24.1.15

Solidariedade a Enio Barroso. Já foram arrecadadso: R$ 8.486,26 arrecadados.

Segue a campanha em solidariedade a Enio Barroso, blogueiro e histórico militante da esquerda acometido de uma grave distrofia muscular. O Centro Internacional de Restauração Neurológica (Ciren), em Cuba, representa a esperança  de um tratamento que controla o avanço da doença e combate seus sintomas. Por isso, o Barão de Itararé lançou, em parceria com os blogueiros e amigos de Enio Barroso, uma campanha de arrecadação para ajuda-lo.
Até o momento, o valor arrecadado é de R$ 8.486,26 (R$ 4.754 depositados diretamente na conta poupança criada por Enio para a campanha e R$ 3.732,26 via PagSeguro). A ideia da campanha é divulgar semanalmente o montante, seguindo o princípio da transparência e atualizando os amigos e simpatizantes de Enio sobre o andamento da iniciativa.
Vá para Cuba, companheiro!
Nosso amigo e blogueiro Enio Barroso precisa tratar de uma distrofia muscular em estágio avançado. Em Cuba há um tratamento que controla o avanço da doença e ameniza os sintomas já existentes. O tratamento é feito em duas etapas, que ao todo somam 35 dias. Durante todo o tratamento é necessário que ele tenha um acompanhante.
O custo total para a viagem do Enio e do acompanhante ficará em torno de U$ 18.000,00. Nesse valor está incluso passagem aérea ida e volta e hospedagem para duas pessoas, e o tratamento do Enio nas duas fases.
Lançamos essa campanha na expectativa de arrecadar o valor necessário, e assim mandar o Enio para Cuba!
Convidamos todos os blogueiros, ativistas digitais e simpatizantes de Enio a escreverem depoimentos em prol da campanha e compartilharem a causa em suas redes. As doações podem ser feitas em qualquer quantia, tanto via depósito direto na conta poupança de Enio quanto pelo botão do Pagseguro (neste link).
Depósito direto em conta poupança:
Ênio Barroso Filho
104 - Caixa Econômica Federal
CPF 000.831.558-21
Agência 0244 - Casa Verde

Conta Poupança: 013.19636-2

AFINAL QUE PAÍS É ESTE?

Simplificadoramente chamada de ditadura militar, aquela, que nos assolou de 64 a 85, poderia, corretamente, chamar-se ditadura milico-paisana. Para  que se caracterize melhor o regime inaugurado com o golpe de abril de 64, seria errôneo limitá-lo ao espaço dos quartéis. Foram civis os que imploraram pelo golpe, foram civis que formaram o núcleo tecnocrático do regime, foram civis que,   felizes e refestelados no conforto de um partido,  a  ARENA,  o fizeram tão grande que o seu presidente, Francelino Pereira, o chamou de  ¨ maior partido político do ocidente. ¨ Embora aparentemente deslumbrado  com o partido imenso  que comandava, Francelino era um político  suficientemente realista para saber que o gigantismo da ARENA, todavia sem povo, não  poderia assegurar sobrevida a um regime que agonizava. Foi então que começou a  sintonizar o partido com a agenda que o  general presidente Geisel sinalizara:  a  ¨distensão lenta gradual e segura¨ . A idéia  encontrava resistências nos quartéis. Diante de  duvidas sobre a anunciada abertura que jornalistas transformavam em perguntas, Francelino, demonstrando irritação,  desabafou :  ¨Afinal,   que país é este ?
A frase  ganhou manchetes, mereceu discursos , virou título de música,  mas nunca foi  respondida, e desafiou o tempo como  resiliente espécie de questionamento diante das inconstâncias  &n bsp; do povo brasileiro.
Mas afinal que país é este?
Houve farto lacrimejar em face da desdita do brasileiro que foi traficar cocaína na Indonésia, mesmo sabendo que o país insular fuzila sem dó nem piedade quem mexe com drogas, embora seja permissivo em relação aos que mexem com o dinheiro público. O desavisado,  simplório piloto de asa delta, talvez nem soubesse que a Indonésia tem um grau de ¨privatização ¨  do patrimônio público bem mais elevado do que o alcançado por outros países, inclusive o nosso. Archer, o infeliz fuzilado,  se soubesse disso, teria  melhor destino, procurando ligar-se a algum político indonésio, quem sabe, até ao próprio presidente,  tão  orgulhoso dos seus pelotões de fuzilamento, desde que sejam acionados apenas contra traficantes.  Sem correr riscos, ele poderia ter  conseguido muito mais do que a soma obtida com a venda dos 13 quilos de cocaína. Como se sabe, tudo é uma questão de jeito, ou jeitinho.
Pois é, mexemos céus e terras para salvar da execução o brasileiro condenado.  As nossas autoridades  se empenharam tanto nessa tarefa, sem dúvidas humanitária,  aqui   cruzavam  o céu balas perdidas, ocorriam  tiroteios, assaltos, execuções, chacinas. Entre o pedido de clemência para o brasileiro  traficante e a data do fuzilamento,  centenas de brasileiros, na escola, no trabalho, na igreja, andando nas ruas, divertindo-se,  foram fuzilados.
Um cafajeste a quem a sociedade paga para que vista uma farda   mata o jovem surfista Ricardinho.
Ele cavalgava ondas gigantes, famoso no mundo por fazer isso com perfeição. Desafiava, esportivamente, com a alegria esfuziante de sorver a vida,  nos riscos da natureza imponente e indomada. Acostumado a esse tipo de perigo com o qual sabia primorosamente lidar,   o menino das ondas altas,  bondosamente ingênuo,  confiante, nem imaginaria que o perigo morava ao seu lado.  Ao lado estava a putrefação que destrói o tecido social do país. E essa putrefação é a violência associada à  apatia institucional,  cujo resultado perverso é a impunidade.
 Morrem por ano mais de 30 mil pessoas, fuziladas na guerra que tomou conta deste país imenso.
E ninguém se preocupa com isso? Ninguém tenta deter essa sangria  descomunal? O Estado a sociedade, parecem omissos, acomodados, inoperantes  diante da incessante  fuzilaria nossa de todos os dia s.
O cafajeste fardado que matou o menino das ondas  será  expulso da PM, receberá uma pena alta em conseqüência da repercussão do seu crime, ( outros semelhantes ocorrem às centenas todos os dias e não chegam às manchetes) mas, passará no máximo 4 a 5 anos na cadeia.
Afinal, que país é este?
Luiz Eduardo Costa - Jornalista e Ouvidor Geral do Estado de Sergipe.

18.1.15

Gente é pra brilhar.


Na correnteza as águas buscam uma saída e direção para o seu curso.
Nas cachoeiras elas desbravam com sua forças, e alegram o ambiente.
Mas, é no curso dos rios, sem cachoeiras e correntezas que elas são dominadas.
Seja que tipo de curso você queira seguir na vida, o importante é que não sejas água de barreiro, pois, de tão paradas e sem vida, elas secam com o tempo.
Vir ao mundo e não brilhar, é o mesmo que poço seco.

Dimas Roque,

Governo do Estado garante reajuste do mínimo e do piso do magistério em janeiro


Com o intuito de aumentar a eficiência da máquina pública e permitir serviços de melhor qualidade à população, o governador Flávio Dino determinou a implantação de medidas de valorização dos servidores públicos. O reajuste do piso nacional dos profissionais da educação básica e o reajuste do salário mínimo de 8,8% para todo o funcionalismo público foram as medidas determinadas pelo governador para entrarem em vigor ainda no primeiro mês de gestão.
“Nossa prioridade é valorizar os servidores, por meio do conhecimento, da qualificação, do estímulo à evolução pessoal e profissional”, afirmou o governador Flávio Dino. Outro ponto basilar, segundo ele, é a manutenção do diálogo. “Vamos sempre dialogar com os servidores do Maranhão e discutir melhores condições de trabalho”, completou.
O reajuste de 13,01% no piso nacional dos profissionais da educação básica será pago ua integralidade pelo Governo do Maranhão nos vencimentos do mês de janeiro. Um total de 28.577 profissionais do Grupo Magistério da Educação Básica será contemplado com o reajuste salarial do piso nacional da categoria pelo Governo do Estado. Destes, 27.826 são professores e 751 especialistas em educação.
“Mesmo diante das dificuldades financeiras encontradas, o governador Flávio Dino determinou o pagamento integral do piso à categoria, demonstrando, assim, o compromisso com a educação, que tem papel fundamental na garantia da aprendizagem dos estudantes e, consequentemente, na mudança dos indicadores educacionais do Maranhão”, destacou a Secretária de Estado da Educação, Áurea Prazeres.
O secretário de Estado de Gestão e Previdência, Felipe Camarão, frisou que os ajustes salariais estão bem acima do que foi projetado pela Lei Orçamentária do governo anterior. Segundo ele, a gestão passada havia projetado o reajuste em apenas 8%, mas o governador Flávio Dino determinou que fosse ampliado para 13,01%.
Fonte web:  http://www.ma.gov.br/index.php/agencia/noticias/?id=90553