Uma semana depois da operação de busca e apreensão na casa de Carlos Bolsonaro e na do próprio ex-presidente em Angra, no Rio de Janeiro, a PF voltou à casa de praia de Jair Bolsonaro e apreendeu o celular de outro pilar do “Gabinete do Ódio”, o assessor Tercio Arnaud Thomaz, que estava na residência.
Também pediu o passaporte do ex-presidente - que alegou
estar sem o documento e se comprometeu a entregá-lo depois -, e comunicou a
Bolsonaro que ele está impedido de se comunicar com os outros alvos da
operação: os generais Augusto Heleno e Braga Netto, além de assessores.
