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Como preparar vasos e floreiras para plantar espécies em casa

À frente da Praça do Polinizador, na 36º CASACOR São Paulo, o paisagista Luciano Zanardo compartilha sua experiência e dicas sobre como cultivou as espécies presentes em mais uma participação que realiza na maior mostra, em São Paulo

Trazer um pouco da natureza para a casa é sempre uma boa pedida. Seja em vasos ou floreiras, ambientes como salas, varandas, jardins internos ou externos e até mesmo dormitórios ficam sempre mais alegres e bonitos com a presença do natural. Com uma infinidade de espécies disponíveis para a escolha, há sempre a planta ideal para o estilo e condições climáticas que o ambiente possui. Porém, mais do que regar a planta e garantir que ela não desfaleça por estar longe do sol, alguns cuidados são necessários desde antes do plantio.

“Preparar vasos e floreiras de maneira adequada é essencial para garantir um ambiente ideal ao crescimento saudável das plantas. Esse cuidado inicial é fundamental para estabelecer as condições ideais de drenagem, nutrientes e espaço para o desenvolvimento das raízes”, explica o paisagista Luciano Zanardo, do escritório Zanardo Paisagismo. Assinando a Praça do Polinizador, na 36ª edição de CASACOR São Paulo, o especialista traz orientações e dicas valiosas que, quando seguidas corretamente, permitem que flores, folhagens, ervas ou vegetais prosperem de maneira exuberante e vibrante. Confira!

Flores de plástico não morrem

Houve um tempo em que fui coroinha na Igreja Católica em Paulo Afonso e participava de grupos de jovens que se reuniam todos os sábados à noite na Casa da Criança I, uma escola administrada pela cúria diocesana da minha cidade, no interior da Bahia. São lembranças bonitas de um período em que era possível sonhar com um país melhor para todos. Foi durante as missas e ajudando na sacristia que conheci o Padre Pedro, que mais tarde se tornou meu amigo. Tanto que ele convidou a mim, Alberom e Rogério (Shell) para sua formatura no curso de Direito em Recife/PE. Fomos os únicos da cidade a participar. Foi também a primeira vez que tive que usar um paletó, emprestado de um amigo para poder ir.

Pedro viajava pelas cidades da diocese para rezar missas, fazer batizados e celebrar casamentos. Em uma dessas viagens, ele me perguntou se eu poderia ajudá-lo. Eu disse que sim, e lá fomos nós. Era minha primeira vez em uma viagem desse tipo. Cada curva daquela estrada de terra era algo novo para mim. Era tão estreita que, às vezes, tínhamos que parar para deixar outro carro passar na direção oposta. Até hoje, guardo lembranças das pessoas e dos lugares por onde passamos naqueles dias.