No curto espaço histórico de onze anos a direita cassou um
mandato presidencial, deu as cores do governo Michel Temer, o perjuro, elegeu
presidente da República um obscuro deputado fascista, desorganizou o Estado e
impôs pesadas perdas dos direitos políticos, dos direitos previdenciários,
trabalhistas e sociais de um modo geral. Impôs retrocessos que ainda estão
longe de serem consertados, todos levados a cabo em face de uma sociedade e de
um sindicalismo silentes. É o thatcherismo caboclo. O 25 de fevereiro, nada
obstante sua relevância, não terá, pois, surpreendido o observador da cena
brasileira. E há, ainda, muito o que aguardar das forças protofascistas aqui
atuantes, aparelhadas e bem fornidas de apoios do sistema.
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A extrema-direita avança em terreno vazio
Para bem compreender o processo social em curso, o primeiro
passo é reconhecer que a direita e a extrema direita brasileiras vêm dando
seguidas mostras de vitalidade e capacidade organizativa, principalmente a
partir de 2013 e daqueles idos de junho, que, sob as mais variadas facetas,
chegam até aqui como que marcando um determinado ciclo, inconcluso, de nossa história contemporânea.
ACM Neto é um "coronel velho travestido de novo" diz Roberta Roma
A esposa do ministro das cidades, João Roma, não poupou nas palavras para definir o antigo aliado, ACM Neto. Em entrevista a Folha de São Paulo ela, que é pré-candidata a deputada federal no Estado da Bahia, disse estar sendo perseguida pelo velho Carlismo.
Antes aliados, João Roma e ACM Neto hoje não convivem em um mesmo espaço sem que as caras não sejam feias.
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