27.3.14

Mobilidade urbana na Bahia.

Em solenidade no Centro de Convenções, foi anunciado o pacote de R$8 bi em investimentos para melhorar a mobilidade urbana de Salvador com novas vias expressas, viadutos, estações de transbordo, ciclovias e conclusão do metrô com extensão até Cajazeiras e Lauro de Freitas. As intervenções já estão em curso e as obras serão entregues em até 36 meses.

26.3.14

Corre que o Papa Figo tá vindo aí.

Na infância os sonhos e medos que temos ficam para sempre em nossas memorias. E é sobre um desses medos, dos que não me saem da minha memória, que vou contar para vocês hoje o que minha mãe, e as mães de tantas outras crianças, faziam para nos colocar para dentro de casa durante a noite. Naqueles dias dos anos 70, brincávamos de “rouba bandeira”. Eram feitos dois montes de areia em cada extremidade da rua (imaginária) e colocado um pedaço de madeira pequeno. Eram, estes, as bandeiras. A brincadeira consistia em, formado as duas equipes, uma pessoa de cada grupo era escolhido. Essas duas pessoas iam retirando, com as mãos, um pouco de terra, até que uma das bandeiras caísse. Isto acontecendo, a equipe que derrubasse tinha que tentar de todas as formas chegar em seu lado. Podíamos passar de mãos em mãos, até que conseguíssemos. A outra equipe teria que barrar este feito. Para isto todos tinham que segurar a pessoa que estivesse de posse da bandeira para, assim, ganhar a partida. Esta brincadeira acontecia durante boa parte das nossas noites quando crianças.
Minha mãe, Dona Regina Roque, que Deus a tenha em um bom lugar ao seu lado, tinha uma forma curiosa de nos colocar para dentro de casa. Mesmo quando tentávamos ficar brincando por mais tempo na rua. É que naqueles anos, surgiu uma lenda no Nordeste, neste caso aqui, em Paulo Afonso na Bahia. Diziam os mais velhos, para amedrontar as crianças, que as noites os “Papa Figo” pegavam as crianças que estivem nas ruas sozinhas e as levavam com eles. Eram seres grandes, com orelhas enormes, e vinham montados em cavalos. Carregavam nas mão bandeiras vermelhas. Tão vermelhas que lembravam o sangue dos inocentes. Dizia minha mãe que muitas crianças já tinham sido levadas, ninguém já mais soube onde seus corpos foram deixados. Mas todos nós sabíamos, através das histórias, que muitas tinham morrido nas mãos dos Papa Figo. E quando, após insistirem muito que as crianças parassem as brincadeiras e entrassem, nós começávamos a ouvir os gritos de nossas mães. “Corre que o Papa Figo tá vindo aí”. Era a senha para que o medo, o pavor, o desespero tomassem conta de cada um de nós. Não lembro ter visto uma só viva alma que enfrentasse aquele medo. Pedíamos para terminar a partida, mas era comum, naqueles momentos, dois dos nossos amigos ficarem nas esquinas vigiando, para ouvir o som das patas dos cavalos. Muitas das vezes fui eu que fiquei. Tremia de pavor. Algumas das vezes a correria eram desesperadora. Isto porque alguém gritava que tinha ouvi o som. Normalmente as ruas ficavam vazias rapidamente naqueles momentos.
A figura do Papa Figo resiste ainda dentro da minha imaginação. Homens de grandes orelhas, que, montados em seus cavalos, traziam bandeiras vermelhas, e levavam com eles as crianças inocentes que só queriam brincar em frente de suas casas. Como, naqueles dias pudéssemos entender com clareza o que era aquilo, gritado com temor por nossas mães.
Passados anos, lendo a obra de Jorge Amado, o Cavaleiro da Esperança, que narra a aventura da Coluna Prestes pelo interior do Brasil. Eles partiram do município de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Hoje existe até um Memorial em homenagem a Coluna Prestes. O movimento percorreu vinte e cinco mil quilômetros pelo interior do Brasil durante dois anos e meio. Mesmo tendo andando pelo interior do Brasil, passado inclusive por Jeremoabo, na Bahia. Cidade distante 82 Quilômetros da cidade onde moro. A Coluna Prestes não conseguiu sensibilizar a população para a sua causa. A longa marcha foi concluída em fevereiro de 1927, na Bolívia, perto de nossa fronteira, sem cumprir seu objetivo, que era a de disseminar a revolução socialista no Brasil. Eu me deparei com imagens descritas pelo autor que me fez descobrir de onde partiu a lenda do Papa Figo. A figura de homens em seus cavalos, desbravando o País. Levando a ideia de liberdade e comunhão a todos. Que carregavam bandeiras do Partido Comunista Brasileiro, é o achado que eu precisava para entender o quanto tão perverso é uma mentira dita mil vezes. Criada para amedrontar as pessoas, quando ainda não tínhamos o sistema de informação atual, a história de que os “Comunistas” comiam criancinhas, ganhou uma versão ainda mais aterrorizadora para nós dos interiores do sertão baiano. Inventada sobre a imagem de Luiz Carlos Prestes, que tinha duas grandes orelhas, a história do Papa Figo, que roubava as crianças que estavam brincando durante as noites nas ruas das cidades, traduz certamente o imaginário popular e como os governos ditatoriais usam as imagens e histórias para amedrontar a todos. Lembro-me que as nossas mães também acreditavam naquela história. Não era só uma forma de nos colocar para dentro de casa quando passamos do horário de dormir. Elas acreditavam que aquelas figuras existiam de verdade. O grito de Corre que o Papa Figo vem aí, tinha a sua verdade na cabeça daquelas mães. O medo era coletivo, porque, todos nós acreditamos ser verdade.

Para quem ainda não leu, o Cavaleiro da Esperança é uma boa fonte de informação de como homens destemidos, desbravam o interior do Brasil, para levar a todos a ideia de uma sociedade justa. E viva Luiz Carlos Prestes!

Mas claro que há outros relatos sobre a origem do mito do Papa Figo. Eu prefiro este que criei.

Transparência: quesito ausente no setor de energia.

Nesse momento de ampla discussão sobre os graves problemas provocados pela atual política energética brasileira, não se pode deixar discutir o papel e a atuação do Conselho Nacional de Política Energética - CNPE, órgão de assessoramento da Presidência da República para formulação dessa política.
O CNPE foi criado pela Lei nº 9.478, em 6 de agosto de 1997, e regulamentado em 21 de junho de 2000, pelo Decreto nº 3.520. O seu Regimento Interno somente foi aprovado mais de 12 anos depois de sua criação, em 10 de novembro de 2009, através da Resolução CNPE nº 7. Além de ser presidido pelo Ministro de Estado de Minas e Energia, integram o “conselho” (com letras minúsculas) outros 8 ministros de Estado e mais três outros membros indicados pelo poder público. Conta com apenas 1 representante da sociedade civil, e outro da Universidade. No entanto, de seus 14 assentos, as duas últimas indicações encontram-se vagas há anos, descumprindo-se a própria Resolução nº 7, do CNPE.
O CNPE é uma instância de decisão influente na promoção de recursos energéticos do país, que inclui a proteção do meio ambiente; a promoção da conservação de energia; a identificação de soluções mais adequadas para o suprimento de energia; o estabelecimento de diretrizes para programas específicos, como os de biocombustíveis, energia nuclear, carvão mineral, gás natural, energia solar, energia eólica e energia proveniente de outras (novas) fontes renováveis. Também cabendo a ele a revisão periódica da matriz energética do país.
Apesar de sua presumida importância na definição da política energética, o CNPE se comporta como um órgão “chapa branca”, simplesmente homologando decisões do executivo, utilizando os mesmos métodos criados no período ditatorial.
O debate energético e suas conclusões não podem ficar confinados a alguns ditos “especialistas”, pois suas decisões afetam toda a sociedade. E a falta de processos democráticos num setor tão importante é inaceitável, pois bloqueia os espaços institucionais necessários para que esse debate possa acontecer e se ampliar. Provavelmente, se mais “cabeças pensantes” estivessem participando das definições da atual política energética não estaríamos hoje vivenciando a desastrosa situação desse setor.
A falta de transparência do CNPE, com sua postura arrogante, não é aceita pela sociedade civil. E essa insatisfação se manifestou claramente na reunião em 17 de dezembro de 2013. A sociedade civil unida pressionou e protestou, exigindo do governo federal a democratização desse conselho.
Nesse dia, Organizações não Governamentais e Institutos lançaram uma nota ao governo e à sociedade brasileira (ver em http://www.ihu.unisinos.br/noticias/526791-conselho-nacional-de-politica-energetica-onde-esta-a-sociedade-civil), cobrando transparência no processo de discussão e definição de políticas do setor energético. As 41 instituições reunidas no “Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social” também protocolaram um ofício no Ministério de Minas e Energia, solicitando o preenchimento das vagas não ocupadas no CNPE e exigindo transparência nesse órgão.

Não há dúvida que para resolver problemas no setor energético brasileiro, exige-se muito mais que medidas pontuais, exige-se democratização plena e transparência no CNPE – o que só é possível com maior participação da sociedade civil em suas instâncias decisórias.
Heitor Scalambrini Costa - Professor da Universidade Federal de Pernambuco.

Governador anuncia novas ações de convivência com a seca.


O governador Jaques Wagner participou nesta quarta-feira (26) da abertura do Seminário Interestadual de Convivência com o Semiárido, na Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), em Salvador. Durante o evento, o governador anunciou diversas ações em relação à convivência com a seca, como a autorização para a Embasa licitar extensões de rede de água em 43 municípios da região, que beneficiarão mais de 64 mil moradores de 133 comunidades .

Também foi anunciado o lançamento do Plano Estadual de Combate à Desertificação e Enfrentamento aos Efeitos da Seca, entre outros projetos. “Essas ações vêm para somar todas as outras já realizadas pelo governo para combater os efeitos da seca e melhorar a qualidade de vida dos baianos que vivem no semiárido”, afirmou Jaques Wagner.

Fotos: Manu Dias/GOVBA

Cancelado o Moto Energia em Paulo Afonso na Bahia.

Na tarde de ontem, 25, a Diretoria do Moto Clube Cavalo Doido, que realiza o encontro anual de motociclistas, conhecido como Moto Energia, anunciou o cancelamento do evento para o ano de 2014. Direto nas causas, a informação foi a de que a Prefeitura não deu apoio este ano para que o evento fosse realizado.
Veja o comunicado do Moto Clube Cavalo Doido.

Para não esquecer a Marcha da Família.

Ainda me lembrando da chamada “Marcha da Família com Deus”, quero dizer que me sinto envergonhado. Não por ela em si, pois todos tem o direito de se manifestar, e as pessoas que foram podem sim dizer o que quiserem, mas a vergonha que sinto é de ver o quanto de esforço foi desprendido, por simpatizantes nas redes sociais, por horas de matérias jornalísticas nas redes de televisão e milhões de caracteres que foram digitados e impressos na tentativa de arrebanhar simpatizantes a causa do pedido explicito de golpe militar no Brasil, e ter sido o estrondoso fracasso. Fico a imaginar a reação nas redações da grande mídia que mobilizaram seus melhores, ou piores, tanto faz, jornalistas para cobrirem os milhões de descontentes pelo Brasil a fora. E depois da ausência de povo a frustação e correria nas redações foi grande. Tiveram que buscar matérias de última hora para suprir a falta de rebeldes sem causa nas ruas.
A polícia militar informou que 500 pessoas passearam por ruas de São Paulo protestando. Em Recife foram 20. Em Minas Gerais 5. Em Santa Catarina 3. Na Bahia não se teve notícia de que tenha aparecido alguma viúva da ditadura vagando pelas ruas. Em Sergipe tá confirmado, ninguém passou por este vexame.
O maior embate foi mesmo no mundo virtual. Dias antes da propagada marcha, que depois foi apelidada de “murcha”, dois grupos distintos buscavam achincalhar o outro. A muito deixaram de discutir política e partiram o ataque. De um lado aqueles que diziam que iriam as ruas, o que vimos depois não ter acontecido. Estes pregavam abertamente o retorno de um governo a ser comandado pelos militares. Não vou aqui falar o nome de nenhuma dessas pessoas, até porque sempre defendi que ao citarmos essas pessoas, estamos a fazer propaganda delas e do que fazem. Muitas perolas foram distribuídas por eles. Uma delas foi a de uma jovem garota que declarava que o Governo da Presidenta Dilma era Chavista. Me desculpe a ignorância, dela, claro, mas essa moça não deve estar tirando boas notas nas escola onde frequenta. Em história deve ter levado uma bela nota vermelha. E por falar nesta cor. O outro grupo, defensor do atual governo federal e de suas ações, partiu, desde os primeiros momentos a zombar da proposta oferecida. Foram muitos os chamados “memes” distribuídos. Hora profissionalmente, hora feitos por bravos guerrilheiros virtuais, que passam horas na frente do computador defendendo o legado dos governos do Partido dos Trabalhadores.
As ruas mostraram que não há espaço para retorno a de uma ditadura em nosso país. Mostraram também que, mesmo discordando do que eles pensam e fizeram, o direito de protestar foi garantido a estes poucos. Foi a reafirmação de que estamos vivendo um estado democrático no Brasil. Se declaro ter vergonha alheia pelo ridículo que passaram, me sinto na obrigação de dizer que estou feliz por ver estas pessoas nas ruas. Mostra que tudo pelo que lutei durante a minha juventude, e continuo a lutar ainda hoje, valeu e vale muito. Aqueles dias e noites não foram em vão.

Distante de tudo isto, o participante mais importante na marcha não foi visto em nenhuma destas cidades. Deus, o Senhor supremo, amado por todos, mandou avisar, via o cartunista Alpino, que não estaria presente. O supremo, e não o Joaquim, que se acha, tomou partido da maioria esmagadora do povo brasileiro. Abandonados por Deus, as viúvas choram na lápide golpista.
Dimas Roque

25.3.14

Programa dedica edição especial ao Rádio e presta homenagem a profissionais baianos.

Criado em 2007 o programa de rádio semanal ‘Conversa com o Governador’ chega a edição de número 300. Para comemorar a data, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Comunicação Social do Estado (Secom), realizou um café da manhã que reuniu em um hotel de Salvador radialistas de todo o estado. Durante a cerimônia foi gravada uma edição especial do programa, com formato diferente, desta vez com o governador fazendo perguntas para os jornalistas.
Para iniciar o programa especial Jaques Wagner agradeceu a presença de todos e destacou a função social que o Rádio tem para a comunidade e para a democracia. “Sei a importância que esse veículo tem para que, pelo menos uma vez por semana, as pessoas possam saber o que o governador e o Governo do Estado estão fazendo”.
Participaram do encontro profissionais de comunicação que atuam em diferentes regiões do Bahia, desde a capital às mais distantes localidades, incluindo comunicadores de rádios comunitárias.

O programa ‘Conversa com o Governador’ tem cerca de seis minutos de duração, é disponibilizado toda terça-feira e pode ser usado por qualquer emissora sem necessidade de cadastro ou autorização. O conteúdo também é aproveitado por sites, blogs e jornais da Bahia e do Brasil.

24.3.14

Codevasf entrega kits a famílias no sertão.


Cerca de 21 famílias de comunidades rurais dos municípios de Paulo Afonso e Santa Brígida, localizadas na região norte da Bahia, já estão utilizando os Kits para irrigação familiar, doados pela Codevasf, através da 6ª superintendência regional e do Escritório de ApoioTécnico de Paulo Afonso – 6ª / EPA.

Os equipamentos começaram a ser entregues no ano passado, e só agora, há cerca de dois meses, a doação foi finalizada. Para o interior do município de Paulo Afonso, foram entregues nove Kits e para Santa Brígida 12 equipamentos foram repassados.
O recurso utilizado para doação dos Kits, de cerca de R$ 15,9 mil, são oriundos da secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, através de dois programas vinculados ao Plano Brasil sem Miséria: Água para Todos (2ª água) e Inclusão Produtiva (Desenvolvimento Regional, Territorial Sustentável e Economia Solidária), e contemplou famílias inscritas em outros programas sociais do governo federal, que desenvolvem atividades ligadas a pequena agricultura de subsistência.
Cada Kit para irrigação de hortas familiares custa aproximadamente R$ 760, e é composto basicamente por 21 itens, entre conexões, adaptadores, filtro de tela, registro, bobina de tubo gotejador e tubos condutores de polietileno, e pode ser usado para irrigar uma área de até 500m² através do sistema de gotejamento localizado, considerado atualmente um dos mais eficientes em termos de economia de água durante a irrigação de plantas. Outra alternativa para o uso dos Kits é a produção de forrageiras para alimentar pequenos rebanhos de caprinos e ovinos.
No município de Paulo Afonso foram beneficiadas as comunidades de Campos Novos (2 Kits), Caiçara I (2), Mandacaru (1), Juá (1) e Boa Esperança (3). Em Santa Brígida receberam o equipamento as localidades de  Ingazeira (1), Fortaleza (1), Serra das Drenhas (1), Canabrava (2), Poço da Carteira (1), Minuim (1), Baixa do Mulungú (2), Aroeira (1), Buri (1) e Caraibeiras (1).

Comitê contra a Dengue se reúne nesta terça-feira, 25.

O Comitê Estadual de Mobilização Social de Prevenção e Controle da Dengue se reúne na próxima terça-feira (25), às8h30, na Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), para debater a situação da dengue e intensificar as ações de prevenção e controle. O Comitê é vinculado à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e conta com a assessoria executiva da FLEM.

Formado por representantes do poder público e da sociedade civil (empresas privadas, igrejas, instituições educacionais, associações, etc.), o Comitê tem a finalidade de acompanhar e propor as medidas necessárias à implementação das ações de prevenção e controle da doença, por meio da mobilização social. 

OS NÚMEROS

Segundo informações do Boletim Dinâmico da SESAB, no ano de 2014, até o dia 12/03, foram notificados 2.504 de dengue na Bahia, sendo 11 casos com sinais de alarme e 03 casos de dengue grave, entre estes 01 óbito. Até o momento, os municípios que se destacaram por concentrar 47,7% dos casos do Estado, são: Salvador (729), Feira de Santana (296), Itabuna (192), Pintadas (131), Teixeira de Freitas (75), Jequié (66), Porto Seguro (52), Ituaçu (48), Mirante (44) e Barreiras (42), que concentram 66,9% dos casos no Estado da Bahia. 

Comitê contra a Dengue se reúne nesta terça-feira, 25.

O Comitê Estadual de Mobilização Social de Prevenção e Controle da Dengue se reúne na próxima terça-feira (25), às8h30, na Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), para debater a situação da dengue e intensificar as ações de prevenção e controle. O Comitê é vinculado à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e conta com a assessoria executiva da FLEM.

Formado por representantes do poder público e da sociedade civil (empresas privadas, igrejas, instituições educacionais, associações, etc.), o Comitê tem a finalidade de acompanhar e propor as medidas necessárias à implementação das ações de prevenção e controle da doença, por meio da mobilização social. 

OS NÚMEROS

Segundo informações do Boletim Dinâmico da SESAB, no ano de 2014, até o dia 12/03, foram notificados 2.504 de dengue na Bahia, sendo 11 casos com sinais de alarme e 03 casos de dengue grave, entre estes 01 óbito. Até o momento, os municípios que se destacaram por concentrar 47,7% dos casos do Estado, são: Salvador (729), Feira de Santana (296), Itabuna (192), Pintadas (131), Teixeira de Freitas (75), Jequié (66), Porto Seguro (52), Ituaçu (48), Mirante (44) e Barreiras (42), que concentram 66,9% dos casos no Estado da Bahia.