5.6.13

Campus VIII promove diversos eventos acadêmico-culturais.

O Departamento de Educação de Paulo Afonso é um espaço de formação e preparação do intelecto, e também  um espaço aberto de promoção do conhecimento e da cultura, confira abaixo nossa extensa programação. Participe, e compartilhe.
Conheça mais sobre nossas atividades através da página do campus VIII no facebook, clique aqui facebook.com/unebcampus8.
O quê?
Quando?
Onde?
Quem?
4º Sarau homenagem à maio 68 (música, poesia, teatro, dança, etc)
1º/06 (sábado)
19 h.
UNEB campus VIII – Rua do Bom Conselho, 179, Alves Souza.  Prédio anexo (vizinho a APAE)
Coletivo Aratu Vermelho
Seminário: MARX – Quem é?  O que sua obra tem a dizer à sociedade atual?
1º/06 (sábado)
8h 30 às 12h30.
UNEB campus VIII – Rua do Bom Conselho, 179, Alves Souza.  Prédio anexo (vizinho a APAE)
Coletivo Aratu Vermelho
Seminário: Maio de 68 – 45 anos (O que tem a dizer aos jovens?)
1º/06 (sábado)
14h às 18h.
02/06 (domingo)
09h às 12h.
Coletivo Aratu Vermelho
Aula Inaugural do Cursinho Universidade Para Todos (SEC/ UNEB)
03/06 (segunda-feira)
19h.
Exibição de Filme e Debate.
UNEB campus VII – Auditório do CDTA, R. do Gangorra. (vizinho a igreja de São Francisco)
Coordenação  do
UPT de Paulo Afonso.
Semana do Meio Ambiente  (Lançamento de livro, exposição e palestras)
Dia 05/06 –  Amostra de Animais da Caatinga e
Lançamento do Livro: Biodiversidade da Caatinga do Baixo e Submédio São Francisco. 19h
Dia 06/06 – Palestra: A Importância do Plano Diretor para a Construção de Cidades Sustentáveis, pelo prof. Bruno Barbosa Heim. 19 h.
Dia 07/06 –Exposição de Reuso de Resíduos Sólidos
Palestra: Peixes Nativos do Rio São Francisco. 19h.
UNEB campus VII – Auditório do CDTA, R. do Gangorra. (vizinho a igreja de São Francisco)
Mestrado em Ecologia Humana. Org. profa. Dra. Eliane Nogueira e o Doutorando Alberto Santos
Dorisvan LiraAgente de Comunicação
UNEB campus VIII.

4.6.13

MinC promove oficina para implementar sistemas estaduais e municipais de Cultura.

Serão realizadas 17 oficinas em todo o país, e em Salvador a atividade acontece nos dias 05, 06 e 07 de junho na Casa dos Sete Candeeiros Durante os dias 05, 06 e 07 de junho, o Ministério da Cultura (MinC) realiza, em Salvador, a Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura. A oficina acontece no auditório da Casa dos Sete Candeeiros (Rua São Francisco, nº32, Sé) – que é a primeira Casa do Patrimônio na Bahia e foi reaberta em maio após passar por uma reforma de dois anos. A ação é coordenada pela Secretaria de Articulação Institucional (SAI/MinC) e conta com a co-realização da Representação Regional do MinC na Bahia e Sergipe e apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Cada oficina apresentará os conceitos, princípios e componentes do Sistema Nacional de Cultura (SNC) para a gestores responsáveis pela execução dos planos de trabalho de municípios que celebraram Acordos de Cooperação Federativa com o MinC, comprometendo-se a criar e a estruturar os sistemas de cultura e seus componentes.
Já se inscreveram gestores das cidades de Estância, Água Fria, Alagoinhas, São Francisco do Conde, Dias D'Ávila, Candeias, Itapicuru, Valença, Cairu, Simões Filho, Catu, Barreiras, Mansidão, Iaçu, Saubara, Rio Real, Salinas da Margarida, Andaraí, Sátiro Dias, Itabuna, Quixabeira, Barro Alto, Aurelino Leal, Madre de Deus Lauro de Freitas, Mascote, Nordestina, Feira de Santana e Salvador.
Serão promovidas 17 oficinas em todo o país para capacitar os agentes culturais envolvidos na construção de sistemas de cultura em estados e municípios. Já foram realizadas atividades nas cidades de Cuiabá, Goiânia, Campo Grande e Natal.
SNC – O objetivo do Sistema Nacional de Cultura é fortalecer institucionalmente as políticas culturais da União, estados e municípios, com a participação da sociedade. A inspiração para o SNC veio dos resultados alcançados por outros sistemas de articulação de políticas públicas instituídos no Brasil, particularmente o Sistema Único de Saúde (SUS).
Em estágios diferenciados, o SNC está em pleno andamento no Brasil. Até o momento, 22 estados, o Distrito Federal e 1777 municípios assinaram ou estão prestes a assinar o Acordo de Cooperação Federativa – ato bilateral formalizado entre Governo Federal, estados e municípios. Cerca de 750 municípios já cumpriram todas as fases de formalização do acordo iniciando o processo de construção dos sistemas de cultura.
Na Bahia, 139 município já aderiram ao SNC através do Acordo de Cooperação Federativa, segundo dados recentes do MinC.
A Meta 01 do Plano Nacional de Cultura – PNC para 2020 é a de que o  Sistema Nacional de Cultura esteja institucionalizado e implementado, com 100% das unidades da Federação e 60% dos municípios com sistemas de cultura  institucionalizados e implementados. Recentemente, o SNC passou a fazer parte do arcabouço jurídico brasileiro com a promulgação da Emenda Constitucional nº 71/2012.
Neste ano, A 3ª Conferência Nacional de Cultura, que acontecerá de 26 a 29 de novembro, traz como tema Uma Política de Estado para a Cultura: desafios do Sistema Nacional de Cultura.
Oficina de Implementação de Sistemas Estaduais e Municipais de Cultura.
Quando: 05, 06 e 07 de junho, das 9h às 18h – horário sujeito a alterações.
Local: Casa dos Sete Candeeiros.
End.: Rua São Francisco, nº32, Sé.
As atividades são gratuitas e exigem inscrição prévia via email representacaobahia@cultura.gov.br
Contato Regional MinC Bahia e Sergipe: (71) 3417-6913/6915/6916/6918/6923

Informações para imprensa: Janaina Rocha | (71) 9248-6770 | janaina.rocha@cultura.gov.br

Criada Lei do Silêncio em Ribeira do Pombal.

Após longa sessão e acirrados debates, vereadores aprovam projetos de lei do vereador Nathan Brito que visa regulamentar os ruídos sonoros na sede e no interior do município. Entre as regas da nova lei, a autorização para o município criar o Disque Silêncio, através do qual os incomodados com sons com volumes abusivos poderão acionar as autoridades.

Entre os atingidos pela Lei do Silêncio, os legisladores pombalenses não pouparam ninguém, carros e bicicletas de som, veículos com músicas em autos volumes, pedreiros e até igrejas deverão se adequar às novas regras que vão desde a volume e horários até a determinar dias na semana nos quais serão proibidos algumas atividades.

Para os teimosos ou desatentos a Lei do Silêncio prever, entre outras punições apreensão de veículos, cassação de Alvará de Licenciamentos para empresas de comunicação e multas de até 15 salários mínimos. Para o autor do projeto, vereador Nathan Brito, a lei presta relevante serviço à Sociedade pombalense e seria o atendimento a uma velha reivindicação da população. Após a aprovação na Câmara, o projeto segue para sanção do Executivo.

 Jeandro - Folha Pombalense.

3.6.13

Em defesa do Fundo Setorial da Publicidade para subvenção à mídia pública não-estatal brasileira!

As propagandas do governo além de não serem suficientes pra sustentar uma mídia alternativa consistente não são possíveis de serem usadas dessa forma, até porque isso seria uma ação de GOVERNO e que se voltaria contra nós em um futuro próximo: com uma oposição qualquer entrando, faria uso político e não republicano de tais verbas, com a alegação que fazíamos o mesmo.

Apenas por exemplo, de um total de R$ 20,8 bilhões de faturamento com publicidade do maior grupo de mídia, a Globo, apenas cerca de 2%, R$ 450 milhões, foi verba estatal. Ou seja, o governo, diferente do que tentam dizer, não "sustenta" a vênus platinada nem nenhum outro grande veículo de mídia. Por outro lado, são canais importantes, dentro das regras atuais das quais discordo, para se comunicar ações essenciais para a qualidade de vida da população, como, por exemplo, as campanhas de vacinação. Coisa para se corrigir dentro do marco regulatório, garantir um tempo mínimo para inserções obrigatórias gratuitas e em horários determinados pelo poder concedente de ações de caráter institucional do governo, em qualquer veículo de mídia concedido.

Da mesma forma, um "financiamento" (na prática, crédito exigindo garantias e cobrando juros e retorno do principal) será pouco útil porque poucas estruturas de mídia alternativa possuem condição de contrair crédito. A solução mais indicada era a geração de um Fundo Setorial que conseguisse dispor de recursos de subvenção para induzir a proliferação dessas mídias alternativas.

Tenho um projeto pronto sobre isso. Seria um fundo sobre toda a publicidade, usos de direito de imagem e afins, mercado que fatura mais de R$ 40 bilhões/ano, extremamente concentrado em São Paulo.

Esse fundo, que acredito deve começar com R$ 13 bilhões/ano (1/3 do faturamento, tal como a Ley de Medios na Argentina dá esse espaço pra mídia pública não-estatal, o foco de uso dessa fonte), teria diversos argumentos:

1. redistribuição geográfica dessa renda;

2. capilarização desses recursos desconcentrando essa renda da mão de poucas pessoas;

3. possibilidade de criação de cerca de 30 mil iniciativas de mídia alternativa (em todas as etapas da cadeia, da produção à disseminação do conteúdo por diversos meios, obedecendo regras dispostas por um comitê gegstor que criaria editais de seleção pública das propostas de maior interesse para a democratização da comunicação, pautadas em soluções inovadoras obrigatórias como a criação colaborativa, por exemplo, que geraria um acervo espantoso sobre qualquer canto deste país, muitos deles completamente desconhecidos e inacessíveis pela omissão dos meios disponíveis atuais) e cerca de 1 milhão de empregos na cadeia produtiva de mídia e indiretos.

O crédito teria que ser um complemento dessa iniciativa, que funciona e apóia outros setores da nossa economia de forma eficiente.

Esse fundo também será importantíssimo para acabar com a prática do "Bônus de Volume", que é basicamente o uso do poder de oligopsônio que as grandes empresas de mídia exercem sobre as agências de publicidade, e que, na prática, inibem a distribuição desta publicidade em mais meios. Com o fundo tendo taxação progressiva, essa prática seria completamente desestimulada, pois traria prejuízos para todas as partes, em relação às negociações spots ou em volumes reduzidos. O próprio formato de taxação do fundo seria determinante para mudar o comportamento do mercado de publicidade brasileiro, colaborando com a melhor distribuição dessa renda entre as empresas do setor, valorizando iniciativas alternativas.

Só o fundo setorial se tornará uma função de ESTADO que funcionará independente de viés político e garantirá o funcionamento de mídias ligadas a entidades, a associações, sindicatos, núcleos comunitários, organizações de minorias, enfim, dará voz a todos os brasileiros, independente do governo que tenhamos no futuro, e sem mexer uma linha em leis de regulação da mídia.

Sérgio Telles.