Um caso como este, que repercute na sociedade sergipana e em
todos setores públicos, realmente necessita de provas robustas porque, pelo
inquérito da Deotap, envolve agentes públicos e favorecimento para aprovar as
licenças ambientais. Se os agentes públicos da Adema fecharam os olhos para as
irregularidades e se as exigências legais não foram atendidas, a aprovação
acelerada das licenças é algo gravíssimo. Sem contar o favorecimento e
corrupção conforme a quebra de sigilo bancário citada no inquérito.
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Processo aterros Itabaiana e Itaporanga: MPE pediu novas diligências
E o blog continua esmiuçando o Inquérito Policial nº
1693/2022, da Deotap/PCSE, que investigou a prática de crime no âmbito da
ADEMA, envolvendo os empreendimentos Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de
Itabaiana e CTR de Itaporanga d’Ajuda. O inquérito foi aberto por uma denúncia
formulada pelo MPE e, após a remessa ao Poder Judiciário, foi remetido para o
MPE oferecer ou não a denúncia. O promotor de Justiça responsável pelo caso,
João Rodrigues Neto, foi procurado por este espaço, apenas confirmou que prorrogou
o prazo por mais 30 dias por conta das diligências solicitadas e que o processo
encontra-se em segredo de justiça, não podendo, por isso, dar detalhes.
Itaporanga e Itabaiana: irregularidades aterros apontadas pela Deotap
Deu no Blog do Cláudio Nunes a informação das irregularidades
nos aterros sanitários de Itaporanga e Itabaiana.
Lei a matéria a seguir:
“Em 21 de fevereiro de 2022 foi aberto inquérito policial com base em requisição do Ministério Público do Estado de Sergipe tendo a investigação conduzida pelo Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública – DEOTAP da Polícia Civil do Estado de Sergipe.
O Inquérito Policial nº 1693/2022 investigou a prática de
crime no âmbito da ADEMA, envolvendo os empreendimentos Centro de Tratamento de
Resíduos (CTR) de Itabaiana e CTR Itaporanga d’Ajuda.
A investigação concluiu que Gilvan Dias dos Santos,
ex-presidente da ADEMA, e Dirceu Benjamin Reis, técnico da ADEMA responsável
pela coordenação do núcleo de licenciamento de aterros, receberam valores de
Maria Gabriela Bispo Almeida em troca de pareceres favoráveis e licenças
ambientais para os empreendimentos, dentre os quais se encontram o CTR
Itabaiana e o CTR Itaporanga d’Ajuda.
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