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Tá na internet: E o Brasil!? Caramba! (Por Luís Fernandes)


Mais uma semana se passou e até agora me parece que nós, forças oposicionistas à esquerda, ainda não conseguimos compreender e enfrentar consistentemente o fenômeno bolsonarista que cada vez mais se notabiliza por ser algo mais do que passageiro, mas uma faceta (contraditória) no aprofundamento da via autocrática e dependente do desenvolvimento do capitalismo brasileiro.

Se por um lado lideranças de uma esquerda social liberal apostam na tática de comentários públicos condenando as falas absurdas de Bolsonaro e seus ministros, ironizando projetos governamentais e assim obtendo “likes” e popularidade entre o eleitorado progressista, por outro, acompanhamos uma significativa estabilidade e até crescimento de popularidade do governo. Desde 2015, ainda sob a política austera do governo Dilma, a crise parecia aprofundar a situação de desemprego, violência urbana, fome e desmonte de políticas sociais progressivamente. No entanto, conforme identificou Paulo Nogueira Batista Jr., no final de 2019 o governo adotou algumas políticas heterodoxas “envergonhadas” como o saque do FGTS e o décimo terceiro do bolsa família que fizeram a situação aparentar que, se não melhorou, parou de piorar para significativas parcelas da população. Além disso, a crescente (des) sofisticação produtiva do país nos serviços e na indústria e a desregulamentação do mercado de trabalho impulsionaram a questão da uberização e a criação de subempregos extremamente precarizados.

Frente Popular em Paulo Afonso faz reunião para articular a Greve Geral



Trabalhadores e movimentos populares de Paulo Afonso na Bahia vão se reunir amanhã, 05, no Sindicato do Eletricitários da Bahia na cidade de Paulo Afonso para tratar da greve geral de 14 próximo.

Além da pauta em defesa da educação, do direito de aposentadoria, há também a da defesa da previdência, Lula Livre e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19.

Este movimento é todo ele coordenado pela Frente Popular que tem diversas forças e coligações eleitorais de partidos de esquerda. Eles também buscam aglutinar partidos de centro que estão insatisfeitos com a política do atual presidente Bolsonaro.

A convocação, é feita de maneira unificada, buscando eliminar o que é dissenso e focando naquilo é consenso entre todos.