente vem sendo ofertada pela atual administração, que mesmo recebendo mais de 10 milhões de reais por mês, deixa faltar ate esparadrapo.
A pouco mais de dois meses, o Site Notícias do Sertão recebeu uma denuncia de que dezenas de caixas de remédios vencidos estavam abandonadas em uma das repartições publicas e publicou, sem que fosse contestada a denuncia ate hoje.
A assessoria do candidato disse que a agenda de hoje continua hoje com reuniões com lideranças e amanhã, Heleno estará fazendo visitas e se reunindo com seus assessores para programar as ações a serem feitas durante a próxima semana.

10.7.12


Anilton Bastos foi eleito em 2008 e assumiu no primeiro de janeiro de 2009. Os seus aliados se vangloriam e contam uma passagem de sua história. Eles estufam o peito e dizem “Anilton demitiu todos os REDAS com uma canetada só!”. Em referência ao decreto feito pelo prefeito no primeiro dia de seu governo.
Naquele fatídico dia para os demitidos, foram colocados na Rua milhares de pais e mães de famílias pauloafonsinos. Em seguida, Anilton começou a contratar outros tantos e ate hoje se têm notícias de que ele continua colocando gente pelo sistema Reda - Regime Especial de Direito Administrativo.
E para ilustrar mais a história do personagem prefeito. Ele tinha nas mãos a famosa caneta que demitiu, para admitir os 1800 aprovados no Concurso Público realizado pelo governo municipal. Mas Anilton não fez isto. Ele continua a descumprir uma ordem judicial que determina a contratação de todos.
Anilton demite no primeiro dia do seu governo milhares de pessoas e atualmente descumpre a Lei.
Sônia Caires é candidata a Prefeita pelo PCdoB – Partido Comunista do Brasil. Ela foi funcionária da Chesf – Companhia Hidrelétrica do São Francisco. Na empresa foi Chefe de Serviços no CFPPA – Centro de Formação de Profissionais de Paulo Afonso, mais conhecido como “Escolinha”.
Durante o governo Collor de Mello a empresa recebeu a ordem de reduzir o número de funcionários. Os técnicos que vivem em salas com Ar Condicionados de Brasília, tiverem a péssima idéia de que demitir seria o melhor caminho.
Naquela época, Sônia Caires recebeu um documento vindo da APA – Administração Regional de Paulo Afonso, que tinha Ednaldo Barbosa com administrador, onde pedia que ela informasse os nomes daqueles que deveriam ser demitidos. Ela então informou a Chefia de que sua equipe já estava enxuta e que não poderia demitir ninguém.
Pressionada para indicar os nomes das pessoas a serem demitidos, Sônia então fez a sua Carta de Demissão. Ela para não demitir pais ou mães de famílias, indicou seu próprio nome a demissão. Não queria ela ter sua história marcada por essa mancha.
Em Recife, quando a Diretoria recebeu o documento se negou a aceitar o pedido. Ate hoje Sônia Caires é lembrada por aqueles a quem ela protegeu e por aqueles que determinaram que ela demitisse. Pelos primeiros resta o agradecimento. Pelos envolvidos diretamente, sobrou sobrou a história para contar de alguém que não arredou um milímetro dos seus princípios.

O fato aconteceu entre os dias, 02 a 06 de julho no Pontal da Vila Matias, durando ao todo 18hs. Com este ato a empresa prejudicou mais de 20 famílias que moram na localidade.
Os moradores informaram que perderam alimentos, tiveram falta de água já que utilizam de bombas para puxar do lago da PAIV. Criando um caos para os moradores.
Algumas festas juninas que estavam preparadas tiveram que ser canceladas. Os moradores informaram, atreves do “Você Reporte”, que este não é um caso isolado. No Pontal a falta de energia e a queda de tensão são comuns, causando constantemente a perda de equipamentos eletrônicos.
Ele ira trabalhar na Campanha de Reeleição do Prefeito Anilton
Desde o dia 30 de junho que Flávio Henrique deixou a procuradoria do município para se dedicar com exclusividade, segundo informações, da campanha a reeleição do atual prefeito Anilton Bastos. Para o seu lugar na procuradoria foi a advogada Gueliane.
Ela é natural de Paulo Afonso e teria conseguido assumir o cargo por ter se destacado no trabalha que já vinha desempenhando na procuradoria.
Com a saída de Flávio o caso dos Concursados agora será tocado, dentro da prefeitura, pela senhora Guerliane.

5.7.12


Após ser anunciado como o possível candidato a vice prefeito pelo PP, na chapa encabeçada por Gilson Fernandes do PSB, Miguel cedeu a vaga ao ex-vereador Marquinhos do Hospital. Esta movimentação na mudança do nome do postulante mostra a falta de unidade existente no grupo que dá sustentação a coligação.
Outros nomes teriam sido sondados, mas não aceitaram e com os dias ainda noticiaremos o porquê de eles terem declinado.
Agora a chapa é Gilson Fernandes candidato a prefeito e Marquinhos do Hospital a vice.

Com o texto “Amanheço triste pela minha exclusão de forma abrupta do processo eleitoral...”. Ele deixa claro que uma “família de caloteiros” o teria barrado no processo. Perguntado quem seriam estas pessoas ele afirmou serem os Negromontes.
Pai e filho são deputados pelo PP e controlam outras agremiações na cidade. Uma delas o PRTB - Partido Renovado Trabalhista Brasileiro Renovador, cujo presidente é Geraldo Alves. Que, segundo ele, descobriu de forma dolorosa como os “Mários” trata os seus.

Em um dos vídeos apreendidos na casa de Adriano Aprígio, ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, comemora o envolvimento de petistas no chamado Escândalo dos Aloprados.
Em setembro de 2006, às vésperas do início da propaganda eleitoral na televisão, petistas foram presos em um hotel em São Paulo com R$ 1,7 milhão. Com odinheiro pretendiam comprar um dossiê que supostamente envolvia o tucano José Serra – então candidato à presidência da República – com o desvio de verbas do orçamento destinadas à compra de ambulâncias. O escândalo prejudicou Lula, que concorria à reeleição e esperava ganhar no primeiro turno, o que não aconteceu.
O vídeo apreendido, já periciado pela Polícia Federal, mostra uma conversa entre o jornalista Mino Pedrosa e Dadá, o araponga que atendia à quadrilha do bicheiro. Pedrosa relata que o PSDB armou a história do dossiê e o “PT caiu nela”.
O araponga vibra e comemora: “Tem que f….. o Lula! Tem que f….. o barbudo!
Marcelo Auler do Jornal do Brasil.

4.7.12


Já está assegurado o terreno para a construção da nova sede da Justiça do Trabalho em Paulo Afonso, município do Vale do São Francisco, distante 434 km de Salvador. A presidente do TRT da Bahia, desembargadora Vânia Chaves, assinou (foto) na tarde desta terça-feira (3), a escritura da área doada pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), das mãos de seu diretor-presidente, João Bosco de Almeida, em uma grande solenidade realizada na sede da companhia em Paulo Afonso.
''Este é um sonho que acalentamos há mais de duas décadas'', declarou a presidente do Tribunal, desembargadora Vânia Chaves, referindo à perspectiva da Justiça do Trabalho em Paulo Afonso, enfim, ter uma sede própria. Desde a instalação da Justiça do Trabalho no município, em 1986, a vara funcionou em dois locais diferentes, sendo que o atual imóvel (foto) ocupado pela unidade fora cedido ao TRT pela própria Chesf. ''Com esta doação, reforçamos os laços institucionais que devem existir entre os vários setores da sociedade'', afirmou, enaltecendo o que chamou de ''saudável a relação de parceria'' que sempre existiu entre as duas instituições naquela região.
''Reitero meus agradecimentos a todos os envolvidos na concretização dessa primeira etapa, conclamando-os para que se envolvam neste projeto, que demonstra a verdadeira existência de uma 'revolução silenciosa do Judiciário''', finalizou a presidente, fazendo alusão às palavras do ministro César Peluso, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, em seu discurso de Abertura do Ano Judiciário de 2012.
O TERRENO - Com 2.682,87 metros quadrados, o terreno doado fica na Rua Tancredo Neves, lote 97, no bairro Alves de Souza, próximo a agencia da Caixa. A atual sede da Justiça do Trabalho local, que fica na Rua das Caraibeiras, 160, General Dutra, foi reformada pela última vez no final de 2008. Mesmo assim, segundo o diretor adjunto da Vara, Mário Adolfo da Silva, a construção de um novo prédio, que atenda de maneira condizente a atual falta de espaço na unidade, sempre foi uma demanda da comunidade local.
Além da presidente do TRT baiano, estiveram presentes à cerimônia o corregedor regional, desembargador Valtércio de Oliveira, o vice-corregedor Tadeu Vieira, a titular da Vara da Paulo Afonso, juíza Mirella Grassi Muniz (há seis anos à frente da unidade), o secretário-geral, Carlos Alberto Leite, e o diretor-geral, Tarcísio Filgueiras. Da Chesf, além do diretor-presidente, participaram da solenidade o diretor administrativo, José Pedro de Alcântara, o administrador regional, Augusto Cezar Vieira de Souza, e o coordenador de relações institucionais, Eduardo Salazar.
O evento contou com o comparecimento de diversas autoridades regionais, como o presidente da Câmara Legislativa, Regivaldo Coriolano, o representante do prefeito Municipal, Jurguta Neponuceno (vice-prefeito), e o deputado estadual Mario Negromonte Júnior. (Ascom TRT5 - Lázaro Britto)

3.7.12


Quando apareceu a notícia de que o Partido dos Trabalhadores estaria propicio a se alinhar com o pessoal da Arena, PDS, PFL, DEM na cidade de Paulo Afonso, muitas foram as pessoas que desacreditaram de tal informação. Naquele momento, sem que alguém pudesse detectar a fonte, muitos disseram que isto seria algo improvável. Isto porque historicamente o partido sempre esteve na contramão da direita local. Mas o tempo foi passando e eis que aquilo que nos parecia uma mentira, se torna realidade. O PT está junto do DEM, mesmo que não coligado, mas no mesmo palanque envergonhando muitos dos seus filiados.
A informação foi virando realidade quando o Deputado estadual do PT Paulo Rangel começou a defender publicamente este alinhamento com Anilton Bastos. Defensor ardoroso da aproximação, ele vendia a idéia de que o partido teria a vaga de vice na chapa. Mas o Site Notícias do Sertão informou há alguns meses com exclusividade, que Jughurta Nepomuceno ocuparia novamente a vaga. Furo de reportagem que tentaram desmentir, mas que se confirmou durante a convenção este mês. Algumas pessoas chegaram a se oferecer, dentro do PT, para ser a possível indicação, num flagrante movimento adesista. Foram todos ridicularizados pelo tempo e pela ação do povo do DEM, que nunca, eu disse nunca, fez esta proposta ao deputado ou a qualquer pessoa da executiva local.
Ai veio a tal da conversa de que o prefeito iria convidar algumas pessoas, neste movimento de cooptação, para estarem no governo. Falou-se ate em secretarias e insinuou-se ate nomes. Mas uma vez eram pessoas ligadas, dentro do PT, ao deputado Paulo Rangel que faziam estas informações circularem, seduzindo algumas almas penadas que vagam pelas entranhas do agrupamento e que só aparecem quando são buscados em casa por carros a disposição de convencionais. Mais fumaça foi vendida e alguns compraram.
Ai entrou em cena novamente o deputado e fez circular a informação de que há um acordo com Anilton para que o nome dele seja o preferencial nas próximas eleições de 2014 para deputado, isto reverberado por seus comandados. Além de Paulo e o pessoal ligado a ele, alguém mais acredita nesta informação? Porque aqui mesmo no Site já houve a informação de que isto não passa de delírio. Segundo pessoas ligadas a Anilton, nunca houve este acerto e não há nenhum outro que seja em beneficio do Partido dos Trabalhadores. Desse crime Anilton não pode ser acusado.
Esse pessoal vende a idéia de que, em 2016 com a saída de Anilton, Paulo seria o candidato do novo grupo. Este acordo não há! Nunca houve! E pelo que se sabe, nunca acontecerá! Rangel vendeu várias informações ao PT que ao longo dos dias e meses, vão sendo desmentidas pelos fatos.
Na reunião que “definiu” o apoio do PT ao pessoal da Arena, PDS, PFL, DEM, Paulo disse que o PV queria a coligação. Não era o que sabíamos. Não é o que está acontecendo. E para completar a opera bufa em que o partido está metido, ele que já foi a vanguarda da esquerda pauloafonsina, a maioria da executiva definiu que o nome do homem que fechou a Maternidade Municipal junto com o prefeito, o senhor Luiz Aureliano não seria candidato a vereador pelo partido. Mas eis que o deputado, que para o Bem ou para Mau, foi a uma reunião e determinou que o nome do dito cujo devesse constar da lista de candidatos. O partido dobrou mais uma vez a coluna e se calou. Basta dá uma olhada na folha e encontraram nome ate o sobrenome do sujeito.
Sabe qual foi a defesa? Que ele seria o puxador de votos no Partido! Só quem não vive na cidade pode falar algo assim. Não conhece a política local, e só aparece para trazer problemas, pode acreditar em algo deste nível.
Paulo vem jogando pesado para que o partido seja dobrado e se abaixe diante de suas idéias. Ele faz um jogo que pode levar o PT ao topo ou acabar com o partido de vez. O tempo dirá quem está certo. Eu torço para que ele esteja certo e eu esteja errado.
Enquanto isto, a executiva estadual se cala ou assina embaixo das ações do deputado.
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial