Ministro da Educação destaca qualidade das escolas da Bahia: "uma escola que atrai o jovem, que garante a permanência e estimula o ensino"



“Eu queria parabenizar, porque poucas escolas nesse país são tão bonitas, com essa infraestrutura, como essas que Rui entregou e que Jerônimo está entregando hoje aos alunos da Bahia”. O elogio do ministro da Educação, Camilo Santana, veio durante a solenidade de adesão do Estado ao programa Pé-de-Meia, implantado pelo Governo Federal. Na Arena Fonte Nova, nesta segunda (11), o governador Jerônimo Rodrigues formalizou a participação dos estudantes baianos na iniciativa de assistência estudantil.

Para Camilo, o modelo adotado é “uma escola que atrai o jovem, que garante a permanência dele, estimulando o ensino técnico profissionalizante, para que o aluno já saia com um diploma na mão, com uma profissão”. Ele destaca ainda que, com a adesão ao Programa Pé de Meia, o Governo da Bahia reforça as garantias que já vem adotando para que o jovem permaneça na escola.


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Desde 2019 já foram entregues, em diversas regiões do estado, 73 escolas em tempo integral, com laboratórios, salas de aulas climatizadas, campos de futebol society, quadra coberta, refeitório, teatros, piscinas e outros equipamentos esportivos e culturais.

Além do ambiente adequado para os estudos, para a prática de esporte e de atividades culturais, o Governo da Bahia mantém outras iniciativas para incentivar a permanência dos jovens nas escolas. Com um orçamento de R$ 635,9 milhões, o Programa Bolsa Presença, por exemplo, tem previsão de atender este ano, 372 mil famílias e 422 mil estudantes do ensino médio da rede estadual.

Já o Programa Mais Futuro é um auxílio permanência para assegurar frequência em sala de aula e melhores condições de aprendizagem dos universitários das unidades de ensino superior da rede pública estadual. São ofertados estágios e auxílio financeiro, este no valor de R$ 300 ou R$ 600 mensais. O primeiro valor é destinado a universitários que estudam a até 100 quilômetros da sua cidade de origem. Já o segundo é para aqueles que moram em cidades a mais de 100 quilômetros de distância do campus onde estão matriculados.

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