1.7.17

UM PEDIDO DE DESCULPAS (Por Fernando Horta)

Precisamos, a bem do convívio social, reconhecer quando somos incoerentes ou inconsistentes. Entender o outro é vital numa sociedade, especialmente em momentos de crise como estamos enfrentando.

Esta semana eu percebi o sentimento de repulsa, de impotência e indignação que os apoiadores do golpe no Brasil viveram durante todo o período de governos progressistas (de 2003 até 2014). A opressão do sistema social, político e jurídico deve ter sido insuportável para eles durante todos estes anos. E eu, inadvertidamente, não percebi o quanto era aterrador para a direita.

Desde o início do governo Temer eu tenho sentido, provavelmente, o que eles sentiram por quase 13 anos. Tenho anos de estudo, pós-graduações, experiência em diversos estados como professor e ainda assim tenho me sentido amarrado, sem reconhecer o meu país. Uma vontade imensa de sair gritando a indignação a cada direito perdido, a cada absurdo votado no congresso, a cada morte de pessoas vulneráveis, a cada cobertor retirado no inverno. Ver Mendonça Filho debatendo Educação com Alexandre Frota é simplesmente amedrontador. Ver Romero Jucá e sua desfaçatez falando em “votar reformas pelo Brasil” me engasga a garganta, me deixa enojado de uma forma que eu nunca tinha experimentado.

A Petrobrás sendo desmontada nas mãos de um gestor (Pedro Parente) que já foi condenado por desvios da própria Petrobrás me deixa sem saber a quem recorrer. Será que ninguém percebe o absurdo? Eu estou louco? É uma mescla de revolta com um sentimento ruim de impotência, algo muito nauseante. Ver o SUS sendo desmontado, farmácias populares sendo fechadas. Ver o governo pagar blogueiros semi-analfabetos para convencerem os jovens de que as “reformar do ensino” lhes serão benéficas é para mim, que sou professor, um crime. Algo indizível, impossível, que eu jamais pensei que poderia acontecer no meu país. A mentira e o embuste como estratégia política lutando pelo aprofundamento das diferenciações sociais.

Perceber a Justiça em silêncio em diversos casos. Desde pastores-políticos envolvidos em charlatanismo, acusações sexuais, lavagem de dinheiro ... simplesmente somem dos noticiários e seis meses depois vemos que a roda do poder andou e eles agora são vítimas processando suas acusadoras. Todos os citados em recebimentos de propina somem das páginas de jornais e vão aparecer nos sorteios do STF. Com muita sorte, aliás. As pedaladas que antes eram inaceitáveis e agora são legais. A compra de apoio que antes era a política do “toma lá da cá” agora voltou a ser o “presidencialismo de coalizão” funcionando. Enfim, o país derretendo e eu com este gosto amargo na boca, com o grito entupido na goela, sem saber direito a quem recorrer ou mesmo para quem rezar.

Um sentimento de estranheza a este amontoado de barbaridades feitas em apenas um ano por um governo vil e venal. Um presidente sujo, enfiado em corrupção desde sua gênese política, vindo à público comemorar números do PIB falsificados e, depois vir de novo, para dizer-se vítima de uma conspiração. É demais. É surreal, até para o Brasil. Estamos criando novos padrões para a canalhice institucionalizada. E eu aqui, amarrado por constrangimentos sociais e uma certa educação pequeno-burguesa pensando em mil formas de demonstrar o desgosto e a revolta. Das mais simples e sonoras gritando “fora Temer”, até as mais intrincadas e inconfessáveis.

No auge do meu desespero percebi o inferno que os apoiadores do golpe devem ter sofrido por longos 13 anos. Um pesadelo sem nenhuma forma de controle. Imaginem, era pobre indo para a universidade, era preto recebendo diploma de médico, de advogado. Era PIB batendo recorde decrescimento, era prefeito de capital em manifestação transgênero sendo aclamdo. Era o salário mínimo crescendo e o país atingindo o pleno emprego. Eram as leis de proteção ao trabalho respeitadas. Gente usando desodorante nacional nos aeroportos, embarcando para ver as famílias neste brasilzão. Era a ONU parabenizando o país pela saída do Mapa da Fome. Obama chamando o nosso presidente de “o cara”. Era discurso na ONU cheio de erros de português e metáforas populares, o-va-cio-na-do!

Era mulher na presidência sendo homenageada em revista gringa sem ter que falar uma palavra na língua deles. Era trans, preto, pobre tudo nos shoppings, fazendo rolé, frequentando – vejam só – espaços de gente “de bem”. Eu, com a experiência de hoje e o sofrimento que tenho no atual Brasil, imagino estes conservadores de direita sofrendo naqueles tempos. Deve ter sido uma tortura ver um retirante ter seu busto seu em mármore nos EUA. Para estes fascistas devia ser abominável aquela gente toda comemorando eleição, semelhante ao que é hoje para mim ver tanta gente defendendo hipocritamente “eleições indiretas”.

Eu reconheço, fui insensível. Não percebi o quando os conservadores, os fascistas e os neoliberais sofreram nestes treze anos. Tantos “absurdos” que obrigamos eles a começarem a experimentar e aceitar. Tantos privilégios que fomos quebrando e eles sem saber, afinal, que país era este. Estávamos a ponto de convencer policial que ele não pode matar e implementar estudos de gênero para evitar o estupro, a violência e o preconceito. E eu não me dei conta do sofrimento que impusemos a eles. Peço desculpas. Se hoje é insuportável para mim, que tenho formação humanista e tolerante, imagina para esta curruela de direita que se acha diferenciada neste país?

Só tem uma diferença entre o meu desconforto e indignação e a sua, golpista: eu respeitei as eleições.

30.6.17

Dois Pesos e Duas Medidas!

Estranho a posição do Ministro do STF, Marco Aurélio, em revogar a decisão do seu colega, Edson Fachin, e devolver o mandato do Aécio Neves no Senado. A JBS delatou Aécio de ter recebido R$ 2 milhões, com provas de áudio da conversa e imagens das malas de dinheiro entregues ao seu primo.

Pra comparar: por muito menos, um áudio onde destilava bravatas, Delcídio do Amaral foi preso e afastado do Senado pelo mesmo STF. Dois pesos e duas medidas.

Não bastasse essa polêmica medida, o STF liberou hoje da prisão o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures. Ele foi flagrado em vídeo correndo com uma mala contendo R$ 500 mil recebidos como propina da JBS. 

Peça chave na denúncia de corrupção passiva formulado pelo MP contra o presidente, Rocha Loures foi o assessor de confiança que Temer indicou pra tratar dos interesses da JBS junto ao governo. Por seus serviços receberia meio milhão de reais por semana. Agora está solto.

Enquanto isso, João Vacari, absolvido em segunda instância pelo Tribunal Federal da 4 região, continua preso em Curitiba pelo juiz Moro. Novamente, dois pesos e duas medidas.

Como não é piada, termino com a irônica frase do humorista brasileiro, Stanislaw Ponte Preta: Restaure-se a moralidade, ou locupletemo-nos todos.

Robinson Almeida
Deputado Federal PT/BA

"O País vazio" (Por Aldo Fornazieri)

"Um país que não tem dignidade não sente indignação"

"O presidente da República foi flagrado cometendo uma série de crimes e as provas foram transmitidas para todo o país. Com exceção de um protesto aqui, outro ali, a vida seguiu em sua trágica normalidade. Em muitos outros países o presidente teria que renunciar imediatamente e, quiçá, estaria preso. Se resistisse, os palácios estariam cercados por milhares de pessoas e milhões se colocariam nas ruas até a saída de tal criminoso, pois as instituições políticas são sagradas, por expressarem a dignidade e a moralidade nacional.
Aqui não. No Brasil tudo é possível. Grupos criminosos podem usar as instituições do poder ao seu bel prazer. Afinal de contas, no Brasil nunca tivemos república. Até mesmo a oposição, que ontem foi apeada do governo, dá de ombros e muitos chegam a suspeitar que a denúncia contra Temer é um golpe dentro do golpe. Que existem vários interesses em jogo na denúncia, qualquer pessoa razoavelmente informada sabe. Mas daí adotar posturas passivas em face da existência de uma quadrilha no comando do país significa pouco se importar com os destinos do Brasil e de seu povo, priorizando mais o cálculo político de partidos e grupos particulares.
O Brasil tem uma unidade política e territorial, mas não tem alma, não tem caráter, não tem dignidade e não tem um povo. Somos uma soma de partes desconexas. A unidade política e territorial foi alcançada às custas da violência dos poderosos, dos colonizadores, dos bandeirantes, dos escravocratas do Império, dos coronéis da Primeira República, dos industriais que amalgamaram as paredes de suas empresas com o suor e o sangue dos trabalhadores, com a miséria e a degradação servil dos lavradores pobres.
Índios foram massacrados; escravos foram mortos e açoitados; a dissidência foi dizimada; as lutas sociais foram tratadas com baionetas, cassetetes e balas. A nossa alma, a alma brasileira, foi ganhando duas texturas: submissão e indiferença. Não temos valores, não temos vínculos societários, não temos costumes que amalgamam o nosso caráter e somos o povo, dentre todas as Américas, que tem o menor índice de confiabilidade interpessoal, como mostram várias pesquisas.
Na trágica normalidade da nossa história não nos revoltamos contra o nosso dominador colonial. Ele nos concedeu a Independência como obra de sua graça. Não fizemos uma guerra civil contra os escravocratas e não fizemos uma revolução republicana. A dor e os cadáveres foram se amontoando ao longo dos tempos e o verde de nossas florestas foi se tingindo com sangue dos mais fracos, dos deserdados. Hoje mesmo, não nos indignamos com as 60 mil mortes violentas anuais ou com as 50 mil vítimas fatais no trânsito e os mais de 200 mil feridos graves. Não nos importamos com as mortes dos jovens pobres e negros das periferias e com a assustadora violência contra as mulheres. Tudo é normal, tragicamente normal.
Quando nós, os debaixo, chegamos ao poder, sentamos à mesa dos nossos inimigos, brindamos, comemoramos e libamos com eles e, no nosso deslumbramento, acreditamos que estamos definitivamente aceitos na Casa Grande dos palácios. Só nos damos conta do nosso vergonhoso engano no dia em que os nossos inimigos nos apunhalam pelas constas e nos jogam dos palácios.
Nunca fomos uma democracia racial e, no fundo, nunca fomos democracia nenhuma, pois sempre nos faltou o critério irredutível da igualdade e da sociedade justa para que pudéssemos ostentar o título de democracia. Nos contentamos com os surtos de crescimento econômico e com as migalhas das parcas reduções das desigualdades e estufamos o peito para dizer que alcançamos a redenção ou que estamos no caminho dela. No governo, entregamos bilhões de reais aos campões nacionais sem perceber que são velhacos, que embolsam o dinheiro e que são os primeiros a dar as costas ao Brasil e ao seu povo.
No Brasil, a mobilidade social é exígua, as estratificações sociais são abissais e não somos capazes de transformar essas diferenças em lutas radicais, em insurreições, em revoltas. Preferimos sentar à mesa dos nossos inimigos e negociar com eles, de forma subalterna. Aceitamos os pactos dos privilégios dos de cima e, em nome da tese imoral de que os fins justificam os meios, nos corrompemos como todos e aceitamos o assalto sistemático do capital aos recursos públicos, aos orçamentos, aos fundos públicos, aos recursos subsidiados e, ainda, aliviamos os ricos e penalizamos os pobres em termos tributários.
Quando percebemos os nossos enganos, nos indignamos mais com palavras jogadas ao vento do que com atitudes e lutas. Boa parte das nossas lutas não passam de piqueniques cívicos nas avenidas das grandes cidades. E, em nome de tudo isto, das auto-justificativas para os nossos enganos, sentimos um alívio na consciência, rejeitamos os sentimentos de culpa, mas não somos capazes de perceber que não temos alma, não temos caráter, não temos moral e não temos coragem.
Da mesma forma que aceitamos as chacinas, os massacres nos presídios, a violência policial nos morros e nas favelas, aceitamos passivamente a destruição da educação, da saúde, da ciência e da pesquisa. Aceitamos que o povo seja uma massa ignara e sem cultura, sem civilidade e sem civilização. Continuamos sendo um povo abastardado, somos filhos de negras e índias engravidadas pela violência dos invasores, das elites, do capital, das classes políticas que fracassaram em conduzir este país a um patamar de dignidade para seu povo.
Aceitamos a destruição das nossas florestas e da nosso biodiversidade, o envenenamento das nossas águas e das nossas terras porque temos a mesma alma dominada pela cobiça de nos sentirmos bem quando estamos sentados à mesa dos senhores e porque queremos alcançar o fruto sem plantar a árvore. Se algum lampejo de consciência, de alma ou de caráter nacional existe, isto é coisa restrita à vida intelectual, não do povo. O povo não tem nenhuma referência significativa em nossa história, em algum herói brasileiro, em algum pai-fundador, em alguma proclamação de independência ou república, em algum texto constitucional em algum líder exemplar.
Somos governados pela submissão e pela indiferença. Não somos capazes de olhar à nossa volta e de perceber as nossas tragédias. Nos condoemos com as tragédias do além-mar, mas não com as nossas. Não temos a dignidade dos sentimentos humanos da solidariedade, da piedade, da compaixão. Não somos capazes de nos indignar e não seremos capazes de gerar revoltas, insurreições, mesmo que pacíficas. Mesmo que pacíficas, mas com força suficiente para mudar os rumos do nosso país. Se não nos indignarmos e não gerarmos atitudes fortes, não teremos uma comunidade de destino, não teremos uma alma com um povo, não geraremos um futuro digno e a história nos verá como gerações de incapazes, de indiferentes e de pessoas que não se preocuparam em imprimir um conteúdo significativo na sua passagem pela vida na Terra.

Por Aldo Fornazieri - Professor da Escola de Sociologia e Política."

PAULO NOGUEIRA, PRESENTE. (Por Leandro Fortes)

Acordo e levo uma bofetada: o grande jornalista Paulo Nogueira, criador do Diário do Centro do Mundo, morreu, após uma batalha de 10 meses contra o câncer.
Não estou apenas triste, estou com raiva. Paulo não podia nos faltar, nessa hora. Porque ele, com seu texto impecável e com essa capacidade de emoldurar os fatos, um talento dado somente a jornalistas de verdade, era fundamental nessa luta que travamos contra o fascismo e o monopólio da mídia.
Os textos de Paulo Nogueira elevaram essa discussão a um nível intelectual extremo, dentro de uma construção crítica que servia de base, diariamente, para uma reflexão coletiva sobre o País - a política, a economia, a ética e, principalmente, o jornalismo.
No DCM, Paulo criou uma trincheira feroz para a defesa do bom jornalismo. Era sua missão de vida. Com ele, muitos de nós renovaram a fé no ofício, justamente quando estão em evidência os piores jornalistas - e o pior do jornalismo - de todos os tempos.
Nunca conheci Paulo Nogueira, pessoalmente. Nos falamos por telefone, trocamos mensagens pelo WhatsApp e alguns emails, desde que ele estava em Londres, até voltar para o Brasil, há uns poucos anos.
Ainda assim, tornou-se uma presença essencial na minha vida de jornalista.
Nossa missão, agora, é fazer valer a sua luta.
Adeus, camarada.

Por Leandro Fortes.

29.6.17

DENÚNCIA: Prefeitura de Salvador está sem receber verba do PDDE.


As escolas municipais estão sem receber verbas federais, PDDE - Programa Dinheiro Direto na Escola. O programa tem por finalidade prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos, registradas no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) como beneficentes de assistência social, ou outras similares de atendimento direto e gratuito ao público.

O programa engloba várias ações e objetiva a melhoria da infraestrutura física e pedagógica das escolas e o reforço da autogestão escolar nos planos financeiro, administrativo e didático, contribuindo para elevar os índices de desempenho da educação básica.

Os recursos são transferidos independentemente da celebração de convênio ou instrumento congênere, de acordo com o número de alunos extraído do Censo Escolar do ano anterior ao do repasse. E é neste ponto que funcionários da rede municipal de Salvador/BA estão denunciando que a “prefeitura não estava fazendo a prestação de contas” e não passou as informações necessárias ao ministério da educação. E por isso, teve os recursos a receber suspensos, prejudicando as escolas do município.

Uma diretora disse que ligou para o 0800 do FNDE – Fundo Nacional do Desenvolvimento Escolar e recebeu a seguinte informação: "foi recebida a prestação de conta de 2011 a 2015 no dia 31/3/17" e não foi entregue ainda nada referente ao ano de 2016.

Resultado: as escolas estão sem material básico de papelaria e sem as verbas necessárias para adquirir. Caos total e queda nos processos de aprendizagem, aumentando a reprovação, forçando a compra dos programas de regularização de fluxo. E a maioria das escolas da rede receberam verbas em 2014. Depois disso, nada. Só valores residuais.

Lídice vota pela rejeição da reforma trabalhista na CCJ e diz que se aprovada haverá conflito de classes no Brasil.

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou voto em separado na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJ) do Senado, pela inconstitucionalidade e rejeição integral do PLC 38/2017 da reforma trabalhista.
A parlamentar baiana lembrou que o relatório não considerou nenhuma das mais de 780 emendas apresentadas pelos diversos senadores. “Não há saída. A única saída é votar completamente não. É dizer não a uma reforma trabalhista que é prejudicial ao trabalhador brasileiro; destruidora da Justiça do Trabalho no Brasil; e que pune de forma mais profunda ainda o direito da mulher trabalhadora em nosso País”.

Para Lídice, a reforma trabalhista é “cruel e perversa” ela ponderou que os socialistas não podem admitir a sua aprovação.“Esperamos que o Senado possa votar não à reforma trabalhista, uma reforma imposta por um governo cada vez mais sem legitimidade  pela realidade da política brasileira. A alternativa do bom senso e da racionalidade nos conduziria a continuar debatendo a reforma, sem votar hoje (na CCJ) e sem votar no Plenário, pois este governo não tem condições de dar sustentação a uma reforma desta natureza. E este governo, esta reforma, levarão a um conflito de classes no País”, declarou

Rui faz correria no interior e só retorna para o Dois de Julho

O governador Rui Costa viajou nesta quarta-feira (28) para Ilhéus, e até o próximo sábado (1º), realiza uma intensa agenda de trabalho no interior. Ele só retorna a Salvador no dia 1º de julho, depois de entregar um Posto de Saúde da Família e 40 unidades sanitárias em Aurelino Leal.  Hoje, em Ilhéus, Rui vistoriou as obras da Ponte do Pontal, e segue quinta-feira para Eunápolis, e na sexta vai a Itabuna. 
Serão cinco cidades visitadas pelo governador esta semana em cinco dias. Na terça (27), Rui esteve em Camamu, onde entregou equipamentos nas área de saúde, educação e agricultura familiar. Mesmo com a programação intensa no interior baiano, não faltará pique ao governador para participar da festa cívica do 2 de Julho, neste domingo, quando se comemora os 194 anos de independência da Bahia.

Já na segunda-feira (3), Rui viaja para Senhor do Bonfim. Até o final de julho, o governador pretende completar 300 viagens ao interior da Bahia. Até o momento, já foram realizadas 287 viagens e visitados 157 municípios pelo governador.


Foto: Mateus Pereira/GOVBA.

Maior concurso da história da PM e Bombeiros tem mais de 140 mil candidatos inscritos.

As inscrições para o maior concurso da história da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar
encerraram no dia 21 de junho. As duas mil vagas para o cargo de soldado da PM serão disputadas por 123.812 candidatos. Já para as 750 vagas de Bombeiro Militar foram inscritas 18.066 pessoas. No total, 141.878 candidatos vão participar do concurso da segurança pública de 2017.

Os maiores números de inscritos para soldado foram registrados nas cidades de Salvador, Juazeiro e Feira de Santana. Já para Bombeiro Militar, as cidades de Salvador, Feira de Santana e Itabuna tiveram a maior quantidade de inscritos. Em 2012, o concurso da PM teve 74.702 candidatos disputando duas mil vagas, e, em 2008, foram 84.041 pessoas para 3.200 vagas.

Uma vez habilitado para o curso de formação, seja da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros Militar, o candidato irá ingressar no quadro das corporações como aluno soldado. Quando tiver concluído o curso e, posteriormente, lotado na região de sua escolha, o soldado da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar terão carga horária de 40 horas semanais.


O concurso contará com duas etapas, com provas objetivas e discursiva, previstas para o mês de agosto. Será apenas um dia de seleção, com duração de quatro horas e trinta minutos. O resultado obedecerá à ordem de classificação, seguindo a publicação das notas finais em ordem decrescente, observando cargo, região e sexo. Este é o primeiro concurso para o Corpo de Bombeiros (que antes pertencia à Polícia Militar).

O edital de abertura de inscrições, elaborado conjuntamente pela Secretaria da Administração do Estado (Saeb) e pelos Comandos Gerais da Polícia Militar da Bahia e do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, foi publicado dia 10 de maio. Com validade de um ano, prorrogável por igual período, o concurso será realizado pela Saeb e pelo IBFC, que na Bahia é responsável pelos concursos públicos da Embasa e Agerba.

Juventude do PT-BA promove caravanas de debates em todo o estado.



A partir de julho, jovens de toda a Bahia vão poder conhecer e discutir o projeto político do Partido dos Trabalhadores. Até o fim do ano, a Caravana da Juventude do PT da Bahia (JPT-BA) vai promover encontros com militantes e simpatizantes em todos os cantos do estado. 

Os encontros territoriais serão realizados em diversas cidades, de acordo com o secretário estadual da JPT-BA, Matheus Maciel. "Durante as atividades, vamos debater pautas mais progressistas de uma maneira que dialogue bem com a cultura e a identidade de cada parte da Bahia", explica Maciel. 

Além de discutir com jovens filiados ao PT, a Caravana pretende se aproximar de simpatizantes e da sociedade em geral. O ciclo ainda defende o fim do governo de Michel Temer, bem como reforça o apoio às Diretas Já e o apoio à defesa do presidente Lula. 

"Esse é o momento de defender o projeto político que mudou a vida de milhões de jovens em nosso país, contra o governo ilegítimo e por nenhum direito a menos", completa o secretário estadual da JPT-BA.


O cronograma completo da Caravana será divulgado nas próximas semanas na página da JPT-BA no Facebook (/juventudedoptba).

Concurso para extrajudiciais: audiência de reescolha será realizada em 10 de julho

Os delegatários aprovados no concurso para outorga de delegação de serventias extrajudiciais estão convocados para a audiência de reescolha, no dia 10 de julho, no auditório do Tribunal de Justiça da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia, a partir das 8 horas.

A audiência tem como objetivo a escolha das serventias especificadas nos Anexos III e IV do Edital Conjunto das corregedorias Geral da Justiça e das Comarcas do Interior, disponibilizadas na audiência realizada nos dias 11,12 e 13 de janeiro de 2017 e que permaneceram vagas ou que vieram a vagar.

O edital, de 14 de Junho de 2017, é assinado pelo desembargador Osvaldo de Almeida Bomfim, corregedor Geral da Justiça; desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, corregedora das Comarcas do Interior e o desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, presidente da Comissão de Concursos Públicos para Outorga de Delegações de Serventias Extrajudiciais de Notas e de Registro.

Também de acordo com o edital, o "candidato deverá comparecer pessoalmente à audiência ou ser representado por mandatário munido, obrigatoriamente, de procuração lavrada por instrumento público ou particular com firma reconhecida, com poderes específicos para o exercício do direito de escolha e também para eventual renúncia da serventia de que o representado detenha a delegação".


Tá na internet: destrave seu carro sem quebrar o vidro.

Você já trancou seu carro com a chave dentro? Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular. Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30 cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.

Rezaram a missa sem o corpo presente. (Por Fernando Horta)

“A explosão de vontade popular que o Partido dos Trabalhadores prometia ficou apenas na vontade. (...) Lula ficou muito aquém da expectativa. Esse malogro relativo complica bastante o futuro dessa legenda; se todo o carisma do líder metalúrgico não lhe trouxe o suporte que se esperava em São Paulo, como será a organização nos demais estados, onde não há Lulas disponíveis?”

O texto acima foi veiculado na Folha de São Paulo no dia 16 de novembro de 1982. Lula ficou em terceiro colocado, com pouco mais de 10% para o governo do estado. O PT fez 8 deputados federais e 12 estaduais no Brasil inteiro. Nenhum governador, nenhum senador. Os comentaristas políticos afirmavam que seria uma legenda “natimorta”. Se em dois anos que teve para se organizar o PT não tinha colhido bons frutos, a verdade é que nada ali indicava – segundo a mídia – que o partido “vingaria”.

Em 1989, Lula recebeu quase 12 milhões de votos para a presidência, fazendo pouco mais de 17% do total. Em 1994, Lula recebia 17 milhões de votos (27% do total) e em 1998 – antes de FHC liberar a crise do real – Lula recebia 21,5 milhões de votos perfazendo quase 32% do total do eleitorado. O PT, que havia recebido 3,1 milhão de votos para governador em 1986, recebeu 5,3 milhões em 1990 (elegendo seu primeiro senador) e em 1994 recebia 6,7 milhões de votos para governador, elegendo os dois primeiro governadores da sigla.

Para um partido que tinha “o futuro bastante complicado” sem “Lulas disponíveis” pelo país, o crescimento era homogêneo, tanto Lula quanto do PT amalhavam votos de forma semelhante. Em 1994, a bancada federal do PT era composta de 5 senadores (um eleito em 1990 e 4 em 1994) e cincoenta deputados federais. Nas eleições de 1998, dominadas pela polêmica emenda da reeleição, o partido faria apenas 59 deputados federais, três senadores e três governadores. O modelo do partido “amador”, na terminologia de André Singer, parecia esgotado. Em 1997, José Dirceu era eleito de forma indireta para a presidência do PT, e com ele surge o chamado “partido profissional”.

Nas eleições de 2002, o partido faria 91 deputados federais, crescendo mais de 70% e Lula seria eleito presidente com 39,5 milhões de votos no primeiro turno e 52,7 no segundo. Em 2001, o PT tinha cerca de quinhentos mil filiados. Qualquer análise séria destes números deve levar em conta a nova gestão feita por Dirceu, mas também o absoluto fracasso do segundo governo de FHC e seu receituário neoliberal. O PT havia crescido suas bases até o máximo que o convencimento oral e a manutenção do “partido-raiz” conseguiram até 1998. O salto dado em 2002 é certamente maior do que o PT. A classe média, cansada e empobrecida, não comprou mais o discurso engomado do PSDB. Lula por seu turno, deixou de usar camisa polo vermelha e figurar como um líder sindical, para vestir terno e gravata. O famoso “lulinha paz e amor”.

De 2002 a 2014, entretanto, durante o momento mais alto da Era Lula e depois o primeiro governo Dilma, o número de deputados federais que o PT elegeu caiu constantemente. Foram 83 em 2006, 73 em 2010 e apenas 70 em 2014. O PMDB mantinha-se como a maior bancada no plano Federal. Já nos municípios, o PT ameaçava seriamente o controle do PMDB. Em 2012 o PT governava 37 milhões de pessoas em termos municipais, batendo pela primeira vez na história da República pós-64 o PMDB, embora fosse apenas o terceiro partido em número de prefeituras. Para um partido que nunca havia feito mais do 5% dos votos totais nas eleições municipais este era um indício perigoso para o fisiologismo do PMDB.

Em 2006, em função do mensalão muitos declararam o Partido dos Trabalhadores “morto”. Inclusive há versões sobre análises internas da oposição à Lula, de que seria melhor evitar o impeachment e deixa-lo “sangrar”. Em 2006, após o primeiro ataque midiático-jurídico ao PT Lula se reelegia com 46,5 milhões de votos no primeiro turno (mais do que na eleição anterior) e 52,2 milhões no segundo turno. O aumento do número de votos supera o crescimento do número total de votantes, mostrando que Lula e o PT ganhavam votos em meio à crise. Ainda, o partido passava de 411 prefeitos eleitos em 2004 para 564 eleitos em 2008 e atingiria o auge de 635 em 2012.

A pergunta que se deve fazer é, este aumento do PT durante o período de crise é efetivamente “PT”? Penso que não. O tamanho de um partido de matriz rígida ideológica é sempre pequeno. O PSOL padece deste problema. Para crescer e amealhar espaços efetivos no sistema federal é preciso aumentar o conjunto de pressupostos ideológicos aceitos como válidos. Alguns dirão que o PT “aumentou demais” o seu conjunto, mas penso que aqui jogou ainda o papel da classe média, embalada pelo crescimento da economia. Em 2010, Dilma faria 47,6 milhões de votos no primeiro turno (mais que Lula em 2006) e 55,7 milhões no segundo turno. No início de 2013, Dilma atingia 79% de aprovação, em 19/3, segundo o IBOPE. O índice era maior que Lula e FHC em seus primeiros mandatos.

Em 2013, começa o ataque ao PT e ao governo Dilma. Primeiro as chamadas “Jornadas de Junho” e, em seguida a campanha presidencial do PSDB coloca em movimento as ferramentas das redes sociais. A economia já dava sinais de retração, seja pelo custo da crise internacional e o recuo das demandas de China e União Européia (nossos dois maiores compradores), seja pela fim do “superciclo” das commodities, o que se vê é que o orçamento brasileiro passa a diminuir. Logo em seguida, em 2014, temos a criação dos grupos protofascistas no Brasil (MBL e assemelhados), hoje se sabe que com financiamento internacional e de partidos como PSDB e PMDB. E recrudesce a Lava a Jato com a tática de Sérgio Moro dos vazamentos para “ganhar o apoio da população”, como ele indicaria em artigo escrito em 2004.

Mesmo com forte ataque midiático,  e social (com os movimentos de internet direcionados pela histeria comunista) o PT faria nas eleições de 2014 seu maior número de governadores, cinco. O número de filiados em 2015 crescia mais de 80% em relação a 2014 e era o maior registrado entre os partidos no Brasil. O partido que tinha cerca de 840 mil filiados em 2005, vai atingir quase 1 milhão e seiscentos mil em 2014, aumentando ainda mais este número nos anos seguintes.

No ano de 2014 ocorre um fato que é cabal para o impeachment e o acirramento da campanha de criminalização do PT. Ao mesmo tempo que se discutia no judiciário a proibição do financiamento de campanha por meio de empresas, José Dirceu, José Genuíno e outros políticos do PT conseguiam levantar imensas somas em doações espontâneas e individuais para fazer frente às multas impostas pela justiça. Gilmar Mendes, o representante da oposição no STF naquele momento, perde a compostura diversas vezes, pois via que o PT teria como financiar suas campanhas sem as empresas (o “partido amador”, lembram?), já a elite não. O desespero toma conta de Gilmar, que não só vota contra o fim do financiamento como pede “vistas” ao processo para que a lei não valesse para as eleições de 2016.

Diante de toda a crise política, da lava a jato, da crise econômica, das traições do PMDB e do custo midiático do constante ataque, nas eleições de 2016 o PT ganha apenas 255 prefeitos e faz 2812 vereadores, pouco mais da metade do que fez em 2012 (5181). Parte dos analistas políticos, da mídia e dos intelectuais “ex-esquerda” vestiram preto e sorriam felizes no velório do PT. Vociferavam o fim do partido com felicidade semelhante ao espanto com que receberam a notícia desta semana, de que o PT era o partido mais preferido pela população e que crescia o número de simpatizantes. Vários intelectuais postaram-se a fazer verdadeiras ginásticas retóricas que envolviam desde “compra de apoio por cargos” até a velha “falta de memória do povo”. Tristes pessoas.

A verdade é que a campanha colocada em prática desde 2013 fez desembarcar do projeto nacional petista a classe média que o tinha alçado à presidência em 2002. Mas o custo desta campanha é imenso, seja para o Brasil seja o custo individual, e esta classe média já percebe que a economia do projeto neoliberal vai lhe colocar de novo em 1998. Ainda, estão evidentes os abusos contra Lula (e também contra Vaccari, condenado por Moro a 15 anos, preso por quase dois e depois absolvido no segundo grau!). Isto tudo ajuda na recuperação dos índices do PT, mas o principal ponto é sua militância.

Em toda a turbulência, o militante do PT tem se mantido fiel. Não precisou trocar de candidato nem apagar fotos correndo, conforme provas robustas iam sendo apresentadas na mídia contra PSDB e PMDB. Lula é sem dúvida o grande nome para 2018, mas não subestimem o maior partido de massas de esquerda da América Latina. Tampouco imaginem que a classe média é completamente manipulável. Quando começa a faltar comida na mesa não adianta vídeo no youtube, pastor entregando panfleto anticomunista ou palestra motivacional de “empreendedorismo”. A verdade é que alguns fizeram um velório sem corpo. Riram antes da hora e agora não sabem explicar o motivo do crescimento do PT. Desconfio, pela ética dos comentaristas, que vai acabar terminando no “povo”. Vão voltar a dizer que o povo é “burro” e “sem memória”. Tudo fazem para conseguir uma “democracia sem povo”, uma democracia “mais limpinha e cheirosa”. As máscaras caem mais rápido do que eles conseguem recolocá-las.

Por Fernando Horta.

Delação não é prova. (Por Antônio Carlos Kakay)

O juiz Sérgio Moro prendeu PREVENTIVAMENTE o Tesoureiro Vaccari em Abril de 2015. Depois o condenou a 15 anos e 4 meses de prisão.

Apos 2 anos e 2 meses PRESO, o Tribunal considerou que a condenação se deu sem nenhuma prova, baseada única e exclusivamente nas delações.

Vaccari foi ABSOLVIDO.

Todos sabem ou deveriam saber que delação não pode ser usada como prova, serve para iniciar a investigação.

O delator, em regra, mente, omite, protege e, o pior, se o delator for pego mentindo, terá direito ao recall, que é a oportunidade de “consertar” o que mentiu, o que omitiu, sem perder os benefícios.

O recall é o maior incentivo à corrupção da História.

O juiz Moro alegou que vários delatores falaram de Vaccari.

Ou seja, irresponsavelmente, o que foi usado para condenar é uma delação que sustenta outra delação!!!

Há tempos criticamos o uso indiscriminado da prisão preventiva.

A prisão virou a regra, o que não ocorre em nenhum país razoavelmente civilizado. Fruto deste momento punitivo e opressivo por que passamos.

Sou de um tempo em que as pessoas iam para rua pedir liberdade; hoje, os jovens vão para pedir prisão.

Que sociedade sairá destes excessos?

Todos nós queremos o combate à corrupção, mas com o respeito às garantias constitucionais.

O que se pergunta agora é se a prisão preventiva de Vaccari era necessária.

E, principalmente, quem devolverá a ele os 2 anos e 2 meses em que ficou preso?!

A enorme e humilhante exposição midiática, promovida pela Procuradoria e pelo juiz como parte de um programa de consolidar a Lava Jato, também fez danos irreversíveis à imagem, à família e aos amigos de Vaccari.

Nada poderá devolver ao Vaccari a honra conspurcada.

A sociedade que, com razão, está cansada, esgotada de tanta corrupção, começa a se sentir assustada com tantos excessos, com tantos falsos heróis, com tantos abusos.

É hora de reflexão e de reagir a estes absurdos.

Por Antônio Carlos Kakay - Advogado.

TEMER É INOCENTE, REALMENTE, E NÃO MENTE. (Por Francisco da Costa)

Temer alegou, em sua defesa, que foi criada uma nova figura jurídica, a prova por ilação.
Descobriu tardiamente, já que esta figura é que determina as sentenças em Curitiba, onde um juiz de primeira instância com poderes de ministro condena por ilações e convicções.
Vamos então às provas da inocência e da credibilidade de Temer.
1) O anão recebeu Joesley no Jaburu, quase à meia noite porque não ficaria bem um encontro de homens, publicamente, ainda mais quando um deles é o Joesley safadão. Foi prudente e discreto;
2) A visita do safadão não foi agendada, e houve motivo, o anão esqueceu a agenda no bolso do paletó, que ficou no Planalto;
3) O motivo da conversa foi a operação Carne Fraca, que começaria quinze dias depois, o que mostra o poder premonitório do anão, já que é maçom, um bruxo;
4) O anão alegou que não conhecia o safadão, e só o recebeu por ele ser o maior exportador de carne do mundo, o que é verdade, ele só aceitou o empréstimo do jatinho do safadão, meses antes, porque o confundiu com um avião da FAB, afinal as siglas FAB e JBS são parecidas e ele á um anão ancião, com problemas de visão;
5) O fato do safadão ter dado flores à mulher do anão não configurou um conhecimento prévio, mas uma azaração, afinal, homens velhos com mulheres novas e belas estão sujeitos a esses dissabores, aos ataques dos garanhões, acabam se acostumando;
6) Quanto à gravação do telefonema, além da voz ser a da Marta Suplicy, a pronúncia do Heráclito Fortes e no bom português do Tiririca, o interlocutor era o Maluf, combinando uma tacada em Sampa. A gravação é falsa;
7) A perícia feita na gravação, pela Polícia Federal, foi imperfeita e primária, confundiram o anão mandando o safadão procurar o Loures, com a cobrança dele: com que intenção você mandou flores?
8) Quando à mala com quinhentas pilas, confundiram um funcionário de aeroporto com o Loures, o rapaz só estava embarcando umas cuecas velhas do anão.
9) Segundo o deprostitutado Perondi, o Roberto Jeferson do anão, querem parar o país, exatamente o que a quadrilha do PMDB-PSDB fez com Dilma;
10) Segundo o marido da Jane, o Herondi, digo Perondi, um procurador do Ministério Público foi dormir procurador e acordou funcionário da JBS, exatamente como um ex vice-presidente, que foi dormir vice e acordou presidente;
11) Quanto às cédulas, filmada pela Polícia Federal, que estavam na mala, eram falsas, de brinquedo, e se destinavam a mishellzinho, para ele jogar banco imobiliário;
12) É verdade que o anão não sabe quem é Eduardo Cunha, o amigo daquele juiz ânusritibano e seu batparceiro, o tantã urinol;
13) Procede a afirmação do anão, e que não precisa se esconder num boné, uma vez que, considerando a sua estatura, não alcançaria o boné;
14) Segundo o anão, PGR quer dizer Pego Grana Realmente, e sobrou pro Janot, aquele gordinho que vai ser demitido em setembro, para ser substituído por outro, do PCC, já que há jurisprudência no STF;
15) A anão vai mandar uma PEC para a Câmara dos Deprostitutados, acabando com esse negócio de ser julgado por 2/3, transformando em maioria simples. Sustentar trezentos picaretas está saindo caríssimo, haja malas.
Diante de todas essas evidências não resta dúvida: estamos diante de mais uma injustiça, cometida por um povo preconceituoso, que por ser machista derrubou uma mulher da presidência, e que agora persegue um homem probo, digno, honrado só pelo fato dele ser miudinho, com os preconceituosos confundindo o tamanho do velho e carcomido corpinho com o tamanho do caráter, o que custou a manifestação da primeira mala, digo dama, nas redes sociais: “voçêis istão perciguindu o meu marido só purque ele num é póbri i é bunitinho. Iço é coisa dessis petlalhas”.

Por Francisco Costa.

CUT BAHIA CONFIRMA: Salvador vai parar nesta sexta-feira dia 30/06.


Imbuídos em uma só causa, centrais sindicais e movimentos sociais convocaram trabalhadores baianos e brasileiros para construírem juntos mais um capítulo da história de luta em defesa da democracia e da preservação dos direitos trabalhistas.

É pela exigência da saída do presidente Temer, pela manutenção dos direitos já adquiridos e pelo respeito ao voto popular que a CUT Bahia, em parceria com as demais centrais sindicais e movimentos sociais confirmaram para a próxima sexta-feira (30/06), uma greve geral nacional contra a reforma da Previdência e mudanças na legislação trabalhista propostas pelo governo Michel Temer. 

O último movimento que teve a proposta de paralisar o Brasil, ocorrido em 28 de  abril, levou milhares de pessoas as ruas e recuos consideráveis no Congresso Nacional. “É desse jeito que o trabalhador conquista direitos. É no peito, na luta, na raça, nas ruas. Não conheço uma luta que foi ganha na história do sindicalismo brasileiro sem lutar”, destacou o presidente da Central baiana, Cedro Silva. 

Para o presidente cutista a iniciativa de mobilizar os trabalhadores neste dia nacional através de assembléias na porta das fábricas,  atraso  e paralisação nas atividades;  tem um significado muito maior que o desejo de protesto contra as medidas insanas que estão sendo tomadas pelo governo Temer e a exigência da sua saída do poder. “ O sentimento dos trabalhadores é de revolta. Estamos construindo há meses um intenso trabalho de conscientização popular através das ações de rua, panfletagens e assembléias, são estas ações que possibilitaram o aumento da adesão a greve geral dos trabalhadores baianos e brasileiros”, pontuou.
As últimas mobilizações comprovam que os trabalhadores estão se integrando de forma espontânea quando tomam conhecimento das possíveis perdas. “ Não é bom perceber que as reformas propostas só favorecem ao empresariado e o que sobra para o trabalhador é a redução de salários, parcelamento de férias e redução de direitos. Quem não se mobiliza nesta causa? Acho improvável. Só quem não sai as ruas é quem não tem noção das perdas eminentes “ destaca o presidente.

De acordo com lideranças CUTistas que defendem os direitos trabalhistas  e a soberania nacional a pressão feita nas ruas pelos trabalhadores já surtiram efeitos importantes. “A mobilização popular , a ocupação das ruas e a conscientização do maior número de pessoas são fundamentais para garantir a saída deste presidente ilegítimo, preservar as nossas conquistas e garantir o direito de escolher quem queremos para governar o nosso país. Estamos no caminho certo...avançando. Atos com grandes adesões populares e atividades que promovem a conscientização dentro da sociedade tem sido armas contra esse governo. Quero lembrar que no dia 30/06 os petroleiros irão parar por tempo indeterminado”, destacou o coordenador geral do Sindipetro Bahia, Dayvid Bacelar. 

A direção estadual da Central Única dos Trabalhadores da Bahia segue nos próximos dias orientando seus sindicatos filiados e a população em geral sobre as ações que serão desenvolvidas durante o dia da Greve Geral através das redes sociais, site institucional, carros de som, assembléias, panfletagens  e assessorias de imprensa em todo o estado.

PARA NÃO ESQUEÇER: 
Dia 30/06- DIA DE PARAR O BRASIL! 
COMO? SAINDO ÁS RUAS
ONDE? IGUATEMI, 6HS- CAMPO GRANDE, 15h.

28.6.17

IBICUÍ: Prefeito faz avaliação positiva do São João.


O prefeito Marcos Galvão fez uma avaliação positiva do São João de Ibicuí, principalmente quanto à aceitação das mudanças trazidas para a festa. Esse foi o primeiro ano dos festejos juninos organizado na gestão de Galvão. Com o tema “São João da Gente” a prefeitura garantiu a valorização dos eventos culturais e tradicionais do município. “A avaliação que eu faço da festa é muito positiva. As novidades que trouxemos este ano foram muito bem avaliadas pelo público. Inserimos atrações regionais na programação da Praça que fortaleceu ainda mais a tradição. Contamos com o festival regional de quadrilhas juninas, fizemos a segundinha, o sunset que foi recorde de público à tarde. Trouxemos artistas como Lordão, Márcia Fellipe, Silvânia & Paulinha, Carlos Vilella e Simone & Simaria que deram um tom especial aos cinco dias de evento. Contamos com o apoio do Governo do Estado através da BahiaTursa, Secretaria de Segurança Pública e DETRAN, que fizeram o nosso São João entrar para história”, comemorou Marcos. O São João em Ibicuí é um dos mais concorridos da Bahia. O evento aconteceu entre os dias22 a 26 de junho atraindo cerca de 100 mil turistas.


Foto: Alfredo Filho.

Recado do Vaccari ao pessoal que foi a Curitiba buscá-lo.


                        Recado do Vaccari para os companheiros e companheiras que foram buscá-lo (um ônibus) hoje em Curitiba:

Estou bem! 

Não mereço tudo isso, mas agradeço. Fiquei muito feliz em saber da presença de vocês.

Vou sair daqui, não roubei, não matei, fui preso por que era o tesoureiro do PT. 

Chequei aqui pela política num carro de polícia e vou sair daqui pela política junto com meus companheiros.

Forte abraço a todos.

João Vaccari Neto.

ACM Neto, está sendo denunciado como um "grileiro urbano".


O prefeito da cidade de Salvador ACM Neto está sendo acusado pelo Deputado Federal Robson Almeida do Partido dos Trabalhadores de ser um "Grileiro Urbano". Em pronunciamento na Câmara do Deputados, Robson fez a denúncia da ilegalidade que está sendo cometida. Ele estaria tentando vender as terras que abrigam o Colégio Central da Bahia que fica no Bairro dos Barris. O que, segundo o parlamentar, se constituiria o caso de grilagem.
Criado pelo ato n. 33, do governo do Estado e publicado no Diário Oficial do Estado da Bahia em 7 de setembro de 1837, foi o primeiro Colégio de ensino secundário na Bahia. E é área pertencente ao Governo do Estado.
Robson, em seu discurso, disse que o prefeito “invade áreas de outros para poder aferir lucros para sua empreitada de queimar os ativos públicos municipais”. Ainda segundo a denúncia, o dinheiro se arrecadado, não seria utilizado para a saúde, educação nem na melhoria dos serviços públicos do povo da cidade.

Você sabia?


Que há uma função secreta no celular que é o número universal de emergência é o *112*

Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado.

ATE ONDE PODE CHEGAR UMA PESSOA EM BUSCA DO PODER?


Existe aquela máxima: "dê poder a uma pessoa e saiba quem realmente ela é."

No caso em questão, podemos perceber uma exceção. ACM Neto só chegou a cargos públicos por conta do avô e não por contribuições à sociedade. É assim que as elites se perpetuam no poder. Elegeu-se deputado federal com grandes contribuições (...) E agora, prefeito, exerce uma gestão de duas caras: uma é a cara na TV, de voz mansa e com frases demagógicas, generalistas, um manequim de marketing. A outra cara é a do gestor real, truculento, autoritário e que demonstra não ter limites para ter mais poder. Pode passar por cima de tudo, até da população, como no caso dos​ transportes em Salvador.

A novela é a seguinte:

Um metrô foi feito e diferente do que fez seu grupo politico, hoje é realidade para milhares de pessoas.
Para que as pessoas possam pegar metrô, é preciso haver integração com ônibus.
Para atrapalhar as obras do metrô, o prefeito inviabiliza de todas as formas a integração dos ônibus, prejudicando a população.
O Governo então decide colocar ônibus para a população, diga-se de passagem, transporte de qualidade com ar condicionsdo e tudo mais, diferente do que faz o Setps, aliado do prefeito.
O prefeito ACM Neto, em ato de desespero, sem nenhuma preocupação com a população diz que VAI PROIBIR que os ônibus Integração possam funcionar.
Cabe-nos perguntar de novo: 

até onde pode chegar o prefeito na busca do poder?
Como pode prejudicar a população com essa birra de menino de playground?
Neto nunca precisou pegar transporte público na vida, mas milhares de pessoas dependem disso para se locomover. Não há nenhum senso de justiça ou preocupação nesse gesto que é mais dessa gestão autoritária tipica de golpistas, netos de ditador.

Tá na internet: Lula o imbatível.

Lula é imbatível. O PT dispara!

Moro, você é um incompetente!
Segundo o Datafalha, Lula ganha em todos os cenários para a eleição de 2018.

Pelo jeito, o Lula só perderá depois de morto!

E o resultado da ação saneadora do Moro e seus lavajatenses foi deixar como candidato único da Casa Grande o grande estadista Bolsonaro.

Um colosso, diria a Cegonhóloga, que tem na família ilustre biógrafo da lavajataria...

Ao mesmo tempo, poucas vezes em sua vitoriosa trajetória, o PT foi tão amado:
PT atinge maior popularidade desde a segunda posse de Dilma.

O que concluir dessas duas "descobertas" do Otavím?

Primeiro, que esses herdeiros do PiG, como o Otavím e os filhos do Roberto Marinho nem trabalho sujo sabem fazer: derrubam uma presidenta honesta para botar no lugar... o Lula e o PT!

Quá, quá, quá!

E, segundo, que o Moro, o Imparcial de Curitiba, é outro incompetente!

Há três anos, ataca o Lula 24 horas por dia, com criminosos vazamentos para a Globo - como aquele com o apoio da CIA - e o Lula vai voltar!

Quá, quá, quá!

A Fel-lha, num editorial dessa segunda-feira 26 de junho, insiste!

Tem que prender o Lula, Moro!

Por causa do triplex, por causa do sítio, por causa do Instituto Lula, porque é nordestino, porque não fala Inglês, porque cortou o proprio dedo mindinho e... e porque vai voltar!

Provavelmente, o Presidente Lula, em 2019, terá o prazer de mandar o embaixador brasileiro em Washington, o Vicentinho, assistir a solene conferência do Professor Moro, em inglês de Maringá, no auditório da CIA, em Langley!

Quá, quá, quá!

E era esse Imparcial que ia salvar o Brasil.

Como o Presidente Joaquim Barbosa!

Quá, quá, quá!