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Se nem Janja está segura, quem protege as mulheres do Brasil?

A denúncia feita por Janja sobre ter sofrido assédio mesmo sob escolta oficial expôs a vulnerabilidade das mulheres no Brasil, mesmo em posições de poder. O relato, feito em 3 de março de 2026, ganhou repercussão nacional e abriu espaço para um debate urgente sobre segurança e respeito.

A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, afirmou em entrevista televisiva que foi assediada em duas ocasiões desde que assumiu o posto ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Está insuportável para nós mulheres. Eu, como primeira-dama, não tenho segurança em nenhum lugar que eu estou. Eu já fui assediada neste período duas vezes”, declarou, destacando que os episódios ocorreram mesmo em ambientes considerados seguros, cercada por escolta e câmeras.

Brasil vira campo de guerra contra o feminicídio

O Brasil encerra 2025 com números alarmantes de violência contra mulheres, revelando um recorde histórico que não pode ser ignorado. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, apenas em setembro foram registrados 82.531 novos pedidos de medidas protetivas, o maior índice da série histórica. No mesmo mês, os feminicídios chegaram a 1.142 casos, superando em 256 registros o ano anterior. Esses números escancaram a brutalidade cotidiana, mas também reforçam a urgência da mobilização feminista em defesa da vida.

Em diversas cidades, movimentos como Mulheres Vivas ocuparam ruas e praças, transformando dor em resistência. Em Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo, milhares marcharam contra o feminicídio, denunciando a impunidade e exigindo políticas públicas mais eficazes. A luta feminista, longe de ser apenas denúncia, tem se mostrado força vital para pressionar o Estado e conscientizar a sociedade sobre a gravidade da violência de gênero.

Tá na internet: Informações importantes sobre o 8 de março - ou como não ser um idiota


Hoje é um dia muito difícil para todas as mulheres. Não é fácil se entender como mulher em um mundo que oprime e mata as mulheres, aguentar as piadas machistas, as "homenagens" igualmente machistas de quem não se prontifica a mudar sua postura no mundo. 

Então aí vão alguns informações que acho que todos deveriam saber sobre a data:

Sobre a concepção: Feminismo é um movimento anticapitalista, que compreende que a liberdade das mulheres só será alcançada em um outro modelo de sociedade. No capitalismo poderemos ter avanços pontuais, desde que não ameacem a exploração do trabalho e a propriedade privada. Feminismo é portanto, necessariamente luta de classe. 

Tá na internet: GRILOS E GRELOS (Por Malu Aires)


Quando Lula falou do grelo duro, ele reconhecia que a revolução se faz com o ventre, nesse país.
Era memória sincera, da força da sua mãe que mandou o escroto bêbado, pai ausente e vigarista, à merda, criando os filhos, sozinha. 

Ele reconhecia a força das mulheres brasileiras. Da mulher que pega filhos de outras mulheres, pra cuidar, vestir, alimentar, há séculos.