28.6.13

REFORMA POLÍTICA: A VOZ DAS RUAS QUER O PLEBISCITO.


A Bancada do PT na Câmara reafirma a importância da realização do plebiscito proposto pela presidenta Dilma Rousseff para a realização de uma ampla e profunda reforma política. Essa posição é compartilhada por todos os partidos da base aliada, cujos líderes, reunidos com a presidenta da República na noite de quinta-feira (27), firmaram o compromisso em torno da consulta pública para a reforma política. Os presidentes dos partidos da base também apoiam a iniciativa.

A construção do pacto para uma reforma política, ouvindo o povo brasileiro, abre o caminho para a instituição de um sistema político e eleitoral moderno e que garanta o aprofundamento da democracia brasileira, institucionalizando o mecanismo de democracia direta, instrumento fundamental para a solução de problemas de toda a sociedade.

A partir da reunião com os líderes e partidos da base, o governo deve enviar na próxima semana uma proposta geral e, com isso, abre-se o debate no Congresso Nacional, sem esquecer também de cuidar das outras propostas da presidenta para a constituição de um grande pacto nacional para dar continuidade a ações e políticas públicas iniciadas durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tais como o combate à inflação e à corrupção e a realização de mais investimentos na educação, na saúde e nos transportes públicos. 

Assim, no Congresso, além do nosso compromisso de votar matérias de interesse do País, para melhorar a qualidade dos serviços públicos, a reforma política ganhará novos contornos, com a discussão dos pontos que nortearão o plebiscito a ser realizado ainda neste ano. O plebiscito é o diferencial da reforma que tantas vezes já foi discutida no Congresso Nacional. Ouvir o povo oxigena a democracia e faz avançar o processo de mudanças em nosso país, rumo a uma sociedade fraterna e democrática.

Nesse sentido, rechaçamos a nota divulgada pelo condomínio oposicionista chefiado por Aécio Neves na qual se contesta a realização do plebiscito. Tal postura revela um caráter elitista e uma brutal aversão a qualquer iniciativa que coloque o povo como protagonista da História. Nós não temos medo do povo, que é de onde vem o poder que legitima o Congresso e a democracia.

Bancada dp PT na Câmara Federa.

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